{"id":2593,"date":"2018-07-15T09:17:45","date_gmt":"2018-07-15T12:17:45","guid":{"rendered":"http:\/\/clinicajorgejaber.com.br\/novo\/?p=2593"},"modified":"2018-07-15T09:17:45","modified_gmt":"2018-07-15T12:17:45","slug":"drogas-na-adolescencia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/clinicajorgejaber.com.br\/novo\/2018\/07\/drogas-na-adolescencia\/","title":{"rendered":"Drogas na adolesc\u00eancia"},"content":{"rendered":"<p>Aluno: Mauricio Francisco Ribeiro<\/p>\n<p>Sum\u00e1rio<br \/>\nResumo\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026.3<br \/>\nIntrodu\u00e7\u00e3o:&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..4<br \/>\nModelo de fam\u00edlia\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026.5<br \/>\nAdolescente- conceito\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026.6<br \/>\nIdade do primeiro uso\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026..7<br \/>\nO adolescente e a drogadi\u00e7\u00e3o\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026&#8230;8<br \/>\nO E.C.A e a quest\u00e3o do tratamento para usu\u00e1rios de drogas\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026..9<br \/>\nPol\u00edticas p\u00fablicas no tratamento sobre<br \/>\ndrogas\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.10<br \/>\nConsidera\u00e7\u00f5es finais\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026..11<br \/>\nRefer\u00eancias\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026.12<br \/>\n3- RESUMO.<br \/>\nEste trabalho \u00e9 proveniente de uma pesquisa bibliogr\u00e1fica que tem por finalidade<br \/>\ninvestigar quais as causas que levam grande quantidade de adolescentes a se<br \/>\ntornarem usu\u00e1rios de drogas il\u00edcitas. Neste caso, vimos que os adolescentes no geral<br \/>\nassociam o uso de drogas com a consola\u00e7\u00e3o de sofrimentos, de ang\u00fastias e de<br \/>\nansiedade, e as dificuldades familiares. A droga \u00e9 vista tamb\u00e9m como recurso de<br \/>\nrela\u00e7\u00e3o ao grupo de pares, como escolha na aus\u00eancia de outras atividades prazerosas.<br \/>\nA curiosidade \u00e9 destacada igualmente como raz\u00e3o de procura. No entanto, ainda que<br \/>\nde todos os an\u00fancios, avisos e informa\u00e7\u00f5es, milhares de adolescentes ainda se<br \/>\naniquilam neste mundo. Neste caso, recorremos tamb\u00e9m que o uso de drogas il\u00edcitas<br \/>\nna adolesc\u00eancia est\u00e1 adjunto \u00e0s problem\u00e1ticas sociais como desestrutura familiar e<br \/>\nvulnerabilidade social.<br \/>\nPalavras-chave: Fam\u00edlia, Adolesc\u00eancia, Drogas, Pol\u00edticas P\u00fablicas.<br \/>\n4- INTRODU\u00c7\u00c3O.<br \/>\nO trabalho em quest\u00e3o discute a tem\u00e1tica drogas na adolesc\u00eancia, sendo de<br \/>\ngrande relev\u00e2ncia para estudo na sa\u00fade p\u00fablica,<br \/>\nrequer um olhar bem abrangente para quest\u00f5es corriqueiras do nosso dia-a-dia.<br \/>\nSomado a isso, o interesse em desvendar os motivos que levam um<br \/>\nadolescente a buscar drogas, uma vez que nos deparamos com grande quantidade de<br \/>\nadolescentes envolvidos com a drogadi\u00e7\u00e3o,e constatar da import\u00e2ncia dos pais<br \/>\ncompreenderem seus filhos e alert\u00e1-los para os malef\u00edcios que ocasionam o consumo<br \/>\nde tais subst\u00e2ncias.<br \/>\nPode-se tamb\u00e9m observar a adolesc\u00eancia como o caminho da depend\u00eancia<br \/>\ne desamparo infantis para uma relativa auto sufici\u00eancia e independ\u00eancia adultas.<br \/>\nAo escolher o tema de pesquisa \u201cdrogas na adolesc\u00eancia\u201d, in\u00fameros<br \/>\nsubtemas surgiram, contudo, o que mais interessou foi discutir acerca das drogas<br \/>\nna adolesc\u00eancia entre jovens de 12 a 18 anos.<br \/>\nEntende-se que a adolesc\u00eancia \u00e9 uma fase conflituosa da vida devido \u00e0s<br \/>\ntransforma\u00e7\u00f5es biol\u00f3gicas e psicol\u00f3gicas vividas. Surgem as curiosidades, os<br \/>\nquestionamentos, \u00e0 vontade de conhecer, de experimentar o novo mesmo sabendo<br \/>\ndos riscos, e um sentimento de ser capaz de tomar as suas pr\u00f3prias decis\u00f5es. \u00c9 o<br \/>\nmomento em que o adolescente procura a sua identidade, n\u00e3o mais se baseando<br \/>\napenas nas orienta\u00e7\u00f5es dos pais, mas tamb\u00e9m, nas rela\u00e7\u00f5es que constr\u00f3i com o<br \/>\ngrupo social no qual est\u00e1 inserido, principalmente o grupo de amigos.<br \/>\nNo desenrolar da adolesc\u00eancia, que o indiv\u00edduo \u00e9 particularmente vulner\u00e1vel<br \/>\nn\u00e3o s\u00f3 aos efeitos decorrentes das transforma\u00e7\u00f5es biol\u00f3gicas ocorridas em seu<br \/>\ncorpo, mas tamb\u00e9m das mudan\u00e7as em precedentes provocadas, no mundo<br \/>\nmoderno. Isto quer dizer que a adolesc\u00eancia \u00e9 influenciada pelo ambiente familiar,<br \/>\nsocial e cultural onde o indiv\u00edduo se desenvolve.<br \/>\nMuitas vezes na vida, quando deparamos com situa\u00e7\u00f5es delicadas, sentimonos<br \/>\nna obriga\u00e7\u00e3o de resolver tudo sozinhos ou, no m\u00e1ximo, contando com o aux\u00edlio<br \/>\ndo ouvido carinhoso de um bom amigo. Nossa sociedade nos cobra desempenho o<br \/>\ntempo todo e acabamos por nos impor referenciais em que a fragilidade e\/ou inabilidade<br \/>\ndiante dos problemas \u00e9 sentida de modo devastador.<br \/>\nn\u00e3o s\u00e3o impostos ou trabalhado junto ao adolescente facilita ainda mais o<br \/>\nenvolvimento com o uso de drogas, deixando esse adolescente mais vulner\u00e1vel ao<br \/>\nenvolvimento com o tr\u00e1fico.