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Nome: Maria de Lourdes de Assunção.

Este trabalho reúne informações sobre os efeitos do fumo, tanto em relação à saúde do fumante quanto a daqueles que fumam passivamente, sendo descrito os danos causados pelo tabaco.
Além da dependência física, psicológica e comportamental, o fumante estabelece uma rotina, criando hábitos que se tornam gatilhos do desejo de fumar.

O tabagismo é considerado pela Organização mundial da saúde(OMS) a principal causa de morte evitável em todo mundo.

A OMS estima que 40% da população mundial de adultos, isto é, 2,8 bilhões de pessoas, entre as quais 200 milhões são mulheres, sejam fumantes.
Entre os adultos, os resultados do mais recente levantamento do ministério da saúde, o Vigetel 2015, são otimistas.
Segundo os dados da pesquisa, houve redução de 33,8 no número de fumantes adultos nos últimos dez anos. Porém, 10,4% da população das capitais brasileiras ainda mantém o hábito de fumar.
Apesar disso, de acordo com o ministério da saúde, as doenças causadas pelo tabagismo são responsáveis por quase 200 mil mortes por ano no Brasil.

Segundo o Instituto Nacional do câncer (INCA) são seis milhões de morte anuais, no mundo.

A organização mundial de saúde considera o tabagismo uma doença epidêmcia que causa dependência física e psicológica.
O tabaco pode apresentar-se de diversas formas: Inalado (cigarro), charuto, cigarro de palha, aspirado(rapé).
O tabaco usado para a produção de cigarro tem o ph ácido e, devido a isso, o fumante precisa tragar para que a nicotina produza alterações no sistema nervoso central, modificando assim o estado emocional e comportamental do indivíduo.
Com a inalação contínua da nicotina, o cérebro se adapta e passa a precisar de doses cada vez maiores para manter o mesmo nível de satisfação que tinha no início.

O tabagismo, além de estar fortemente relacionado a uma série de patologias, também está associado com muitas condições dermatológicas, incluindo má cicatrização, melanoma, psiorise, queda de cabelo e envelhecimento da pele, doenças cardiovasculares e respiratórias crônicas.
O tabaco é um fator importante no desenvolvimento de doenças crônicas. De acordo com INCA, os custos para o sistema de saúde são de 23 milhões ao ano.

Referências: Marques, Ana Cecilia P.R. ed consenso sobre o tratamento da dependência de Nicotina.
Revista Brasileira de Psiquiatria, S. Paulo V. 23, n- 4, P. 200- 214, 2001.
Ran, Matin, Laranjeira, Ronaldo.
Prevenção da Dependência da Nicotina,Uma Prioridade de saúde pública.
Revista Brasileira de Psiquiatria São Paulo 2001.

Fonte: Obid/ Senad. 2007. Disponível em.
hppt:/ www.Obid. Senad. Gov.
Instituto Nacional do câncer INCA Brasil 2011.

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