{"id":1858,"date":"2017-12-18T08:33:03","date_gmt":"2017-12-18T11:33:03","guid":{"rendered":"http:\/\/clinicajorgejaber.com.br\/novo\/?p=1858"},"modified":"2017-12-18T08:33:03","modified_gmt":"2017-12-18T11:33:03","slug":"metaforas-e-dependencia-quimica","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/clinicajorgejaber.com.br\/novo\/2017\/12\/metaforas-e-dependencia-quimica\/","title":{"rendered":"Met\u00e1foras e Depend\u00eancia Qu\u00edmica"},"content":{"rendered":"<p>Aluna: Sidilene Rodrigues Silva.<\/p>\n<p>Met\u00e1foras est\u00e3o presentes no discurso de dependentes qu\u00edmicos participantes de grupos de ajuda m\u00fatua. Neste estudo, procurou\u2013se identificar, atrav\u00e9s da an\u00e1lise do conte\u00fado do discurso de quatro participantes de um grupo de ajuda m\u00fatua de dependentes qu\u00edmicos, as met\u00e1foras relativas \u00e0 depend\u00eancia qu\u00edmica e aos processos de reca\u00edda e de recupera\u00e7\u00e3o e suas rela\u00e7\u00f5es com a teoria, impl\u00edcita ou expl\u00edcita, sobre depend\u00eancia qu\u00edmica, adotada por esses participantes. As entrevistas foram semi-estruturadas, gravadas e transcritas. Os resultados indicaram a presen\u00e7a de sete met\u00e1foras: duas acerca do processo de reca\u00edda, uma relativa ao processo de recupera\u00e7\u00e3o, duas acerca da depend\u00eancia qu\u00edmica e duas a respeito do grupo de ajuda m\u00fatua. Evidenciou-se uma congru\u00eancia entre essas met\u00e1foras e o modelo de depend\u00eancia qu\u00edmica como doen\u00e7a cr\u00f4nica, nos moldes tradicionais do Alco\u00f3licos An\u00f4nimos.<br \/>\nMet\u00e1foras est\u00e3o presentes na linguagem cotidiana e, de acordo com Vosniadou e Ortony (1989), s\u00e3o analogias que nos permitem mapear uma experi\u00eancia atrav\u00e9s da terminologia de uma outra experi\u00eancia, contribuindo para a compreens\u00e3o de t\u00f3picos complexos ou novas situa\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Cinco raz\u00f5es levam Moser (2000) a propor a an\u00e1lise da met\u00e1fora como um instrumento valioso na pesquisa psicol\u00f3gica: 1) elas influenciam o processamento da informa\u00e7\u00e3o, nos processos de auto-reflex\u00e3o, antecipa\u00e7\u00e3o de a\u00e7\u00f5es e comunica\u00e7\u00e3o interpessoal; 2) s\u00e3o uma operacionaliza\u00e7\u00e3o confi\u00e1vel e acess\u00edvel do conhecimento t\u00e1cito; 3) s\u00e3o representa\u00e7\u00f5es hol\u00edsticas de compreens\u00e3o e conhecimento; 4) as met\u00e1foras convencionais s\u00e3o exemplos de a\u00e7\u00e3o automatizada e, de sua an\u00e1lise, pode-se identificar uma determinada teoria impl\u00edcita; e, por \u00faltimo, elas refletem processos de compreens\u00e3o social e cultural.<\/p>\n<p>Nos grupos de ajuda m\u00fatua, cujos participantes apresentam uma hist\u00f3ria de depend\u00eancia qu\u00edmica, \u00e9 bastante freq\u00fcente ouvirem-se depoimentos de seus membros em que determinadas met\u00e1foras s\u00e3o utilizadas para descrever os processos de recupera\u00e7\u00e3o e de reca\u00edda, o significado da depend\u00eancia como doen\u00e7a, e assim por diante.