{"id":1746,"date":"2017-11-21T09:40:08","date_gmt":"2017-11-21T12:40:08","guid":{"rendered":"http:\/\/clinicajorgejaber.com.br\/novo\/?p=1746"},"modified":"2017-11-21T09:40:08","modified_gmt":"2017-11-21T12:40:08","slug":"a-importancia-da-familia-no-processo-de-prevencao-da-recaida-no-alcoolismo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/clinicajorgejaber.com.br\/novo\/2017\/11\/a-importancia-da-familia-no-processo-de-prevencao-da-recaida-no-alcoolismo\/","title":{"rendered":"A Import\u00e2ncia da Fam\u00edlia no Processo de Preven\u00e7\u00e3o da Reca\u00edda no Alcoolismo"},"content":{"rendered":"<p>Aluna: Eloisa de Almeida Ara\u00fajo<\/p>\n<p>RESUMO: O objeto deste estudo \u00e9 o apoio familiar como fator de preven\u00e7\u00e3o da reca\u00edda no alcoolismo. O objetivo foi analisar a import\u00e2ncia da fam\u00edlia no processo preventivo dessa reca\u00edda. Trata-se de um estudo descritivo, qualitativo, com uso de grupo focal. Foram sujeitos 31 clientes, entre 18 e 65 anos, atendidos pela Secretaria Municipal de Sa\u00fade\/RJ e pelo Centro de Estudos, Pesquisa e Refer\u00eancia em Alcoologia e Adictologia, entre julho a setembro de 2009. Durante a realiza\u00e7\u00e3o dos grupos focais, os participantes discorreram a respeito da import\u00e2ncia da fam\u00edlia na preven\u00e7\u00e3o da reca\u00edda no alcoolismo, salientando os epis\u00f3dios de viol\u00eancia e o exemplo dado aos filhos, devido ao uso abusivo do \u00e1lcool. A partir dos resultados, torna-se importante a implementa\u00e7\u00e3o de um programa de acompanhamento para os filhos dos alcoolistas, pois, no ambiente familiar desestabilizado em que se encontram, podem ficar emocionalmente abalados e prejudicados no seu desenvolvimento ps\u00edquico. Palavras-Chave: Alcoolismo; recidiva; fam\u00edlia; apoio familiar.<\/p>\n<p>Introdu\u00e7\u00e3o<br \/>\nO presente artigo \u00e9 resultado da disserta\u00e7\u00e3o defendida por uma das autoras e trata da categoria fam\u00edlia na preven\u00e7\u00e3o da reca\u00edda no alcoolismo. O \u00e1lcool est\u00e1 presente na vida das pessoas desde os prim\u00f3rdios, quando as bebidas eram fermentadas. A partir da Revolu\u00e7\u00e3o Industrial as bebidas passaram a ser produzidas em grande escala e com maior teor alco\u00f3lico. Com isso, a bebida que antes era consumida durante as refei\u00e7\u00f5es por ser uma fonte menos contaminada do que a \u00e1gua que, \u00e0 \u00e9poca, n\u00e3o era tratada apropriadamente, passou a ser forte e vendida a baixo custo, favorecendo o acesso a um n\u00famero maior de pessoas1 .<br \/>\nO \u00e1lcool \u00e9 uma droga l\u00edcita que tem seu consumo admitido e, muitas das vezes incentivado pela sociedade, por\u00e9m quando este consumo passa a ser de forma excessiva, se torna um problema, podendo acarretar um quadro de depend\u00eancia conhecido como alcoolismo2 .<br \/>\nNo contexto da sa\u00fade, o Manual da Classifica\u00e7\u00e3o Internacional de Doen\u00e7as e Problemas Relacionados \u00e0 Sa\u00fade (CID-10) define a S\u00edndrome de Depend\u00eancia do \u00c1lcool como um conjunto de fen\u00f4menos comportamentais, cognitivos e fisiol\u00f3gicos que se desenvolvem a partir do consumo de uma subst\u00e2ncia psicoativa, tipicamente associada ao desejo incontrol\u00e1vel de utilizar a droga, \u00e0 dificuldade da manuten\u00e7\u00e3o do controle do consumo, \u00e0 utiliza\u00e7\u00e3o cont\u00ednua apesar das suas consequ\u00eancias nefastas, \u00e0 maior prioridade ao uso da droga em detrimento de outras atividades e obriga\u00e7\u00f5es, a um aumento da toler\u00e2ncia pela droga e, por vezes, a um estado de abstin\u00eancia f\u00edsica3 .