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por Iaraçu Teixeira Dos Santos

Resumo

A presente pesquisa vem de uma forma ampla afirmar que existe uma
prevalência estimada de 43,5% de alcoolista no Brasil. De acordo com a
Organização Mundial de Saúde (OMS), 3,3 milhões de pessoas morrem todos os
anos em consequência de problemas com o alcoolismo. As tentativas de muitos
alcoolistas para abandonar o consumo resultam em fracassos e recaídas. A
frequência de recaída, segundo estudos, oscila entre 10% e 30%, assinalando-se
diferentes causas. O objetivo da presente pesquisa é conhecer os fatores que
favorecem as recaídas. Os principais fatores de recaída são a pressão social, os
conflitos interpessoais, os estados emocionais negativos, assim como a própria
dependência fisiológica e psicológica. De maneira geral, os sujeitos apresentaram
grande quantidade de fatores e razões que atuam simultaneamente favorecendo a
recaída.

Palavras-chave: Alcoolismo, recaída, fatores de recaída.

Introdução

A recuperação da adicção deve ser um processo ativo. As pessoas em
recuperação precisam trabalhar um programa diário de recuperação. Precisam se
lembrar diariamente que sofrem de uma adicção. Precisam ter um programa de
recuperação ativo que forneça direções para uma vida produtiva e significativa.

Desenvolvimento

Uma razão para esse estudo está na alta prevalência de alcoolismo no Brasil.
No I Levantamento Domiciliar sobre o Uso de Drogas Psicotrópicas, encontrou-se
um número estimado de dependentes de álcool (11,2%). Uma segunda razão
refere-se às conseqüências daninhas do álcool do ponto de vista biológico,
psicológico e social, de amplo conhecimento. No Brasil, o alcoolismo é a terceira
causa de aposentadorias por invalidez e ocupa o segundo lugar entre os demais
transtornos mentais. O enfoque de risco assume que, quanto maior conhecimento
sobre os eventos negativos, maior possibilidade de agir sobre eles com antecipação
para evitá-los, mudando as condições que facilitem que um indivíduo ou grupo
adquira a doença ou o dano. A recaída é uma tentativa de parar ou diminuir o
consumo de substâncias psicoativas, ou apenas o fracasso ao tentar atingir objetivos
estabelecidos por um indivíduo, após um período definido (Jungerman e Laranjeira,
1999).
É um regresso ao uso do álcool ou drogas, da mesma maneira que a pessoa
usava antes de iniciar um programa de tratamento ou recuperação. Isto é, a pessoa
que se tinha convertido em dependente e tinha eliminado o uso do álcool, retorna a
ele, se considera que houve uma recaída, exige-se que o paciente tenha
conseguido, ao menos, dois meses de abstinência. A recaída é considerada uma
parte do processo de reabilitação e não o final deste processo. Não significa que a
pessoa tenha fracassado ou que não possa recuperar-se com o tempo. Os estudos
de seguimento (recuperação e recaída) indicam que aproximadamente um terço dos
pacientes conseguem a abstinência permanente com sua primeira tentativa séria na
recuperação. Um outro terço tem episódios breves de recaída, mas resultam,
eventualmente, abstinência em longo prazo. O terço adicional tem recaídas crônicas,
o que implica recuperações transitórias da adição química. Dentro do método
convencional, Marlatt e Rose referem a uma porcentagem de 70% a 90% de recaída
dentro de três meses; Armor, Polich e Stambulk referem a uma incidência de 90% de
recaídas, após 18 meses (apud Reinecker, 1988). Segundo Parloff et al. (apud
Gabbard, 1992), apenas 26% dos alcoolistas tratados ainda permanecem
abstinentes após um ano, em contraste com a taxa de remissão espontânea de
19%.