<br \/>\nNeste aspecto, compreende-se a relev\u00e2ncia deste trabalho para a<br \/>\nsociedade, cujos resultados devem cooperar para compreens\u00e3o deste contexto na<br \/>\nrealidade brasileira. Al\u00e9m da import\u00e2ncia tamb\u00e9m para a sa\u00fade p\u00fablica pelo fato de<br \/>\nproporcionar mais um estudo que permitir\u00e1 a cria\u00e7\u00e3o de projetos voltados para esta<br \/>\ndemanda, o que atinge a extens\u00e3o do tema \u00e0s institui\u00e7\u00f5es acad\u00eamicas, visando seu<br \/>\naprofundamento de cunho cient\u00edfico.<br \/>\nAs hip\u00f3teses constru\u00eddas a partir do objetivo geral deste trabalho foram de<br \/>\nque os adolescentes utilizam drogas, devido a quest\u00f5es particulares, s\u00e3o em sua<br \/>\ngrande maioria de classes menos favorecidas e necessitam de aten\u00e7\u00e3o familiar e de<br \/>\norienta\u00e7\u00e3o especializada.<br \/>\nQuanto aos procedimentos metodol\u00f3gicos, esta pesquisa foi bibliogr\u00e1fica<br \/>\ndescritiva. A amostra se deu a partir dos dados consultados em livros, artigos<br \/>\nrevistas e fontes examinadas em Internet.<br \/>\n5- Modelo de fam\u00edlia.<br \/>\nA fam\u00edlia \u00e9 considerada um dos principais pontos de refer\u00eancia na vida de<br \/>\numa pessoa. Por este motivo, entre outros, ela se tornou tema de estudo e<br \/>\ndiscuss\u00e3o nos mais diversos segmentos da sociedade, bem como nas diferentes<br \/>\nci\u00eancias.<br \/>\nAbordar a quest\u00e3o familiar constitui-se numa tarefa dif\u00edcil e complexa, pois<br \/>\nem torno da fam\u00edlia muita coisa acontece. Observam-se as origens do termo fam\u00edlia.<br \/>\nO conceito de fam\u00edlia segundo Miotto (2010, p.128) \u00e9:<br \/>\nNa conjuntura familiar que se divulgam os sentimentos (amor, \u00f3dio, inveja,<br \/>\ngratid\u00e3o), que a crian\u00e7a aprende a reconhecer-se como \u00fanica (identidade) e como<br \/>\nparte do grupo (sentido de pertencer, o sentido do n\u00f3s). \u201cAt\u00e9 agora n\u00e3o foi<br \/>\ndescoberta outra forma de ensinar gente a ser gente.\u201d (MIOTO,2010, p. 120.<br \/>\nHouve v\u00e1rias mudan\u00e7as com a fam\u00edlia na contemporaneidade que tiveram<br \/>\nprofundas implica\u00e7\u00f5es na configura\u00e7\u00e3o familiar originando v\u00e1rios modelos de fam\u00edlia.<br \/>\nKaslow (2001, p. 37) apud Szymanski (2002, p.10) cita nove tipos de composi\u00e7\u00e3o<br \/>\nfamiliar que podem ser consideradas \u201cfam\u00edlia\u201d: fam\u00edlia nuclear, incluindo duas<br \/>\ngera\u00e7\u00f5es com filhos biol\u00f3gicos; fam\u00edlias extensas, incluindo tr\u00eas ou quatro gera\u00e7\u00f5es;<br \/>\nfam\u00edlias adotivas tempor\u00e1rias (Foster); fam\u00edlias adotivas, que podem ser bi-raciais ou<br \/>\nmulticulturais; casais; fam\u00edlias monoparentais, chefiadas por pai ou m\u00e3e; casais<br \/>\nhomossexuais com ou sem crian\u00e7as; fam\u00edlias reconstitu\u00eddas depois do div\u00f3rcio;<br \/>\nv\u00e1rias pessoas vivendo juntas, sem la\u00e7os legais, mas com forte compromisso m\u00fatuo.<br \/>\nA Constitui\u00e7\u00e3o Federal de 1988, entretanto, regula a forma\u00e7\u00e3o familiar em<br \/>\nseus artigos 226 e 227, reconhecendo a prote\u00e7\u00e3o a tr\u00eas modalidades de fam\u00edlia: a<br \/>\nfam\u00edlia matrimonial, a fam\u00edlia formada na uni\u00e3o est\u00e1vel &#8211; ambas com n\u00edtida<br \/>\npreval\u00eancia da dualidade de sexos \u2013 e a fam\u00edlia monoparental.<br \/>\nSouza (2009) classifica as esp\u00e9cies de fam\u00edlia da seguinte forma:<br \/>\nmatrimonial \u2013 casamento; concubinato; uni\u00e3o est\u00e1vel; fam\u00edlia monoparental; fam\u00edlia<br \/>\nanaparental; fam\u00edlia pluriparental; fam\u00edlia eudemonista; fam\u00edlia ou uni\u00e3o homoafetiva;<br \/>\nfam\u00edlia paralela; fam\u00edlia unipessoal.<br \/>\nDe acordo com Mioto (2010) na conviv\u00eancia familiar acontecem muitos<br \/>\nconflitos entre seus membros, entre g\u00eanero e gera\u00e7\u00f5es nas rela\u00e7\u00f5es de poder,<br \/>\ninteresses econ\u00f4micos, culturais etc. A fam\u00edlia pode ser tamb\u00e9m um espa\u00e7o de<br \/>\nnega\u00e7\u00e3o de direitos como viol\u00eancia intrafamiliar, autoritarismo, opress\u00e3o,<br \/>\nconclui, que \u201ca fam\u00edlia n\u00e3o se constitui, a priori, como um lugar de felicidade\u201d, pois a<br \/>\nfam\u00edlia nem sempre cuida e protege seus familiares como deveriam.<br \/>\nNa rela\u00e7\u00e3o familiar acontecem v\u00e1rios conflitos, mas \u00e9 um lugar onde est\u00e1<br \/>\nformando o car\u00e1ter do futuro cidad\u00e3o (a), a fam\u00edlia tem a incumb\u00eancia de dar<br \/>\naten\u00e7\u00e3o, afeto, educar entre outros.<br \/>\n6- Adolesc\u00eancia &#8211; conceito.<br \/>\nA adolesc\u00eancia \u00e9 uma fase que acontece a transi\u00e7\u00e3o entre a inf\u00e2ncia e a<br \/>\nidade adulta. De acordo com a Organiza\u00e7\u00e3o Mundial de Sa\u00fade (OMS, 2007), a<br \/>\nadolesc\u00eancia estabelece um processo essencialmente biol\u00f3gico de viv\u00eancias<br \/>\norg\u00e2nicas no qual se antecipam o desenvolvimento cognitivo e a estrutura\u00e7\u00e3o da<br \/>\npersonalidade que compreende a pr\u00e9-adolesc\u00eancia (faixa et\u00e1ria de 10-14 anos) e a<br \/>\nadolesc\u00eancia propriamente dita (dos 15-19 anos).<br \/>\nA express\u00e3o adolesc\u00eancia vem do latim e que dizer &#8220;crescer, engrossar,<br \/>\ntornar-se maior, atingir a maioridade&#8221; (TIBA, 1985), o novo dicion\u00e1rio Aur\u00e9lio da<br \/>\nl\u00edngua portuguesa, apresenta que adolescente \u00e9 aquele que &#8220;est\u00e1 no princ\u00edpio, que<br \/>\nainda n\u00e3o atingiu todo vigor&#8221; (HOLANDA FERREIRA, 2010).<br \/>\nO adolescente \u00e9 um viajante que deixou um lugar e ainda n\u00e3o chegou ao seguinte. Vive um<br \/>\nintervalo entre liberdades anteriores e responsabilidades\/compromissos subsequentes; vive<br \/>\numa \u00faltima hesita\u00e7\u00e3o antes dos s\u00e9rios compromissos da fase adulta (LOSACCO, 2005, p.69).