<br \/>\nA doen\u00e7a alcoolismo faz com que a pessoa perca sua liberdade de decidir se quer ou n\u00e3o quer usar o \u00e1lcool, ficando \u00e0 merc\u00ea da pr\u00f3pria depend\u00eancia em determinar quando us\u00e1-la. Isto caracteriza o alcoolismo como uma doen\u00e7a progressiva e fatal que afeta o indiv\u00edduo na sua integridade f\u00edsica e mental4 .<br \/>\nNesse contexto surge a preven\u00e7\u00e3o da reca\u00edda, um programa de manuten\u00e7\u00e3o comportamental para uso no tratamento de problemas causados pela adic\u00e7\u00e3o, que se baseou na absten\u00e7\u00e3o total da subst\u00e2ncia utilizada pelo indiv\u00edduo ou na manuten\u00e7\u00e3o de normas regulat\u00f3rias sobre o comportamento do indiv\u00edduo, que consistia na abstin\u00eancia ou modera\u00e7\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o ao uso da subst\u00e2ncia psicoativa5 .<br \/>\nSabe-se que a fam\u00edlia pode ser um fator de prote\u00e7\u00e3o quanto ao risco para o uso de subst\u00e2ncias nessa fase da preven\u00e7\u00e3o da reca\u00edda, pois a mesma est\u00e1 associada ao retorno do uso da subst\u00e2ncia ap\u00f3s um per\u00edodo em abstin\u00eancia, por falta de apoio familiar, entre outras circunst\u00e2ncias6 .<br \/>\nE essa procura por recupera\u00e7\u00e3o \u00e9 desencadeada por experi\u00eancias cr\u00edticas como situa\u00e7\u00f5es de desamparo e debilidade f\u00edsica e revitaliza\u00e7\u00e3o de la\u00e7os familiares, que serviram para uma retomada de posi\u00e7\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o a si mesmo e ao abuso de subst\u00e2ncias psicoativa6 .<br \/>\nApesar da magnitude do problema, para alguns autores7 , este tema \u00e9 pouco explorado na literatura, principalmente no que se refere ao apoio familiar como fator de prote\u00e7\u00e3o para a depend\u00eancia de drogas.<br \/>\nA partir destas refer\u00eancias, percebeu-se a necessidade de delinear como quest\u00e3o de estudo a import\u00e2ncia da fam\u00edlia no processo de preven\u00e7\u00e3o da reca\u00edda do alcoolismo. Dessa forma, definiu-se como objetivo: analisar a import\u00e2ncia da fam\u00edlia na preven\u00e7\u00e3o da reca\u00edda do alcoolismo.<\/p>\n<p>REVIS\u00c3O DE LITERATURA<br \/>\nO ser humano pode reagir de diversas formas frente a uma situa\u00e7\u00e3o estressante ou desafiadora. No caso do alcoolista, uma dessas rea\u00e7\u00f5es pode ser a de fuga da realidade, caracterizada pelo abuso do \u00e1lcool. Esse tipo de comportamento, com o decorrer do tempo, pode se tornar um h\u00e1bito cada vez mais compulsivo, trazendo consequ\u00eancias negativas para a sa\u00fade8 .<br \/>\nO alcoolismo \u00e9 uma doen\u00e7a silenciosa em que o doente e seus familiares n\u00e3o a reconhecem como tal, negando sua presen\u00e7a e os transtornos trazidos por ela. Com o tempo da depend\u00eancia, essas consequ\u00eancias come\u00e7am a provocar mudan\u00e7as no ambiente familiar, e tanto a fam\u00edlia como o pr\u00f3prio alcoolista acabam sofrendo.<br \/>\nO alcoolista \u00e9 um bebedor excessivo, cuja depend\u00eancia acarreta perturba\u00e7\u00f5es mentais, al\u00e9m de manifesta\u00e7\u00f5es que afetam sua sa\u00fade f\u00edsica, rea\u00e7\u00f5es individuais e, por isso, necessitam de tratamento9 . A doen\u00e7a denominada alcoolismo, uma vez instalada n\u00e3o tem cura, havendo somente a absten\u00e7\u00e3o como solu\u00e7\u00e3o, lembrando que o alcoolista quando deixa de beber n\u00e3o \u00e9 considerado curado, e sim uma pessoa em recupera\u00e7\u00e3o10.<br \/>\nO \u00e1lcool funciona como mecanismo de fuga para sentimentos vinculados a tra\u00e7os de personalidade, em que a fantasia apresenta uma fonte de satisfa\u00e7\u00e3o. Entre os principais fatores ambientais que influenciam o aparecimento do alcoolismo, destacam-se as press\u00f5es dos amigos e as indu\u00e7\u00f5es do meio familiar para beber11.