De acordo com Knapp et al. (1994), Llama et al. (2003) existem diversas
situações de risco que podem provocar as recaídas:
a) emoções negativas, como a ansiedade, depressão, culpa etc., sendo estas
o fator predominante que antecede ao primeiro consumo;
b) pressão social com atribuições negativas, por exemplo, quando os amigos
oferecem ou pressionam para consumir, quando o sujeito visita certas pessoas ou as
recebe em casa, ir a festas etc.;
c) manejo de situações difíceis, como enfrentar uma má notícia, terminar uma
relação de casal, discussões no seio familiar etc.;
d) manejo dos problemas físicos e psicológicos, como insônia, solidão,
doenças próprias, problemas sexuais etc.;
e) sintomas de abstinência unida a estímulos e incétações como precipitante.
Marlatt e Gordon (1980, 1985) acreditam que a recaída é influenciada pela
inter-relação das situações ambientais condicionadas de alto risco, as habilidades
para enfrentá-las, o nível percebido de controle pessoal (auto-eficácia) e a
antecipação dos efeitos positivos do álcool. Uma análise de 48 episódios revelou
que a maioria das recaídas estava associada a três situações de alto risco:
a) frustração e ira;
b) pressão social;
c) tentação interpessoal.
Estudos nos revela que LAPSO é também um fator predominante para uma
recaída. O LAPSO é um breve momento de retorno ao comportamento disfuncional
ao anterior, a maioria dos indivíduo que faz uma tentativa de mudar o seu próprio
comportamento em um determinado objetivo experimenta o LAPSO que
frequentemente leva a recaída.
A recaída não ocorre dentro de um vácuo. Há muitos fatores que contribuem
para que ela ocorra, assim como também existem evidências ou sinais de
advertência que indicam que um paciente pode estar no perigo do retorno ao abuso
da substância (Gorski e Miller, 1993). A recaída não pode ser compreendida
somente como o retorno real ao padrão do abuso da substância, mas também como
o processo em que aparecem indicadores antes da volta do paciente ao uso da
substância. No mesmo sentido, Jungerman e Laranjeira (1999) destacam que a
recaída deve ser encarada como um estado de transição, que pode ou não ser
seguido de uma melhora. A recaída faz parte do processo de mudança e, muitas
vezes, é essencial para que a pessoa possa aprender com a experiência e
recomeçar de uma forma mais consciente.
Neste sentido, é esclarecedor o modelo de estágios de mudança proposto por
Prochaska e DiClemente (1982). Marlatt e Gordon (1985) destacam que a recaída
começa bem antes de reiniciar o consumo de álcool. As pessoas com respostas
ineficazes a situações de alto risco experimentam falta de confiança, que, junto com
as expectativas positivas quanto ao consumo de álcool, podem provocar um
consumo deste, gerando sentimentos de culpa que, com o efeito positivo de álcool,
lhe induziram a seguir bebendo.
Esses fatores são de duas classes: determinantes imediatos e
antecedentes ocultos .
Entre os determinantes imediatos estão as situações de alto risco, como
estados emocionais negativos, situações de conflito interpessoal, situações de
pressão social e estados afetivos positivos.
Entre os antecedentes ocultos, estão o estilo de vida do paciente, os tipos de
afrontamento ao estresse, o sistema de crenças etc, que mediam a resposta aos
fatores imediatos.
Depois acontece o deslize (consumo ocasional de álcool), que pode não
conduzir a uma recaída, mas é um risco muito grande. Freqüentemente, depois do
deslize, aparecem sentimentos de culpa que, com as expectativas positivas do
álcool, levam ao consumo, que finaliza na recaída. Os autores têm descrito uma
reação chamada efeito da violação da abstinência; esta reação se centra na
resposta emocional que o sujeito tem diante do deslize. As pessoas que atribuem o
deslize a uma incapacidade para se controlar recaíram com maior freqüência do que
aqueles que pensam que têm sido ineficazes no manejo das situações.