<br \/>\n, atrav\u00e9s da an\u00e1lise de verbaliza\u00e7\u00f5es de dependentes qu\u00edmicos, emitidas em reuni\u00f5es de um determinado grupo de ajuda, observaram o uso freq\u00fcente das seguintes met\u00e1foras: escalar uma cachoeira, carregar um fardo, reacender uma vela e estar com o p\u00e9 na lama. As duas primeiras (cachoeira e fardo) destacam a necessidade da persist\u00eancia diante dos obst\u00e1culos, o custo da resposta envolvido no processo de mudan\u00e7a de comportamento e de atitude frente \u00e0 droga. A terceira (reacender a vela) se relaciona-se com uma concep\u00e7\u00e3o de depend\u00eancia qu\u00edmica como doen\u00e7a cr\u00f4nica e progressiva, ao enfatizar que, com o primeiro gole, reativa-se o processo de perda de controle: reacende-se a chama, finalmente, a met\u00e1fora do &#8220;p\u00e9-na-lama&#8221; faz refer\u00eancia a outras analogias: &#8220;lixo humano&#8221; e &#8220;vegetal&#8221;, associadas aos significados de perda da dignidade e da liberdade humanas a que a reca\u00edda pode conduzir.<\/p>\n<p>Participantes: quatro dependentes qu\u00edmicos em processo de recupera\u00e7\u00e3o junto a um grupo de ajuda m\u00fatua h\u00e1, pelo menos, cinco anos. Os quatro s\u00e3o do sexo masculino: um com 24 anos de idade, outro com 42, o terceiro com 45 e o quarto com 50.<\/p>\n<p>Procedimento de coleta de dados: entrevista semi-estruturada. Iniciava-se com uma pergunta &#8220;O que \u00e9 reca\u00edda, para ti?&#8221;. O entrevistador centralizava-se em quest\u00f5es que permitissem obter informa\u00e7\u00f5es sobre o conceito de reca\u00edda, as condi\u00e7\u00f5es que facilitam ou dificultam a reca\u00edda, exemplos do cotidiano do dependente. As entrevistas eram gravadas (gravador de som) mediante consentimento expresso do participante.<\/p>\n<p>Utilizou-se para dois dos participantes (C e D) a t\u00e9cnica da recorr\u00eancia, ou seja, ap\u00f3s a an\u00e1lise de conte\u00fado dos dados obtidos na primeira sess\u00e3o, retornava-se \u00e0 segunda sess\u00e3o, com o participante, visando ampliar ou retificar suas informa\u00e7\u00f5es e pontos de vista.<\/p>\n<p>Resultados:<br \/>\nApresenta-se, em rela\u00e7\u00e3o a cada um dos quatro participantes, uma s\u00edntese, atrav\u00e9s da qual se procura identificar as met\u00e1foras empregadas e suas poss\u00edveis rela\u00e7\u00f5es com defini\u00e7\u00f5es do processo de reca\u00edda e sua concep\u00e7\u00e3o a respeito da depend\u00eancia qu\u00edmica<\/p>\n<p>1) Participante A<\/p>\n<p>Este participante estabelece uma diferen\u00e7a entre resvalo (deslize ou escorreg\u00e3o) e reca\u00edda. O resvalo consiste numa perda moment\u00e2nea do autocontrole sobre o uso da droga que pode levar o indiv\u00edduo \u00e0 reca\u00edda, um estado mais prolongado do abuso de droga e que se caracteriza pela chegada ao &#8220;fundo do po\u00e7o&#8221;<\/p>\n<p>2) Participante B<\/p>\n<p>A reca\u00edda \u00e9 vista como uma manifesta\u00e7\u00e3o (sintoma) de uma doen\u00e7a cr\u00f4nica (a depend\u00eancia qu\u00edmica), da qual o indiv\u00edduo \u00e9 portador. Mantendo-se abstinente, o dependente consegue apenas silenciar momentaneamente a sua doen\u00e7a. O principal fator relacionado com o aparecimento desse sintoma seria a