<br \/>\nAproximadamente, um em cada tr\u00eas dependentes de \u00e1lcool tem um hist\u00f3rico familiar de alcoolismo, e a probabilidade de separa\u00e7\u00e3o e div\u00f3rcio entre casais \u00e9 aumentada em tr\u00eas vezes quando essa uni\u00e3o se d\u00e1 com um dependente desta subst\u00e2ncia psicoativa12.<br \/>\nA reca\u00edda \u00e9 o momento em que uma pessoa dependente e em recupera\u00e7\u00e3o volta ao uso da subst\u00e2ncia que causa depend\u00eancia, sendo um acontecimento inconscientemente programado pelo dependente e concretizado no exato momento em que ele volta a consumir a subst\u00e2ncia13. Ela pode ser vista como um processo de transi\u00e7\u00e3o; nesta fase, uma s\u00e9rie de eventos pode ou n\u00e3o ser seguida por um retorno aos n\u00edveis b\u00e1sicos do comportamento anterior, fazendo parte de um processo de mudan\u00e7as que \u00e9 essencial para que a pessoa possa aprender com a experi\u00eancia e recome\u00e7ar a sua abstin\u00eancia14.<br \/>\nSegundo o modelo de preven\u00e7\u00e3o da reca\u00edda, os seus determinantes s\u00e3o classificados em duas categorias: imediatos, que resultam do confronto entre uma pessoa ativamente investida em atingir e manter a abstin\u00eancia e um cen\u00e1rio atual de risco; e antecedentes, que envolvem for\u00e7as que atuam de forma n\u00e3o consciente, aumentando a vulnerabilidade e a probabilidade de a pessoa recair15.<br \/>\nO alcoolista pode ser encarado socialmente como um doente ou um indiv\u00edduo com desvios de personalidade. \u00c9 importante ressaltar que a reconstru\u00e7\u00e3o da identidade de alcoolista, ap\u00f3s a fase de abstin\u00eancia, depende de que pessoas significativas para ele sejam capazes de acreditar nele, com isso, incentivando-o a evitar a reca\u00edda.<\/p>\n<p>METODOLOGIA<br \/>\nEste estudo \u00e9 de natureza descritiva, com abordagem qualitativa, que permitiu analisar o papel que a fam\u00edlia exerce no processo de preven\u00e7\u00e3o da reca\u00edda do alcoolismo. Foi realizado na Secretaria Municipal de Sa\u00fade e Defesa Civil do Rio de Janeiro (SMSDCRJ), que desenvolve o Projeto Arco-\u00cdris e no Centro de Ensino, Pesquisa e Refer\u00eancia em Alcoologia e Adictologia (CEPRAL\/Hospital Escola S\u00e3o Francisco de Assis\/Universidade Federal do Rio de Janeiro), no per\u00edodo de julho a setembro de 2009.<br \/>\nOs sujeitos do estudo foram 31 clientes, sendo 11 servidores p\u00fablicos municipais que buscaram ou foram encaminhados para atendimento especializado, por apresentarem problemas relacionados com o uso abusivo de \u00e1lcool, e 20 sujeitos que integraram o Grupo de Reflex\u00e3o, atividade integrante do CEPRAL. O crit\u00e9rio de sele\u00e7\u00e3o utilizado foi intencional, levando em conta a homogeneidade dos participantes, para que fosse poss\u00edvel obter resultados aprofundados sobre o tema, levando em considera\u00e7\u00e3o que cada grupo tem seu lugar espec\u00edfico na realidade social.<br \/>\nComo crit\u00e9rios de inclus\u00e3o na amostra, foram considerados alcoolistas (homens e mulheres) entre 18 e 65 anos de idade, trabalhadores e n\u00e3o trabalhadores, com n\u00edvel de instru\u00e7\u00e3o superior, m\u00e9dio ou elementar, que, voluntariamente, concordassem em participar do estudo. Os clientes assinaram o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE). Os participantes foram identificados pela letra P e o n\u00famero de ordem de inclus\u00e3o no estudo. Exemplo: P1, P2&#8230;<br \/>\nComo t\u00e9cnica de coleta de dados optou-se pela realiza\u00e7\u00e3o do grupo focal. E para desenvolv\u00ea-la, a autora contou com a participa\u00e7\u00e3o de duas moderadoras para cada cen\u00e1rio de pr\u00e1tica. As sess\u00f5es foram gravadas em MP3 (gravador), com autoriza\u00e7\u00e3o dos participantes.