Síndrome de recaída

Se você experimentar SAD (Síndrome de abstinência Demorada), e não fizer o que
for necessário para lidar efetivamente com estes sintomas, a síndrome da recaída
eventualmente tomará conta. Os sintomas se desenvolverão, crescerão, progredirão.
Existem muitos súbitos, sinais de aviso e muitas mudanças nos pensamentos, nas
emoções e na personalidade que ocorrem antes da perda de controle. Finalmente se
perderá o controle de si mesmo. Começará a descer numa progressão em que
levará o adicto ao uso de álcool ou drogas ou alguma outra aguda reação emocional
ou física a não ser que algo seja feito para interromper esta progressão. É
importante estar sempre consciente de que o processo de recaída não envolve
apenas o ato de tomar um drinque ou usar drogas. É uma progressão que cria uma
crescente necessidade por álcool ou drogas. Esta progressão é o que chamamos de
síndrome de recaída. É possível interromper esta progressão antes que os sinais de
aviso sejam óbvios Se não for feito nada até que se mostrem os sinais óbvios:
geralmente é muito difícil interromper a síndrome de recaída porque você já perdeu
o controle de seu julgamento e comportamento.
A recaída geralmente não é um processo consciente. Estudos mostram que
as pessoas recaindo geralmente não estão conscientes dos sinais de aviso iniciais
de sua recaída. Mais tarde, quando olham para trás, podem ver quando começaram
a errar, mas na hora que está acontecendo são incapazes de perceber que estes
problemas estão se formando e crescendo. Os sinais da recaída se desenvolveram
num nível inconsciente O adicto não saberá o que estão ocorrendo a menos que
você aprenda a trazer os sinais de aviso para a percepção consciente. O processo
de recaída não envolve apenas o ato de tomar um drinque ou de usar drogas. É uma
progressão que cria a necessidade por álcool ou drogas. Esta progressão pode
ocorrer facilmente sem um efetivo programa de recuperação e sem uma
administração eficiente dos sintomas da SAD.
O processo geralmente começa com MUDANÇA. Mudança é uma parte
normal da vida mas uma grande causa de stress. A mudança pode ser um fato
externo que leva você a responder de alguma maneira. Ou pode ser uma mudança
no pensamento ou nas atitudes. Mudanças produzem stress, para o qual você pode
reagir com exagero e para o qual com certeza tem baixa tolerância. Quando o nível
de stress se eleva, existe uma tendência normal de negar a presença do stress e
acionar mecanismos de negação que fazem parte da dependência química. Você
começa a lidar com o stress com a mesma negação que uma vez usou para negar o
uso. “Não tenho problema. Posso lidar com isto. Tudo está bem.”
O stress elevado intensifica os sintomas de abstinência demorada mas sua
negação não lhe deixa ver o que está acontecendo. Se não foi feito nada os
sintomas da SAD aumentam Perde-se o controle de pensamentos, emoções e
memória. Não pensa com clareza, reage com exagero, não consegue lembrar-se de
coisas simples. O stress aumenta e perde-se o controle da capacidade de pensar,
sentir e lembrar. Então se perde o controle do próprio comportamento. Pode-se ir
aos mesmos lugares e realizar as mesmas atividades, mas experimenta uma
mudança de comportamento. Não age da mesma maneira, trata as pessoas
diferente. Interage de uma maneira diferente e há um colapso na estrutura social. Na
realidade, toda estrutura da vida cai. Muda sua rotina diária. Abandona hábitos
regulares que davam a vida consistência e segurança. Seus planos de recuperação
são negligenciados e evitados. Finalmente perde-se o controle de julgamento. Você
faz escolhas ruins que em estado normal nunca faria.
Como resultado comete enganos, criando uma crise. A vida fica incontrolável.
Perde-se o controle, sendo capaz de ver que não tem mais controle sobre a vida.
Acha que está ficando louco. Não vê alternativas de ficar louco a não ser a de se
suicidar ou usar álcool/drogas para remediar sua dor. Não consegue pensar em
outras opções. Neste ponto está num estado de degeneração aguda. A vida está se
desentendendo. Pode voltar a usar porque parece melhor que as outras alternativas.
Mas nem todos que experimentaram a síndrome da recaída usam. Algumas
experimentam uma alternativa igualmente destrutiva. Alguns se suicidam ou se
machucam em acidentes sérios. Outros têm colapsos nervosos ou colapsos
físicos/emocionais. Outros desenvolvem doenças como dores de cabeça, úlcera ou
pressão alta.

A Síndrome da Recaída é a doença da adicção baseada na sobriedade.

A síndrome da recaída pode destruir sua saúde e bem estar; pode destruir
sua família e sua maneira de viver. É a doença da adicção baseada na sobriedade, e
pode ser devastadora para a pessoa em recuperação. Muitas pessoas em
recuperação acreditam que se não estão usando, sua recuperação está bem. Isto é
um engano. O processo de recaída começa muito antes da pessoa começar a usar
novamente. Lembre-se que ela começa em silêncio dentro de você. Por muito tempo
não terá consciência da progressão, porque ela está acontecendo
subconscientemente. Poderão existir sinais de aviso externos, mas não vai
percebê-los a não ser que você aprenda a reconhecer a estrutura previsível. As
pessoas em torno de você provavelmente não o reconhecerão porque muitas vezes
os sintomas da recaída se parecem com os sintomas de outras desordens.