desaten\u00e7\u00e3o ou neglig\u00eancia em desenvolver as habilidades necess\u00e1rias de enfrentamento diante das insinua\u00e7\u00f5es da droga, ou seja, ceder \u00e0 tenta\u00e7\u00e3o do &#8220;primeiro gole&#8221;<\/p>\n<p>3) Participante C<\/p>\n<p>Este entrevistado destaca o absurdo (paradoxo) da depend\u00eancia qu\u00edmica: de um lado, o dependente qu\u00edmico desejoso de evitar a sua destrui\u00e7\u00e3o e, de outro, os empecilhos para abandonar a causa de sua pr\u00f3pria destrui\u00e7\u00e3o, o abuso de droga. Para ele, a resolu\u00e7\u00e3o desse impasse est\u00e1 na compreens\u00e3o da depend\u00eancia qu\u00edmica como doen\u00e7a cr\u00f4nica.<\/p>\n<p>4) Participante D<\/p>\n<p>Para este entrevistado, a depend\u00eancia qu\u00edmica \u00e9 vista como doen\u00e7a org\u00e2nica (f\u00edsica) que se caracteriza pelo uso desregrado de determinada(s) subst\u00e2ncia(s) produzindo altera\u00e7\u00e3o neuronal e que, por sua vez, \u00e9 manifesta\u00e7\u00e3o (sintoma) de outra doen\u00e7a.<\/p>\n<p>Como se pode observar, a an\u00e1lise do discurso dos quatro participantes revela com bastante clareza e de forma expl\u00edcita uma compreens\u00e3o sobre a depend\u00eancia qu\u00edmica e o processo de reca\u00edda, o qual se mostrou perfeitamente compat\u00edvel com o modelo de doen\u00e7a que circula entre os participantes desse grupo de ajuda m\u00fatua, como verificamos anteriormente (Pick e Baus, 1996), bem como \u00e9 comum encontrar no discurso de membros dos Alco\u00f3licos An\u00f4nimos ou na literatura respectiva (Alcoholics Anonymous, 1977). Trata-se de uma concep\u00e7\u00e3o de doen\u00e7a cr\u00f4nica, segundo a qual, atrav\u00e9s do processo de recupera\u00e7\u00e3o, consegue-se apenas estabiliz\u00e1-la, ou seja, ao &#8220;primeiro gole&#8221; pode-se novamente despertar o &#8220;dem\u00f4nio&#8221; que estava silenciado momentaneamente.<\/p>\n<p>Refer\u00eancias:<\/p>\n<p>ALCOHOLICS ANONYMOUS. (1977). Viver S\u00f3brio. S\u00e3o Paulo: Centro de Distribui\u00e7\u00e3o de Literatura de Alco\u00f3licos An\u00f4nimos para o Brasil.<\/p>\n<p>MOSER, K. S. (2000, June). Metaphor Analysis in Psychology \u2013 Method, Theory, and Fields of Application [22 paragraphs]. Forum Qualitative Sozialforschung \/ Forum: Qualitative Social Research [On-line Journal], 192). Available at: http:\/\/qualitative-research.net\/fqs\/fqs-e\/2-00inhalt-e.htm<\/p>\n<p>PICK, R. E. &amp; BAUS, J. (1996). An\u00e1lise de conte\u00fado de verbaliza\u00e7\u00f5es de dois participantes de grupo de ajuda m\u00fatua de dependentes qu\u00edmicos relativas aos processos de depend\u00eancia qu\u00edmica e de recupera\u00e7\u00e3o. [Resumos] In: Anais da IV Semana da Pesquisa da UFSC, (p. 262). Florian\u00f3polis, SC: Imprensa Universit\u00e1ria.<\/p>\n<p>VOSNIADOU, S. &amp; ORTONY, A (eds) (1989). Similarity and analogical reasoning. New York: Cambridge University Press.<\/p>\n<p>Fonte: www.Scielo.br<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Aluna: Sidilene Rodrigues Silva. Met\u00e1foras est\u00e3o presentes no discurso de dependentes qu\u00edmicos participantes de grupos de ajuda m\u00fatua. 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