<br \/>\nConforme Scivoletto a adolesc\u00eancia \u00e9 um per\u00edodo onde os indiv\u00edduos est\u00e3o<br \/>\nem busca de sua pr\u00f3pria identifica\u00e7\u00e3o. \u00c9 uma ocasi\u00e3o em que querem ser aceitos<br \/>\npor serem eles mesmos e n\u00e3o mais filhos de \u201calguma pessoa\u201d. Questionam as<br \/>\nregras da casa, tenta constituir seu pr\u00f3prio caminhar. Na procura de sua pr\u00f3pria<br \/>\nidentifica\u00e7\u00e3o come\u00e7am a ter opini\u00f5es e ideais pr\u00f3prios, deixando de se refletir<br \/>\napenas nos seus pais, para se permitir sofrer influ\u00eancias tamb\u00e9m pelo grupo de<br \/>\namigos (SCIVOLETTO, 2004).<br \/>\nA adolesc\u00eancia \u00e9 encarada como etapa crucial do processo de crescimento e<br \/>\ndesenvolvimento cujo sinal registrada \u00e9 a mudan\u00e7a, ligada aos aspectos f\u00edsicos e<br \/>\nps\u00edquicos do ser humano, colocado nas mais diferentes culturas (SAITO, 2000).<br \/>\nA fase da adolesc\u00eancia tem sido percebida como um momento \u201ccr\u00edtico\u201d,<br \/>\nper\u00edodo de significa\u00e7\u00f5es da identidade sexual, profissional, de apegos e sujeito a<br \/>\ncrises, muitas vezes tratadas como patol\u00f3gicas, ou at\u00e9 mesmo demarcadas num<br \/>\nquadro t\u00edpico de adolesc\u00eancia, sugerido por SAITO, 2000, p. 9) como uma<br \/>\n\u201cs\u00edndrome da adolesc\u00eancia normal\u201d. Esta s\u00edndrome da adolesc\u00eancia fala da procura<br \/>\nde si mesmo e da identifica\u00e7\u00e3o adulta, separa\u00e7\u00e3o progressiva dos pais, tend\u00eancia<br \/>\ngrupal, obriga\u00e7\u00e3o de intelectualizar e fantasiar, evolu\u00e7\u00e3o da sexualidade, viv\u00eancia<br \/>\ntemporal particular atitude social reivindicat\u00f3ria e invari\u00e1veis altera\u00e7\u00f5es de humor.<br \/>\nH\u00e1 dificuldade de determina\u00e7\u00e3o de limites precisos quanto ao t\u00e9rmino da<br \/>\nadolesc\u00eancia. Existe a tend\u00eancia de prolongamento desta fase devido a uma s\u00e9rie<br \/>\nde fatores de natureza s\u00f3cio-cultural como identidade sexual, rela\u00e7\u00f5es afetivas<br \/>\nest\u00e1veis, capacidade de assumir compromissos profissionais e manter-se<br \/>\neconomicamente, valores pessoais e rela\u00e7\u00f5es com os pais.<br \/>\nOs jovens passaram a difundir em seu meio social a ideia de que voc\u00ea<br \/>\nprecisa descobrir por voc\u00ea mesmo o barato de usar ou n\u00e3o drogas, e isso significa<br \/>\nexperimentar\u201d. O resultado \u00e9 que, durante a \u00faltima d\u00e9cada, ap\u00f3s experimentarem<br \/>\ndrogas, gostam delas, continuaram a us\u00e1-las e estimularem os amigos a fazer o<br \/>\nmesmo.<br \/>\nO uso de drogas pode acender confus\u00f5es agudas (intoxica\u00e7\u00e3o ou overdose)<br \/>\ne cr\u00f4nicas, com agita\u00e7\u00f5es duradouras ou at\u00e9 irrevers\u00edveis. Outros riscos ainda s\u00e3o<br \/>\nconsiderados ao tratar-se de adolescentes, j\u00e1 que todas as subst\u00e2ncias psicoativas,<br \/>\nquando empregadas de forma abusiva, majoram o risco de acidentes e de agress\u00e3o<br \/>\npor determinarem os cuidados de autopreserva\u00e7\u00e3o, j\u00e1 vulner\u00e1veis entre os<br \/>\nadolescentes (FILHO et al , 2007).<br \/>\nO autor citado acima ainda alerta para esta presen\u00e7a quase que<br \/>\ncotidiana das drogas, pois na vida em sociedade torna o tema drogas bastante<br \/>\ncomplexo de ser tratado, porque, se por um lado, se identificam discursos que<br \/>\nintentam construir uma imagem negativa da droga, por outro, existem v\u00e1rios outros<br \/>\nque a erguem de forma positiva. Em se tratando de drogas l\u00edcitas, os meios de<br \/>\ncomunica\u00e7\u00e3o adjudicam imagens pr\u00f3prias ao seu uso. Ainda que o tabaco e o \u00e1lcool<br \/>\nocasionam mais mortes e afli\u00e7\u00e3o que todas as outras drogas ilegais acopladas, tanto<br \/>\numa quanto outra s\u00e3o evidenciadas pela m\u00eddia nas publicidades, com opini\u00f5es de<br \/>\npessoas bem sucedidas, comumente artistas populares de import\u00e2ncia, como por<br \/>\nexemplo de glamour, solicitando a sociabilidade e a incita\u00e7\u00e3o \u00e0 sociedade.<br \/>\nKalina e Laufer (1974, P.) apontam a adolesc\u00eancia como o segundo grande<br \/>\nsalto para a vida: o salto em dire\u00e7\u00e3o a si mesmo, como ser individual.<br \/>\nPor ser uma fase conflituosa, o adolescente precisa de apoio por parte da<br \/>\nfam\u00edlia para enfrentar mudan\u00e7as que ocorrem no comportamento, no corpo e nas<br \/>\nrela\u00e7\u00f5es sociais. \u00c9 uma fase onde o jovem se encontra mais vulner\u00e1vel \u00e1s<br \/>\ninflu\u00eancias diversas e se n\u00e3o estiver bem orientado, com uma base s\u00f3lida, pode<br \/>\noptar por caminhos de fuga, alienando-se de uma realidade que n\u00e3o consegue<br \/>\nenfrentar. Em muitos casos pode tornar-se presa f\u00e1cil para o caminho das drogas,<br \/>\nT\u00e2nia Zagury faz a seguinte observa\u00e7\u00e3o:<br \/>\n(&#8230;) Quando um adolescente diz estar cheio de problemas, isso pode, portanto, significar, dependendo<br \/>\ndas caracter\u00edsticas de cada um, uma simples discuss\u00e3ozinha com os pais em casa ou realmente um<br \/>\nproblema s\u00e9rio como uma gravidez indesejada. E esse conjunto de caracter\u00edsticas pessoais \u00e9 um dos<br \/>\nfatores determinantes para o encaminhamento da resolu\u00e7\u00e3o de problemas. Uns partem para a briga de<br \/>\nfrente, enfrentam, pensam, procuram ajuda e de alguma maneira resolvem seus problemas. Outro pode<br \/>\nprocurar caminhos de fuga, um dos quais podem ser o uso de subst\u00e2ncia que os ajudem a se alienar da<br \/>\nrealidade (ZAGURY, 2000, p.92)<br \/>\nAs drogas est\u00e3o presentes na sociedade e t\u00eam sido alvo da aten\u00e7\u00e3o de<br \/>\nmuitas fam\u00edlias, seja pela preocupa\u00e7\u00e3o com aqueles que n\u00e3o usam, pararam de<br \/>\nusar, ou com os que fazem uso. O caminho das drogas pode mudar todo o curso<br \/>\nnormal de desenvolvimento do jovem, pois as drogas comprometem a sa\u00fade,<br \/>\ninterferindo na mem\u00f3ria e na aprendizagem; causam grandes transtornos n\u00e3o s\u00f3<br \/>\npara os usu\u00e1rios, mas para a fam\u00edlia ou quem est\u00e1 pr\u00f3ximo convivendo no mesmo<br \/>\nespa\u00e7o. Se o adolescente come\u00e7a a fazer uso de drogas o seu rendimento escolar<br \/>\nfica comprometido e tamb\u00e9m o relacionamento com os seus familiares e amigos.