<br \/>\nAp\u00f3s a coleta, os dados sofreram categoriza\u00e7\u00e3o, codifica\u00e7\u00e3o, registro e an\u00e1lise. A partir da an\u00e1lise de conte\u00fado foi elaborada a categoria A fam\u00edlia, com duas subcategorias e 28 (46%) unidades de registro (UR).<br \/>\nO estudo foi submetido aos procedimentos normativos do Comit\u00ea de \u00c9tica em Pesquisa (CEP) da Secretaria Municipal de Sa\u00fade e Defesa Civil do Rio de Janeiro, sendo aprovado em 02 de mar\u00e7o de 2009 &#8211; CAAE: 0019.0.314.000 \u2013 09, sob protocolo n\u00ba 25\/09. Em rela\u00e7\u00e3o aos grupos focais integrantes do CEPRAL, a pesquisa foi aprovada pelo CEP da Escola de Enfermagem Anna Nery, sob protocolo no 031\/2007, que \u00e9 integrante do projeto de extens\u00e3o intitulado Os problemas relacionados ao uso, abuso e depend\u00eancia de \u00e1lcool e outras drogas na sa\u00fade da comunidade.<\/p>\n<p>RESULTADOS E DISCUSS\u00c3O<br \/>\nDurante a realiza\u00e7\u00e3o dos grupos focais, os participantes discorreram a respeito da categoria import\u00e2ncia da fam\u00edlia na preven\u00e7\u00e3o da reca\u00edda no alcoolismo, salientando as subcategorias viol\u00eancia intrafamiliar e medo do mau exemplo dado aos filhos, devido ao uso abusivo do \u00e1lcool.<\/p>\n<p>A VIOL\u00caNCIA INTRAFAMILIAR<br \/>\nA fam\u00edlia pode ser descrita como um sistema em que cada membro est\u00e1 interligado, de forma que qualquer mudan\u00e7a em uma das partes reflete-se em toda a estrutura, e cada um \u00e9 agente participante desse fen\u00f4meno16. Uma destas mudan\u00e7as \u00e9 a viol\u00eancia intrafamiliar, nas fam\u00edlias com hist\u00f3rico de alcoolismo17, e sua incid\u00eancia tem sido considerada maior em abusadores de subst\u00e2ncias psicoativas na maioria das sociedades e culturas e presente nos diferentes grupos econ\u00f4micos18.<br \/>\nEntende-se por viol\u00eancia intrafamiliar, toda a\u00e7\u00e3o ou omiss\u00e3o que prejudique o bem-estar, a integridade f\u00edsica, psicol\u00f3gica ou a liberdade e o direito ao pleno desenvolvimento de um membro da fam\u00edlia, podendo ser cometida dentro e fora de casa, por qualquer um de seus integrantes que esteja em rela\u00e7\u00e3o de poder com a pessoa agredida18. Esta viol\u00eancia resulta de problemas que afetam os grupos intrafamiliares, a exemplo do uso abusivo de \u00e1lcool e drogas.<br \/>\nA prop\u00f3sito, quando questionados sobre o motivo que os fizeram buscar a preven\u00e7\u00e3o da reca\u00edda, 15 participantes alegaram a viol\u00eancia intrafamiliar, como comprovam certos depoimentos:<br \/>\n[&#8230;] para n\u00e3o destruir minha fam\u00edlia, pois cheguei \u00e0 agress\u00e3o. (P1)<br \/>\n[&#8230;] o principal motivo foi para n\u00e3o ter a destrui\u00e7\u00e3o da minha fam\u00edlia, porque eu batia na minha esposa e nos meus filhos. (P3)<br \/>\n[&#8230;] foi para n\u00e3o acabar com a fam\u00edlia que eu agredia tanto, no f\u00edsico e no psicol\u00f3gico. (P14)<br \/>\n[&#8230;] Tenho medo que minha fam\u00edlia acabe, que minha mulher e meus filhos v\u00e3o embora, porque eu batia neles. (P21)<br \/>\nConstata-se, portanto, que a op\u00e7\u00e3o por parar de beber resultou do reconhecimento de que, quando estavam sob efeito da bebida, os epis\u00f3dios de agress\u00e3o intrafamiliar eram constantes. Sendo assim, e considerando que o \u00e1lcool \u00e9 a subst\u00e2ncia psicoativa que mais causa dist\u00farbios de comportamento, os profissionais de sa\u00fade devem ficar atentos para a detec\u00e7\u00e3o de poss\u00edveis agressores, e diante da constata\u00e7\u00e3o de ocorr\u00eancia deste tipo, realizar o encaminhamento, tanto da v\u00edtima quanto do agressor, aos \u00f3rg\u00e3os competentes para que se possa ajud\u00e1-los no processo de recupera\u00e7\u00e3o.