Interrompendo a síndrome da recaída

Lidar com os sintomas da abstinência demorada é o melhor método de
prevenção de recaída. Porém, quando você já está num episódio de disfunção, pode
ser muito tarde para utilizar estes métodos, e você precisará de ajuda para se
estabilizar e evitar uma progressão posterior. A primeira coisa a fazer é utilizar um
meio ambiente adequado e controlado onde você pode ser protegido da crise
imediata e da disponibilidade de álcool e drogas. Se o episódio for suave, algum
tempo num lugar calmo e tranqüilo, provavelmente será suficiente para começar a
reverter o processo. Se a nutrição é moderada pode ser necessário ficar algum
tempo fora do serviço, e planejar ficar algum tempo longe de pessoas e lugares que
aumentam o problema. Se os sintomas da recaída são severos, a hospitalização
pode ser necessária antes que você tenha um colapso de qualquer outro tipo.
Algumas vezes, pessoas num episódio de disfunção aguda acreditam que se
não usarem ficarão loucos ou se matarão. Você precisa reconhecer antes que
existem outras opções disponíveis. Tratamento com internação é uma das opções. É
melhor optar por um programa de internação para evitar severas conseqüências do
que ir para uma desintoxicação. Existem pessoas que preferem morrer que beber.
Por isto a média de suicídios é alta entre dependentes químicos em recuperação.
Isto é muito triste porque é possível se recuperar do uso do álcool ou drogas, mas
não é possível se recuperar da morte.
Se você sentir que sua vida está em risco porque sua dor é muito forte e que
suicídio é uma opção, procure ajuda IMEDIATA. Existem outras opções que não são
visíveis para você devido à dor. É importante reconhecer e se lembrar que não
existe um ponto em que não se possa interromper a síndrome de recaída se souber
como reconhecê-Ia, existindo uma opção construtiva ao invés de destrutiva, basta
que reconheça a escolha.

Fatores da recaída

Dificuldade de pensar com clareza.
Dificuldade em lidar com sentimentos e emoções.
Dificuldade em lembrar coisas.
Dificuldade em lidar com o stress.
Dificuldade para dormir de forma tranquila.
Dificuldades com a coordenação física e acidentes.
Vergonha, culpa e desesperança.
Volta a Negação.
Preocupação sobre o bem-estar.
Negação da preocupação.
Impedimento e Comportamento Defensivo.
Acreditar que ‘eu nunca mais vou beber.
Se preocupam com os outros em vez de si próprios.
Ficar na defensiva.
Comportamento compulsivo.
Comportamento impulsivo.
Tendências à solidão.
Troca de dependência
Alto Piedade
Ausência aos grupos AA ,NA
Ter mesmo hábito de ativa
Ter as mesmas amizades de ativa
Frequentar os mesmos ambiente de ativa.

Conclusão

Adicção não tem cura. Ela é uma doença crônica, progressiva e fatal. A
recuperação da adicção é uma maneira de vida, assim como o plano de prevenção
de recaída é parte da recuperação, também precisa tomar-se uma maneira de vida.
O plano de prevenção de recaída precisa ser integrado em toda a vida e em todos
aspectos da sua recuperação do adicto. O plano de prevenção de recaída precisa
ser compatível com anônimos e outros grupos de apoio que se usa para progressiva
sobriedade. Deve também ser compatível com o programa de tratamento e da
família. Prevenção de recaída precisa ser praticada até torna-se um hábito. Todos
somos escravos de nossos hábitos. A única liberdade que podem ter é escolher com
cuidado os hábitos dos quais ficaremos escravos. Para a pessoa em recuperação é
especialmente real que existe liberdade na estrutura. Somente no hábito e na
estrutura de um programa de sobriedade diário é que se pode conseguir a liberdade
da escravidão da adicção.
É preciso estar disposto a revisar e atualizar o plano de prevenção de recaída
em intervalos regulares e estar dispostos a reconhecer novos problemas que
ameaçam a sobriedade. Plano de prevenção de recaída é um processo que deveria
tornar-se uma parte integral de recuperação. A conseqüência será a liberdade para
gozar uma sobriedade confortável e a garantia que se tem um conhecimento de
recaída, que se pode identificar os próprios sinais de aviso, e que se tem um plano
de ação para não permitir que estes sinais de aviso se desenvolvam.
O objetivo deste estudo é avaliar os fatores de risco que favorecem a recaída
nos sujeitos alcoolistas.

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