<br \/>\n7- Idade do primeiro uso.<br \/>\nA idade de inicia\u00e7\u00e3o ao uso de drogas \u00e9 cada vez mais precoce. Estudo brasileiro mostrou que<br \/>\no uso de drogas por adolescente do sexo feminino e masculino se d\u00e1 por volta dos 12,5 e 12,8<br \/>\nanos para o \u00e1lcool e tabaco, respectivamente; com rela\u00e7\u00e3o a maconha, a coca\u00edna, o crack ,os<br \/>\n13,1 anos para os adolescentes e 14,4 anos para as adolescentes.<br \/>\nNeste caso, \u00e9 de suma import\u00e2ncia fazer o reconhecimento do grupo dos<br \/>\nadolescentes de risco associado ao uso de drogas e \u00e1lcool (PECHANSKY et.al.,<br \/>\n2014).<br \/>\nAcerca da vulnerabilidade e do comportamento sexual de risco do<br \/>\nadolescente:<br \/>\n\u201cPortanto, a adolesc\u00eancia constitui uma fase do ciclo vital vulner\u00e1vel ao uso<br \/>\nde drogas que, associado ao in\u00edcio precoce da vida sexual, favorece o<br \/>\ncomportamento sexual de risco\u201d (MACHADO et.al., 2010,p.285).<br \/>\nDessa maneira, o desafio atualmente \u00e9 a falta de uma pol\u00edtica p\u00fablica<br \/>\natualizada e direcionada para esse adolescente, assegurando sua integralidade e a<br \/>\nqualidade de vida (HORTA; LAGE; SENA, 2009).<br \/>\nNos dias de hoje, nos deparamos com uma grande parcela de adolescentes<br \/>\ngr\u00e1vidas e adolescentes usu\u00e1rios de drogas. Por esta raz\u00e3o, compreendeu-se a<br \/>\nnecessidade de um estudo de revis\u00e3o liter\u00e1ria com o objetivo de salientar sobre as<br \/>\nindispensabilidades de uma aten\u00e7\u00e3o voltada para o per\u00edodo de transi\u00e7\u00e3o entre a<br \/>\ninf\u00e2ncia e a fase adulta, obtendo um foco maior sobre a tem\u00e1tica do uso de drogas e<br \/>\natividades sexual na adolesc\u00eancia.<br \/>\n8- O adolescente e a drogadi\u00e7\u00e3o.<br \/>\nA maturidade e o desenvolvimento do adolescente v\u00e3o depender de diversos<br \/>\nfatores em que o adolescente est\u00e1 inserido, tais como sociais, culturais e hist\u00f3ricos.<br \/>\nA Organiza\u00e7\u00e3o Mundial de Sa\u00fade (OMS) definiu como per\u00edodo cronol\u00f3gico de idade<br \/>\ndos adolescentes de 10 aos 19 anos (SPINDOLA, RIBEIRO, FONTE, 2015).<br \/>\nA adolesc\u00eancia passou a ser vista com olhar anal\u00edtico al\u00e9m do que ela<br \/>\nrepresentava no passado, que seria somente um momento de transforma\u00e7\u00f5es, pois<br \/>\nos adolescentes est\u00e3o cada vez mais em busca de novas sensa\u00e7\u00f5es (LIMA,<br \/>\nNASCIMENTO, ALCHIERI, 2015).<br \/>\nA adolesc\u00eancia \u00e9 uma etapa\/ciclo da vida, que tem a fase inicial (11 a 14<br \/>\nanos de idade), adolesc\u00eancia m\u00e9dia (15 a 17 anos de idade) e adolesc\u00eancia tardia<br \/>\n(18 a 20 anos de idade). A adolesc\u00eancia tende a come\u00e7ar e a terminar mais<br \/>\nprecocemente nas meninas.<br \/>\nO adolescente, quando tem sua primeira experi\u00eancia com a droga, o est\u00e1gio<br \/>\nde consumo e de subst\u00e2ncias como outras drogas aumenta com rapidez, por\u00e9m, na<br \/>\nvida adulta, h\u00e1 uma queda consider\u00e1vel por conta dos compromissos, como a<br \/>\nsustentabilidade de sua fam\u00edlia (PESHANSCKY et. al., 2014).<br \/>\nSegundo \u201ca organiza\u00e7\u00e3o Mundial de Sa\u00fade (OMS) aponta o \u00e1lcool como<br \/>\nsendo a subst\u00e2ncia psicoativa mais consumida por crian\u00e7as e adolescentes. A<br \/>\nm\u00e9dia de idade, no Brasil, para o primeiro uso de \u00e1lcool \u00e9 de 12,5 anos\u201d<br \/>\n(PECHANSKY et. al., 2014, p. 68).<br \/>\nDe acordo com dados epidemiol\u00f3gicos, o in\u00edcio da ingest\u00e3o de \u00e1lcool,<br \/>\ncigarro e outras drogas acontecem principalmente na adolesc\u00eancia. O mecanismo<br \/>\nde a\u00e7\u00e3o de determinadas drogas certamente causar\u00e1 sociabilidade e amplia\u00e7\u00e3o do<br \/>\napetite sexual, que predisp\u00f5e ao adolescente a praticar o ato sexual inseguro<br \/>\n(PECHANSKY et. al., 2014).<br \/>\nA rela\u00e7\u00e3o do uso de subst\u00e2ncia qu\u00edmica e o adolescente \u00e9 a realidade do<br \/>\nnosso pa\u00eds. \u00c9 na faixa et\u00e1ria de transi\u00e7\u00e3o entre a inf\u00e2ncia e a vida adulta que,<br \/>\ncontemporaneamente, as subst\u00e2ncias entorpecentes exercem maior poder de<br \/>\natra\u00e7\u00e3o. Para al\u00e9m de um problema meramente individual daqueles envolvidos na<br \/>\ndif\u00edcil rela\u00e7\u00e3o drogas e juventude, o assunto j\u00e1 se tornou uma quest\u00e3o de sa\u00fade<br \/>\np\u00fablica e com consequ\u00eancias sociais de longo alcance.