<br \/>\nNa d\u00e9cada atual, a m\u00eddia em geral tem alertado bastante para a viol\u00eancia intrafamiliar relacionada ao abuso de \u00e1lcool, relatando casos como agress\u00f5es f\u00edsicas que podem levar \u00e0 morte da v\u00edtima, principalmente quando se trata de crian\u00e7as ou de pessoas mais idosas.<br \/>\nO alcoolismo envolve situa\u00e7\u00f5es que podem gerar viol\u00eancia no ambiente familiar, portanto os alcoolistas agressores, quando conscientes, percebem que podem ser abandonados pela fam\u00edlia agredida, como confirmaram em seus depoimentos:<br \/>\nTenho medo de retornar ao \u00e1lcool, devido ao desamparo familiar. (P18)<br \/>\n[&#8230;] n\u00e3o quero que minha fam\u00edlia me abandone, por isso parei de usar \u00e1lcool. (P30)<br \/>\nO indiv\u00edduo percebe que no in\u00edcio ele permanece cercado pela fam\u00edlia e pelos amigos; por\u00e9m, a partir do momento em que a doen\u00e7a se instala e progride, as pessoas que estavam ao seu redor come\u00e7am a se afastar. A fam\u00edlia, em algumas situa\u00e7\u00f5es, se isola do doente por medo dos momentos de viol\u00eancia gerados pela bebida.<br \/>\n\u00c9 quando surge a percep\u00e7\u00e3o de isolamento, de estar somente em companhia da bebida, o que traz um vazio angustiante e a certeza de que algo est\u00e1 errado e precisa ser mudado. O alcoolista, sentindo-se sozinho e fragilizado, procura ajuda e uma forma de retomar sua vida anterior, como relatou o depoente a seguir:<br \/>\nQuando voc\u00ea est\u00e1 no fundo do po\u00e7o \u00e9 muito dif\u00edcil um ente querido te dar a m\u00e3o para retornar ao conv\u00edvio social. (P23)<br \/>\nQuando a fam\u00edlia tende a marginalizar o alcoolista, \u00e9 importante que o profissional de sa\u00fade alerte para a necessidade de apoi\u00e1-lo, a fim de evitar futuras reca\u00eddas, j\u00e1 que sem este apoio o retorno ao conv\u00edvio social ser\u00e1 ainda mais dif\u00edcil para ele. Na experi\u00eancia profissional das autoras, tem sido observado que para o alcoolista, sem apoio familiar, \u00e9 muito dif\u00edcil parar de beber ou evitar a reca\u00edda. Portanto, os familiares precisam compreender que a reca\u00edda \u00e9 uma fase do alcoolismo, e que se ocorreu, o motivo pode estar no meio familiar.<br \/>\nEntende-se, portanto, que os problemas aumentam de acordo com a progress\u00e3o da doen\u00e7a, obrigando a fam\u00edlia a passar por uma esp\u00e9cie de reestrutura\u00e7\u00e3o, devido \u00e0s mudan\u00e7as provocadas por um membro que j\u00e1 n\u00e3o mais atua de forma coletiva, e sim em fun\u00e7\u00e3o dele pr\u00f3prio.<br \/>\nEm s\u00edntese, a fam\u00edlia do alcoolista \u00e9 diretamente atingida pelos males do alcoolismo, principalmente quando a pessoa doente \u00e9 quem responde pelo sustento de todos. Ao n\u00e3o conseguir mais cumprir o seu papel e atender as expectativas familiares, surgem os preju\u00edzos de ordem financeira e tamb\u00e9m moral, que resultam na perda da sua lideran\u00e7a no grupo.