<br \/>\n\u201cNa opini\u00e3o de todos os grupos, embora n\u00e3o haja um conceito definido sobre<br \/>\ndrogas, os motivos que levam o indiv\u00edduo a usarem drogas \u00e9 n\u00e3o necessariamente<br \/>\nnesta ordem: problemas familiares, fuga de realidade, curiosidade, influ\u00eancia de<br \/>\namigos\u201d. (CURY, 2000: 138)<br \/>\nConforme o autor citado acima sabe-se que, ao passar para a adolesc\u00eancia,<br \/>\no jovem experimenta uma mudan\u00e7a tanto fisiol\u00f3gica quanto psicol\u00f3gica. Ao lado das<br \/>\nmodifica\u00e7\u00f5es em seu corpo, tamb\u00e9m surgem transforma\u00e7\u00f5es nas suas concep\u00e7\u00f5es<br \/>\nem rela\u00e7\u00e3o a si pr\u00f3prio e aos outros. O adolescente passa, ent\u00e3o por um per\u00edodo de<br \/>\nmaior fragilidade. O resultado \u00e9 uma volta para o seu mundo interno, com<br \/>\nquestionamentos sobre os pais, as institui\u00e7\u00f5es e a sociedade.<br \/>\nEntretanto, a vulnerabilidade caracter\u00edstica dessa etapa, pode ser agravada<br \/>\npelo pr\u00f3prio sentimento de onipot\u00eancia presente nessa fase, uma vez que o<br \/>\nadolescente sente-se indestrut\u00edvel e imune a qualquer problema de sa\u00fade<br \/>\nvivenciado pelas outras pessoas (FACUNDO &amp; CASTILLO, 2005).<br \/>\nOs adolescentes, no geral, associam o uso de drogas com o al\u00edvio de<br \/>\nsofrimentos, de ang\u00fastia e de ansiedade e aos problemas familiares, como enfatiza<br \/>\nTiba:<br \/>\n\u201cA droga provoca prazer, mas n\u00e3o \u00e9 boa, pois prejudica o corpo, a mente, a fam\u00edlia e a sociedade.<br \/>\nQuanto maior o uso, maior o preju\u00edzo. Cada ser humano pode ter maior ou menor resist\u00eancia \u00e0 droga,<br \/>\nmas ningu\u00e9m consegue controlar as rea\u00e7\u00f5es bioqu\u00edmicas que ela provoca dentro do organismo\u201d.<br \/>\n(2007:17).<br \/>\nNa fase da adolesc\u00eancia, o indiv\u00edduo se sente pressionado tanto pela fam\u00edlia<br \/>\nquanto pela sociedade em que vive, que exigem uma defini\u00e7\u00e3o e estabelecimento de<br \/>\num rumo para sua vida. O adolescente precisa escolher decidir e definir algo que n\u00e3o \u00e9<br \/>\nf\u00e1cil em um mundo de solicita\u00e7\u00e3o t\u00e3o diferente como o que vivemos.<br \/>\nObserva-se que o consumo de drogas por adolescentes \u00e9 uma realidade em<br \/>\ntodo mundo, que tem se ampliado em todas as sociedades, um fen\u00f4meno complexo,<br \/>\npois \u00e9 na adolesc\u00eancia que o uso de entorpecentes pode causar danos por toda sua<br \/>\nvida. O uso de drogas por adolescentes se constitui em um problema psicossocial,<br \/>\nproblem\u00e1tica que n\u00e3o est\u00e1 inserida apenas em nossa atualidade e sim vem sendo<br \/>\ndiscutida h\u00e1 algum tempo, sendo necess\u00e1rio refletir sobre esse problema,<br \/>\nobjetivando solu\u00e7\u00f5es.<br \/>\nMuitas vezes os adolescentes, em fun\u00e7\u00e3o da pr\u00f3pria necessidade de se<br \/>\nreafirmar na sociedade e de viver novas sensa\u00e7\u00f5es acabam se envolvendo com<br \/>\natividades destrutivas como \u00e9 o uso das drogas. Al\u00e9m disso, a droga \u00e9 utilizada<br \/>\npelos adolescentes para fugir do compromisso, responsabilidade ou at\u00e9 mesmo<br \/>\npreencher um vazio interno que foi ocasionado por um expectativa frustrada em<br \/>\nrela\u00e7\u00e3o a algum assunto mal sucedido.<br \/>\nPor outro lado, o abuso de drogas, em especial do crack, por adolescentes<br \/>\nest\u00e1 vinculado ao crime e a pobreza, evidenciando que fatores econ\u00f4micos implicam<br \/>\nao consumo de drogas.<br \/>\nO crack causa depend\u00eancia em curto per\u00edodo de consumo e tem um efeito<br \/>\ndevastador; \u00e9 a droga que mais est\u00e1 relacionada com a criminalidade, pois quanto<br \/>\nmais se fuma o crack, mais se tem a necessidade de consumi-la. Esse entorpecente<br \/>\n\u00e9 muito utilizado por adolescentes moradores de rua, seu uso faz com que muitos<br \/>\npassem a cometer atos infracionais como forma de sustentar o v\u00edcio.<br \/>\nOs adolescentes drogaditos, na maioria das vezes, passam a consumir<br \/>\nalgum tipo de droga como uma forma de serem vistos e aceitos perante a<br \/>\nsociedade, amigos e fam\u00edlia.<br \/>\nA toxicomania \u00e9 a representante extrema do discurso do consumo, j\u00e1 que nesta sociedade, em<br \/>\nque o que prevalece \u00e9 o consumo desenfreado de objetos, n\u00e3o h\u00e1 melhor consumidor do que aquele que<br \/>\ndepende absolutamente da mercadoria. \u00c9 a partir da\u00ed que consideramos a toxicomania como uma das<br \/>\nsa\u00eddas desse sujeito, que a qualquer pre\u00e7o se submete ao discurso da sociedade de consumo, em que o<br \/>\nimperativo- \u201cN\u00e3o sofra, seja feliz!\u201d-se apresenta como dominante. (2003:120)<br \/>\nAs concep\u00e7\u00f5es sobre os motivos pelos quais as pessoas usam drogas<br \/>\noriginam a\u00e7\u00f5es variadas que v\u00e3o desde o enquadramento do indiv\u00edduo como<br \/>\ndelinquente, at\u00e9 como doente ou v\u00edtima das circunst\u00e2ncias sociais. Como v\u00edtima, que<br \/>\ndeve ser protegido das desigualdades que lhe s\u00e3o dadas. Nos casos dos<br \/>\nadolescentes, os pais n\u00e3o devem tirar conclus\u00f5es apressadas se suspeitam ou<br \/>\ndescobrem que o filho ou filha usou ou est\u00e1 usando drogas.<br \/>\nO Estatuto da Crian\u00e7a e do Adolescente (ECA) contempla os direitos e<br \/>\ndeveres da crian\u00e7a e do(a) adolescente, demonstrando que o Estado tem sua<br \/>\nresponsabilidade em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 sua responsabilidade, a sociedade e da fam\u00edlia com<br \/>\nalgo relacionado ao futuro das novas gera\u00e7\u00f5es, que por sua vez passam a ser<br \/>\nanalisadas dentro de um novo modelo e compreens\u00e3o que distingue a crian\u00e7a e o(a)<br \/>\nadolescente como sendo sujeitos de direito e deveres.<br \/>\nComo o consumo de drogas (tanto l\u00edcitas quanto il\u00edcitas) entre os<br \/>\nadolescentes tem crescido assustadoramente, \u00e9 importante ressaltar um aspecto<br \/>\nrelacionado a este consumo: a sociedade estimula o uso das drogas consideradas<br \/>\n\u201coficiais\u201d (como o \u00e1lcool e o tabaco), drogas essas que s\u00e3o aceitas pela sociedade, e<br \/>\npor isso, os adolescentes fazem uso l\u00edcito delas.<br \/>\n9-O Estatuto da crian\u00e7a e do adolescente e a Quest\u00e3o do Tratamento para<br \/>\nUsu\u00e1rios de Drogas.<br \/>\nEntre as pol\u00edticas p\u00fablicas que constituem a\u00e7\u00f5es voltadas \u00e0 aten\u00e7\u00e3o de<br \/>\nadolescentes, o Estatuto da Crian\u00e7a e do Adolescente &#8211; ECA (lei federal 8.069\/1990)<br \/>\n\u00e9 a diretriz principal, que deve ser ressaltada em qualquer projeto de aten\u00e7\u00e3o a essa<br \/>\npopula\u00e7\u00e3o usu\u00e1ria; \u00e9 a norma legal exigida para a prote\u00e7\u00e3o dos direitos das crian\u00e7as<br \/>\ne dos adolescentes como pessoas em desenvolvimento. O Estatuto da Crian\u00e7a e do<br \/>\nAdolescente, na sua exposi\u00e7\u00e3o, considera esses sujeitos numa categoria peculiar de<br \/>\npessoa em desenvolvimento a quem se deve primazia absoluta tanto na prepara\u00e7\u00e3o,<br \/>\nquanto na aplica\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas que garantam a efetiva\u00e7\u00e3o dos direitos alusivos \u00e0<br \/>\nvida, sa\u00fade, alimenta\u00e7\u00e3o, educa\u00e7\u00e3o, esporte, lazer, dentre outros.<br \/>\nDentre suas principais concretiza\u00e7\u00f5es, o ECA anula o antigo C\u00f3digo de<br \/>\nMenores, de 1979, e a lei de cria\u00e7\u00e3o da FUNABEM, seguindo a Doutrina da<br \/>\nProte\u00e7\u00e3o Integral, perfilhando a crian\u00e7a e o adolescente como cidad\u00e3os e garantindo<br \/>\na efetiva\u00e7\u00e3o de seus direitos. Para tanto, regulamenta as maneiras de articula\u00e7\u00e3o<br \/>\nentre Estado e sociedade na operacionaliza\u00e7\u00e3o das pol\u00edticas para a inf\u00e2ncia e<br \/>\nadolesc\u00eancia, descentralizando-as atrav\u00e9s da cria\u00e7\u00e3o dos Conselhos de Direitos,<br \/>\ndos Conselhos Tutelares e do Fundo Municipal dos Direitos da Crian\u00e7a e do<br \/>\nAdolescente (Faleiros, 1995).<br \/>\nO artigo 98 do ECA apronta sobre as disposi\u00e7\u00f5es gerais das Medidas de<br \/>\nProte\u00e7\u00e3o que precisam ser aplicadas sempre que os direitos das crian\u00e7as e dos<br \/>\nadolescentes forem amea\u00e7ados ou desobedecidos, ainda que em causa de seu<br \/>\npr\u00f3prio comportamento (inciso III). Desta forma, cultivamos esse preceito legal nas<br \/>\nquest\u00f5es relacionadas especificamente ao tratamento dos problemas devido ao<br \/>\nconsumo de subst\u00e2ncias psicoativas.<br \/>\nO artigo 101, das Medidas Espec\u00edficas de Prote\u00e7\u00e3o, estabelece no inciso VI<br \/>\nque a Autoridade competente poder\u00e1 determinar medidas como \u201corienta\u00e7\u00e3o, apoio e<br \/>\nacompanhamento tempor\u00e1rios; requisi\u00e7\u00e3o de tratamento m\u00e9dico, psicol\u00f3gico ou<br \/>\npsiqui\u00e1trico, em regime hospitalar ou ambulatorial, ou inclus\u00e3o em programa oficial<br \/>\nou comunit\u00e1rio de aux\u00edlio, orienta\u00e7\u00e3o e tratamento a alco\u00f3latras e toxic\u00f4manos\u201d<br \/>\n(ECA, 2005, p.29).<br \/>\nEssas mesmas medidas s\u00e3o aplic\u00e1veis aos pais ou respons\u00e1veis e s\u00e3o<br \/>\natribui\u00e7\u00f5es do Conselho Tutelar. O artigo 81 deste estatuto pro\u00edbe a venda de<br \/>\nprodutos que possuam subst\u00e2ncias capazes de causar depend\u00eancia f\u00edsica ou<br \/>\nps\u00edquica, a menor de 18 anos, como \u00e9 o caso do cigarro, do \u00e1lcool e das drogas<br \/>\nil\u00edcitas.<br \/>\n10- Pol\u00edticas P\u00fablicas no trato sobre as Drogas.<br \/>\nNo Brasil a regulamenta\u00e7\u00e3o sobre as drogas \u00e9 presente desde o ano 1938,<br \/>\nprimeiramente constitu\u00edda pelo Decreto-Lei no 891\/38, depois ligada ao artigo 281 do<br \/>\nC\u00f3digo Penal (MESQUITA, 2004). Esse decreto se deu no governo de Get\u00falio<br \/>\nVargas, no qual se atuou junto aos Estados Unidos uma negocia\u00e7\u00e3o para abastecer<br \/>\nas For\u00e7as Armadas (BARROS, 1994). Tais acontecimentos podem ter influenciado a<br \/>\nvis\u00e3o criminalizadora das drogas desde o in\u00edcio de sua regulamenta\u00e7\u00e3o, assinalando<br \/>\na forma\u00e7\u00e3o de um mecanismo de controle sobre a classe trabalhadora. O momento<br \/>\nfoi marcado tamb\u00e9m pelas press\u00f5es dos Tratados Internacionais, que sugerem<br \/>\nmedidas de enfrentamento \u00e0s drogas.<br \/>\nV\u00e1rias altera\u00e7\u00f5es legislativas no andamento da Hist\u00f3ria do Brasil atingiu o<br \/>\nponto m\u00e1ximo na Lei 6.368\/76, institu\u00edda durante a ditadura militar de 1964. Essa<br \/>\nLei, de 21 de outubro de 1976, foi aprovada no governo do Presidente Ernesto<br \/>\nGeisel, possui 47 artigos e est\u00e1 dividida em cinco cap\u00edtulos (BRASIL, 1976). Desde<br \/>\naquela \u00e9poca compreende-se a influ\u00eancia do texto legal na pol\u00edtica colocada em<br \/>\npr\u00e1tica, no sentido de manifestar uma individualiza\u00e7\u00e3o do problema capaz de<br \/>\nabsolver de responsabilidades o modelo econ\u00f4mico e social pelas les\u00f5es<br \/>\ndecorrentes das rela\u00e7\u00f5es entre sociedade e drogas (ACSELRAD, 2005). Mesmo que<br \/>\na Lei trouxesse alguns progressos, por exemplo, o de n\u00e3o criminalizar o usu\u00e1rio,<br \/>\ntamb\u00e9m era criminalizadora, dado que n\u00e3o diferenciava usu\u00e1rio de traficante<br \/>\n(FLACH, 1999; VELOSO, 2004). Sua abordagem era jur\u00eddico-penal e m\u00e9dicapsiqui\u00e1trica,<br \/>\nfazendo com que o problema fosse enfrentado como caso ora de pol\u00edcia<br \/>\nou ora de doen\u00e7a mental.