<br \/>\nO \u00e1lcool \u00e9 apontado como a subst\u00e2ncia mais relacionada \u00e0s mudan\u00e7as de comportamento que resultam em viol\u00eancia, especialmente a intrafamiliar19, como confirmam os seguintes relatos:<br \/>\n[&#8230;] bebi durante anos, mas quando estava s\u00f3brio sempre fui calmo. Agora, quando bebia, era um horror, agredia todo mundo l\u00e1 em casa. (P12)<br \/>\n[&#8230;] se eu n\u00e3o estivesse totalmente b\u00eabado, n\u00e3o teria feito isto [agress\u00e3o ao familiar] (P17)<br \/>\n[&#8230;] nunca fui acusado de fazer viol\u00eancia quando estava s\u00f3brio. Fazia isto [viol\u00eancia] quando estava muito b\u00eabado. (P28)<br \/>\nDiante do exposto, deve-se evitar demonstra\u00e7\u00f5es de preconceito, indiferen\u00e7a, nega\u00e7\u00e3o e temor diante do problema de viol\u00eancia intrafamiliar e a suas consequ\u00eancias, agindo em prol da detec\u00e7\u00e3o precoce do alcoolismo e na preven\u00e7\u00e3o de situa\u00e7\u00f5es potencialmente perigosas.<br \/>\nMedo do mau exemplo aos filhos<br \/>\nO exemplo dos pais \u00e9 um importante fator no padr\u00e3o inicial do consumo de subst\u00e2ncias, especialmente no caso de filhos que apresentam dificuldades de relacionamento social, pois os padr\u00f5es de comportamento aprendidos sofrem influ\u00eancia de modelos e expectativas da sociedade20. Nesse sentido, o alcoolista manifesta uma real preocupa\u00e7\u00e3o diante da possibilidade de que seus filhos sigam seu exemplo, como relataram:<br \/>\nTenho medo de um dos meus filhos seguirem o mesmo caminho e come\u00e7ar a beber tamb\u00e9m. (P2) Tenho medo que o meu filho siga o mesmo caminho do alcoolismo. (P5)<br \/>\nMeu medo \u00e9 ver uma filha minha num caso desses [alcoolismo]. (P7)<br \/>\n[&#8230;] tenho medo dos meus filhos beberem tamb\u00e9m, porque eu bebo, meu marido tamb\u00e9m gosta, e meu pai era alcoolista. (P19)<br \/>\nO alcoolista, tendo consci\u00eancia de sua doen\u00e7a, demonstra n\u00e3o querer reproduzir um exemplo ruim para seus filhos que acompanham a sua trajet\u00f3ria. Al\u00e9m disso, a possibilidade de ver um filho envolvido em situa\u00e7\u00e3o semelhante e de n\u00e3o poder orient\u00e1-lo sobre os malef\u00edcios do caminho escolhido, torna-se frustrante por afetar diretamente sua fun\u00e7\u00e3o de pai e orientador.<br \/>\nEu n\u00e3o queria que ela [filha] descobrisse nunca, para n\u00e3o me tirar como um mau elemento, uma coisa que n\u00e3o prestasse como pai. (P16)<br \/>\nS\u00e3o os meus filhos&#8230; eu fa\u00e7o tudo para n\u00e3o voltar para a ativa para eles n\u00e3o me verem mais b\u00eabado. (P21)<br \/>\n\u00c9 o meu filho mais novo porque, al\u00e9m de mim, ele tem o av\u00f4 que tamb\u00e9m bebia. (P23)<br \/>\nUm motivo que me deixa com muito medo \u00e9 n\u00e3o estar dando um bom exemplo para minhas filhas. Eu fico imaginando assim: elas nunca perceberam? Elas n\u00e3o sabem? Se sabem, nunca comentam&#8230; mas acredito que n\u00e3o&#8230; tenho muito medo delas me cobrarem isso. (P26)<br \/>\nConfirma-se, portanto, a preocupa\u00e7\u00e3o do alcoolista, considerando que o ambiente familiar \u00e9 visto como parte importante na determina\u00e7\u00e3o do consumo de \u00e1lcool, porque h\u00e1 fortes ind\u00edcios de que este consumo esteja associado \u00e0 neglig\u00eancia, rejei\u00e7\u00e3o, distanciamento emocional dos pais e tens\u00e3o familiar, com o agravante de que a imaturidade dos filhos pode contribuir para que adotem o padr\u00e3o de beber dos pais20.<br \/>\nTenho medo que fa\u00e7am a mesma coisa. (P30)<br \/>\nN\u00e3o bebo em bar, bebo em casa e tenho medo de perder o controle e meus filhos perceberem. (P31)<br \/>\nSabe-se que a adolesc\u00eancia \u00e9 uma fase em que o indiv\u00edduo est\u00e1 iniciando sua busca pela pr\u00f3pria identidade, julgando-se imune a tudo e at\u00e9 mesmo indestrut\u00edvel. Assim, para ele, a sa\u00fade \u00e9 um bem que nunca ser\u00e1 perdido, porque lhe \u00e9 inerente21. No caso dos adolescentes, eles acreditam que est\u00e3o protegidos contra acidentes e demais problemas, inclusive os de sa\u00fade, com isso tornam-se vulner\u00e1veis \u00e0 situa\u00e7\u00e3o de risco, como \u00e9 o caso da ingest\u00e3o abusiva do \u00e1lcool22.<br \/>\nVale lembrar que, em geral, os profissionais de sa\u00fade s\u00f3 tomam consci\u00eancia da exist\u00eancia dos filhos dos alcoolistas quando estes relatam as dificuldades que os filhos come\u00e7am a apresentar na escola23. Portanto, \u00e9 imprescind\u00edvel que, desde o momento do acolhimento do alcoolista na institui\u00e7\u00e3o de tratamento, os profissionais atuem efetivamente junto ao grupo familiar, pois j\u00e1 ficou constatado que a preven\u00e7\u00e3o da reca\u00edda s\u00f3 \u00e9 vi\u00e1vel e bem sucedida se a fam\u00edlia estiver presente e consciente do problema24.<\/p>\n<p>CONCLUS\u00c3O<br \/>\nA fam\u00edlia, apesar de ser diretamente atingida pelos males do alcoolismo, \u00e9 importante no processo de recupera\u00e7\u00e3o do alcoolista, e isto deve ser explicado aos seus integrantes pelos profissionais de sa\u00fade, para que compreendam que o alcoolismo \u00e9 uma doen\u00e7a e que o apoio familiar \u00e9 fundamental na preven\u00e7\u00e3o da reca\u00edda, al\u00e9m de ser tamb\u00e9m um aprendizado da melhor forma de lidar com o alcoolista a fim de construir com ele uma rela\u00e7\u00e3o familiar saud\u00e1vel.<br \/>\nA partir das informa\u00e7\u00f5es obtidas, junto aos sujeitos alcoolistas, p\u00f4de-se perceber o esfor\u00e7o deles no sentido de prevenir a reca\u00edda, evidenciando o desejo de que a reca\u00edda n\u00e3o aconte\u00e7a para evitar o seu descr\u00e9dito junto aos seus filhos e aos outros familiares.<br \/>\nDa an\u00e1lise desta quest\u00e3o, \u00e9 poss\u00edvel concluir que \u00e9 importante a implementa\u00e7\u00e3o de um programa de acompanhamento para os filhos dos alcoolistas, pois no ambiente familiar desestabilizado em que se encontram, podem ficar emocionalmente abalados e prejudicados no seu desenvolvimento ps\u00edquico.<br \/>\nO profissional de sa\u00fade serve de elo de liga\u00e7\u00e3o entre a fam\u00edlia e o alcoolista. No entanto, cabe ao profissional conhecer n\u00e3o s\u00f3 as necessidades do paciente, mas tamb\u00e9m de sua fam\u00edlia, a qual continua ignorada, sendo mera coadjuvante no tratamento do alcoolismo.<br \/>\nE, para facilitar o processo, a preven\u00e7\u00e3o da reca\u00edda deve ser incorporada com prioridade na agenda dos servi\u00e7os p\u00fablicos e o enfermeiro, junto \u00e0 equipe de sa\u00fade, pode ser o principal articulador desse processo.<\/p>\n<p>Refer\u00eancias<br \/>\n1.Laranjeira R, Pinsky I. O alcoolismo. S\u00e3o Paulo: Contexto; 1998.<br \/>\n2.Ramos SP, Bertolote JM. Alcoolismo hoje. Porto Alegre (RS): Artes M\u00e9dicas; 1997.<br \/>\n3.Organiza\u00e7\u00e3o Mundial da Sa\u00fade. Organiza\u00e7\u00e3o PanAmericana de Sa\u00fade. CID 10: Manual da Classifica\u00e7\u00e3o Internacional de Doen\u00e7as e Problemas Relacionados \u00e0 Sa\u00fade. S\u00e3o Paulo: OMS; 1998.<br \/>\n4.Donato M. Reinser\u00e7\u00e3o do trabalhador alcoolista no contexto laboral: a percep\u00e7\u00e3o do enfermeiro do trabalho [tese de doutorado].Rio de Janeiro: Universidade Federal do Rio de Janeiro; 2002.<br \/>\n5. Davidson PO, Davidson DM, editors. Behavioral medicine: changing health lifestyles. New York: Brunner \/ Mazel; 1980.<br \/>\n6.Rigotto SD, Gomes BW. Contextos de abstin\u00eancia e de reca\u00edda na recupera\u00e7\u00e3o da depend\u00eancia qu\u00edmica. Psic Teor Pesq. 2002; 8 (1): 95-106.