<br \/>\nAlguns artigos dessa Lei manifestam bem a cultura da \u00e9poca em que foi<br \/>\npreparada: todo cidad\u00e3o \u00e9 convidado ao dever de cooperar no combate ao uso e<br \/>\ntr\u00e1fico de subst\u00e2ncias il\u00edcitas. Embora o uso de drogas il\u00edcitas seja avaliado como<br \/>\numa doen\u00e7a, o tratamento prescrito \u00e9 a perda da liberdade, apesar da pena ser<br \/>\nmaior para os casos de tr\u00e1fico (hoje tipificado como crime hediondo). Os<br \/>\nrespons\u00e1veis por escolas e outras institui\u00e7\u00f5es devem denunciar e afastar pessoas<br \/>\nenvolvidas com drogas em suas depend\u00eancias, podendo vir a perder eventuais<br \/>\nsubs\u00eddios, caso n\u00e3o contribuam. Num tal contexto, o aumento do poder do Estado<br \/>\nno campo do controle social refletiu os conselhos e a linguagem da Lei de<br \/>\nSeguran\u00e7a Nacional que, no vigor da ditadura de 1964, aplicava uma cultura<br \/>\nrepressiva (ACSERALD, 2005).<br \/>\nEssa lei coloca princ\u00edpios para a preven\u00e7\u00e3o e tratamento dos usu\u00e1rios de<br \/>\ndrogas, muitos dos quais nunca entraram em vigor, por motivo dos servi\u00e7os<br \/>\nprec\u00e1rios oferecidos pelo Estado (ELUF, 2004). Os anos 80 foram marcados por um<br \/>\ndebate intenso sobre a descriminaliza\u00e7\u00e3o das drogas, especialmente da maconha<br \/>\n(ASSUMP\u00c7\u00c3O, 2005).<br \/>\nAtuantes do Sistema, formam a Pol\u00edtica Nacional Antidrogas (PNAD) (BRASIL,<br \/>\nA PNAD tinha 16 pressupostos b\u00e1sicos, 13 objetivos e sete cap\u00edtulos com as<br \/>\ntem\u00e1ticas: preven\u00e7\u00e3o; tratamento, recupera\u00e7\u00e3o e reinser\u00e7\u00e3o social; redu\u00e7\u00e3o dos<br \/>\ndanos sociais e \u00e0 sa\u00fade; repress\u00e3o do tr\u00e1fico; e, por \u00faltimo, estudos, pesquisas e<br \/>\navalia\u00e7\u00f5es. Tinha como alvo colocar a quest\u00e3o do uso de \u00e1lcool e outras drogas<br \/>\ncomo problema de Sa\u00fade P\u00fablica; advertir o paradigma da redu\u00e7\u00e3o de danos nas<br \/>\na\u00e7\u00f5es de preven\u00e7\u00e3o e de tratamento; estabelecer pol\u00edticas que desconstrua o senso<br \/>\ncomum de que todo usu\u00e1rio de droga \u00e9 um doente que demanda interna\u00e7\u00e3o, pris\u00e3o<br \/>\nou absolvi\u00e7\u00e3o e mobilizar a sociedade civil, proporcionando condi\u00e7\u00f5es de<br \/>\ndesempenhar seu controle, participar das pr\u00e1ticas preventivas, terap\u00eauticas e<br \/>\nreabilitadoras, bem como constituir parcerias locais para o fortalecimento das<br \/>\npol\u00edticas municipais e estaduais (BRASIL, 2002).<br \/>\nEst\u00e1 a cargo do Conselho Nacional Antidrogas (CONAD), \u00f3rg\u00e3o organizado<br \/>\ncomposto por entidades da Administra\u00e7\u00e3o P\u00fablica Federal que tem atribui\u00e7\u00f5es<br \/>\ndeliberativas e normativas. O sistema conta com dois \u00f3rg\u00e3os executivos: a<br \/>\nSecretaria Nacional Antidrogas, para a \u00e1rea de redu\u00e7\u00e3o da demanda, e o<br \/>\nDepartamento de Pol\u00edcia Federal, para a redu\u00e7\u00e3o da oferta (BRASIL, 2002). Tem<br \/>\ncomo uma de suas finalidades: formular a Pol\u00edtica Nacional Antidrogas e<br \/>\ncompatibilizar planos nacionais com planos regionais, estaduais e municipais, bem<br \/>\ncomo fiscalizar a respectiva execu\u00e7\u00e3o (BRASIL, 2000). Pressup\u00f5e em seus<br \/>\ncontextos o princ\u00edpio b\u00e1sico da responsabilidade partilhada entre Estado e<br \/>\nSociedade, tomando como estrat\u00e9gia a coopera\u00e7\u00e3o m\u00fatua e a articula\u00e7\u00e3o de<br \/>\nesfor\u00e7os entre Governo, iniciativa privada e cidad\u00e3os, considerados individualmente<br \/>\nou em suas livres associa\u00e7\u00f5es (BRASIL, 2002).<br \/>\nCom a posse do Presidente Lula, ocorre uma altera\u00e7\u00e3o na pol\u00edtica de drogas<br \/>\ncom duas medidas simb\u00f3licas: a altera\u00e7\u00e3o do nome original da SENAD para<br \/>\nSecretaria Nacional de Pol\u00edticas P\u00fablicas sobre Drogas e a proposi\u00e7\u00e3o de sua<br \/>\ncoloca\u00e7\u00e3o junto ao Minist\u00e9rio da Justi\u00e7a, que tem compet\u00eancia de articular outros<br \/>\nMinist\u00e9rios e a Sociedade Civil para um retorno de car\u00e1ter mais extenso<br \/>\n(MESQUITA, 2004).<br \/>\nCom a reformula\u00e7\u00e3o da Pol\u00edtica Antidrogas no governo Lula, a l\u00f3gica do<br \/>\nSistema conservar-se, por\u00e9m a forma desse Sistema foi modificada. Compreende-se<br \/>\num intuito de interlocu\u00e7\u00e3o entre os sistemas federal, estaduais e municipais e a n\u00e3o<br \/>\nhierarquiza\u00e7\u00e3o das fun\u00e7\u00f5es. Para o complemento das a\u00e7\u00f5es, surgem os Conselhos<br \/>\nEstaduais e Municipais como elementos principais do processo. Nesse Sistema, o<br \/>\n\u00f3rg\u00e3o central das atividades de redu\u00e7\u00e3o da demanda de drogas \u00e9 o Gabinete de<br \/>\nSeguran\u00e7a Institucional. E o \u00f3rg\u00e3o central das atividades de redu\u00e7\u00e3o da oferta de<br \/>\ndrogas \u00e9 o Minist\u00e9rio da Justi\u00e7a.<br \/>\nA mudan\u00e7a no t\u00edtulo para Secretaria Nacional de Pol\u00edticas P\u00fablicas sobre<br \/>\nDrogas concretizou-se em 2005. Com a incorpora\u00e7\u00e3o da denomina\u00e7\u00e3o pol\u00edticas<br \/>\np\u00fablicas requer avaliar que o problema das drogas deve ser primazia do Estado, o<br \/>\nque admite refletir a reafirma\u00e7\u00e3o da sua responsabilidade na dire\u00e7\u00e3o das pol\u00edticas.<br \/>\nConstituir pol\u00edticas p\u00fablicas sobre drogas \u00e9 analisar a formula\u00e7\u00e3o e execu\u00e7\u00e3o, pois<br \/>\nsem atos, sem resultados, n\u00e3o h\u00e1 seguran\u00e7a de sua efetiva\u00e7\u00e3o. \u00c9 exigir que o<br \/>\nEstado implante um projeto de governo, por meio de programas e de a\u00e7\u00f5es voltadas<br \/>\npara setores espec\u00edficos envolvidos com a tem\u00e1tica.