<br \/>\n7.Guimar\u00e3es ABP, Hochgraf PB, Brasiliano S, Ingberman YK. Aspectos familiares de meninas adolescentes dependentes de \u00e1lcool e drogas. Rev Psiq Cl\u00edn. 2009;36(2):69-74.<br \/>\n8.Donato M. Atua\u00e7\u00e3o de uma equipe multiprofissional no combate ao alcoolismo: uma contribui\u00e7\u00e3o para o enfermeiro do trabalho [disserta\u00e7\u00e3o de mestrado] Rio de Janeiro: Universidade Federal do Rio de Janeiro; 1998.<br \/>\n9.Minist\u00e9rio da Sa\u00fade (Br). \u00c1lcool e redu\u00e7\u00e3o de danos. uma abordagem inovadora para pa\u00edses em transi\u00e7\u00e3o. Bras\u00edlia (DF): Editora MS; 2004.<br \/>\n10.Minist\u00e9rio da Sa\u00fade (Br). Anais do Semin\u00e1rio sobre Alcoolismo e Vulnerabilidade \u00e0s DST\/AIDS entre os Povos Ind\u00edgenas da Macrorregi\u00e3o Sul, Sudeste e Mato Grosso do Sul. Bras\u00edlia (DF): MS; 2001.<br \/>\n11.Nascimento EC, JustoJS. Vidas errantes e alcoolismo: uma quest\u00e3o social. Psicol Reflex Crit. 2000; 13: 529-38. 12.National Association for Children of Alcoholics (NACOA). Coa Organizations. 1997; 21: 267-71.<br \/>\n13.Buchele F, Marcatti M, Rabelo DL. Depend\u00eancia qu\u00edmica e preven\u00e7\u00e3o \u00e0 reca\u00edda. Texto contexto-enferm. 2004; 13: 233-40.<br \/>\n14.Jungerman F, Laranjeira R. Entrevista motivacional: bases te\u00f3ricas e pr\u00e1ticas. J Bras Psiquiatr. 1999; 48 (5): 197-207.<br \/>\n15.Trigo M. Terapia para a preven\u00e7\u00e3o da reca\u00edda na depend\u00eancia de subst\u00e2ncias: os modelos de Alan Marlatt e de Terence Gorski: aplica\u00e7\u00f5es \u00e0 nicotino-depend\u00eancia. Rev Port Clin Geral. 2006; 22: 299-328.<br \/>\n16.Schenker M, Minayo MCS. A import\u00e2ncia da fam\u00edlia no tratamento do uso abusivo de drogas: uma revis\u00e3o da literatura. Cad Sa\u00fade P\u00fablica. 2004; 20: 649-59.<br \/>\n17.Santos ECV, Martin D. Cuidadoras de pacientes alcoolistas no munic\u00edpio de Santos, SP, Brasil. Rev Bras Enferm. 2009; 62: 194-9.<br \/>\n18.Minist\u00e9rio da Sa\u00fade (Br). Secretaria de Pol\u00edticas de Sa\u00fade. Viol\u00eancia intrafamiliar: orienta\u00e7\u00f5es para pr\u00e1tica em servi\u00e7o. Bras\u00edlia (DF): Minist\u00e9rio da Sa\u00fade; 2001.<br \/>\n19.Gomes R, Deslandes SF, Veiga MM, Bhering C, Santos JFC. Por que as crian\u00e7as s\u00e3o maltratadas? Explica\u00e7\u00f5es para a pr\u00e1tica de maus-tratos infantis na literatura. Cad Sa\u00fade P\u00fablica. 2002; 18 (3): 2-4.<br \/>\n20.Miranda FAN, Simpson CA, Azevedo DM, Costa SS. O impacto negativo dos transtornos do uso e abuso do \u00e1lcool na conviv\u00eancia familiar. Rev Eletr Enf Goi\u00e2nia. 2006; 8: 222-32.<br \/>\n21.Saito MI. Desnutri\u00e7\u00e3o: medicina do adolescente. S\u00e3o Paulo: Sarvier; 1993.<br \/>\n22.Pechansky F, Szobot CM, Scivoletto S. Uso de \u00e1lcool entre adolescentes: conceitos, caracter\u00edsticas epidemiol\u00f3gicas e fatores etiopatog\u00eancos. Rev Bras Psiquiatr. 2004; 26 (supl I): 14-7.<br \/>\n23.Silva MRS. Fam\u00edlia do alcoolista; o retrato que emerge da literatura. Fam Sa\u00fade Desenv. 2003; 5 (1): 9-18.<br \/>\n24.Felipe ICV, Gomes AMT. Consumo de \u00e1lcool entre acad\u00eamicos da \u00e1rea da sa\u00fade: implica\u00e7\u00f5es para pr\u00e1tica profissional. Rev enferm UERJ. 2014; 22:35-41<br \/>\nFonte: http:\/\/www.facenf.uerj.br\/v22n3\/v22n3a08.pdf, visto em 09\/11\/2017.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Aluna: Eloisa de Almeida Ara\u00fajo RESUMO: O objeto deste estudo \u00e9 o apoio familiar como fator de preven\u00e7\u00e3o da reca\u00edda no alcoolismo. O objetivo foi analisar a import\u00e2ncia da fam\u00edlia no processo preventivo dessa reca\u00edda. 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