<br \/>\nO que tamb\u00e9m sucedeu nesse governo foi um realinhamento da PNAD.<br \/>\nEsse processo deu in\u00edcio com o Semin\u00e1rio Internacional sobre Pol\u00edticas P\u00fablicas<br \/>\nsobre Drogas, preparado pelo Brasil e concretizado em 2004 em Bras\u00edlia, em 21 de<br \/>\njunho, com a presen\u00e7a de representantes de sete pa\u00edses (It\u00e1lia, Su\u00e9cia, Su\u00ed\u00e7a,<br \/>\nPortugal, Reino Unido, Holanda e Canad\u00e1) exibindo suas respectivas pol\u00edticas<br \/>\n(BRASIL, 2005). Em seguimento, ap\u00f3s 30 anos de vig\u00eancia e v\u00e1rias tentativas de<br \/>\nmudan\u00e7a, a Lei 6.368\/76 acabou anulada, sendo modificada pela Lei 11.343\/06.<br \/>\nDurante dez anos caminharam no Congresso Nacional cinco projetos que tendiam \u00e0<br \/>\naltera\u00e7\u00e3o desta lei.<br \/>\nAver\u00edgua-se essencialmente a op\u00e7\u00e3o da nova lei pelo termo drogas, em vez<br \/>\nda express\u00e3o subst\u00e2ncia entorpecente, pois une todos os produtos e subst\u00e2ncias<br \/>\ngeradoras de depend\u00eancia. \u00c9 claro que s\u00f3 essa mudan\u00e7a no conceito de drogas n\u00e3o<br \/>\nsignifica transforma\u00e7\u00e3o quanto \u00e0 efic\u00e1cia de suas normas para abranger o fim a que<br \/>\nse prop\u00f5e \u2013 reinser\u00e7\u00e3o social dos usu\u00e1rios e dependentes e de preven\u00e7\u00e3o e<br \/>\nrepress\u00e3o ao tr\u00e1fico il\u00edcito de drogas.<br \/>\nRessalta-se que o usu\u00e1rio est\u00e1 livre de repress\u00e3o \u00e0 sua liberdade, ocasi\u00e3o<br \/>\nem que lhe poder\u00e3o ser submetidas, t\u00e3o somente e sucessivamente, repreens\u00e3o<br \/>\nverbal e multa no tocante \u00e0 posse de entorpecentes. N\u00e3o houve a sua<br \/>\ndescriminaliza\u00e7\u00e3o, mas, parcial despenaliza\u00e7\u00e3o.<br \/>\n11- CONSIDERA\u00c7\u00d5ES FINAIS.<br \/>\nO papel da droga na vida do adolescente \u00e9 o de trazer uma auto sufici\u00eancia<br \/>\nmoment\u00e2nea que transmite uma falsa esperan\u00e7a de futuro. Vive num mundo<br \/>\nparalelo em que o amanh\u00e3 n\u00e3o tem muita import\u00e2ncia, devido desilus\u00f5es,<br \/>\ndecep\u00e7\u00f5es morais, afetivas e etc. Passa por frustra\u00e7\u00f5es intensas e n\u00e3o sabe como<br \/>\nlidar com estas, por causa da imaturidade, mudan\u00e7as em seus ideais e forma\u00e7\u00e3o de<br \/>\nconceitos. Nesse momento, j\u00e1 existe o abandono dos estudos, pois a mente j\u00e1<br \/>\nafetada pelas drogas faz com que ele se sinta acima dos valores morais, sociais,<br \/>\nfamiliares e religiosos, levando-o a pensar apenas no momento em que vive quando<br \/>\nest\u00e1 sob o efeito das subst\u00e2ncias psicoativas.<br \/>\nA tem\u00e1tica das drogas na vida dos adolescentes necessita ser<br \/>\ncompreendida dentro de um contexto de vida familiar e cotidiano, que vai muito al\u00e9m<br \/>\ndas hip\u00f3teses sobre o que acontece com indiv\u00edduos individualmente. Neste contexto<br \/>\no que se compreende \u00e9 que se reproduz uma pr\u00e1tica de culpabiliza\u00e7\u00e3o, exclus\u00e3o e<br \/>\ncondena\u00e7\u00e3o, que recai sobre os adolescentes usu\u00e1rios, tornando-os os \u00fanicos<br \/>\nrespons\u00e1veis pela sua condi\u00e7\u00e3o. As experi\u00eancias dos adolescentes usu\u00e1rios de<br \/>\ndrogas n\u00e3o s\u00e3o cometidas de forma solit\u00e1ria ou voluntariamente. Eles as<br \/>\nconcretizam no cerne de uma hist\u00f3ria, de um contexto socioecon\u00f4mico,<br \/>\nmergulhados em momentos socioculturais, ligados a sistemas familiares e<br \/>\nsubmetidos pela manipula\u00e7\u00e3o e apelo da sociedade na qual vivem.<br \/>\nPercebe-se nitidamente a falta de habilidade e a fragilidade por parte dos<br \/>\nfamiliares em lidar com a problem\u00e1tica da depend\u00eancia qu\u00edmica e isto reflete de<br \/>\nforma negativa sobre a composi\u00e7\u00e3o e a pr\u00f3pria sa\u00fade da fam\u00edlia, compreendendo<br \/>\nque quando procura ajuda para o adolescente a mesma j\u00e1 demonstra um quadro de<br \/>\ndesgaste e descr\u00e9dito em fun\u00e7\u00e3o do conv\u00edvio com o adolescente dependente.<br \/>\nO atendimento \u00e0s fam\u00edlias necessita de uma abordagem multidisciplinar para<br \/>\nsuprir a defici\u00eancia da din\u00e2mica complexa que atravessa este sistema, contudo o<br \/>\nTerapeuta em Depend\u00eancia Qu\u00edmica \u00e9 o profissional que pode cooperar em propor e<br \/>\nexecutar medidas,<br \/>\nO grande desafio para o profissional, inserido no campo da<br \/>\ndepend\u00eancia qu\u00edmica, \u00e9 o de sobrepor os preconceitos e estigmas o qual s\u00e3o<br \/>\nsubmetidos os dependentes qu\u00edmicos e familiares. Atrav\u00e9s da pr\u00e1tica cr\u00edtica,<br \/>\ninvestigativa e da capacidade de decifrar a realidade, o profissional poder\u00e1 contribuir<br \/>\npara a transforma\u00e7\u00e3o desta condi\u00e7\u00e3o de sofrimento por parte dos adolescentes<br \/>\nusu\u00e1rios de drogas e desenvolver estrat\u00e9gias para um agir profissional competente e<br \/>\ncomprometido com esta popula\u00e7\u00e3o usu\u00e1ria, em particular as classes populares.<br \/>\nEspera-se que o tema em tese n\u00e3o finalize aqui, que o mesmo sirva de canal<br \/>\npara novos estudos no campo da depend\u00eancia qu\u00edmica, apoiados como de outros<br \/>\nprofissionais por meio de um trabalho multidisciplinar, desenvolvendo estrat\u00e9gias para<br \/>\nbloquear a a\u00e7\u00e3o das drogas na adolesc\u00eancia, n\u00e3o esquecendo, al\u00e9m disso, da<br \/>\nimport\u00e2ncia da influ\u00eancia familiar, que \u00e9 uma \u00e1rea com grande car\u00eancia e que demanda<br \/>\num olhar diferenciado por parte da sociedade, principalmente no que fere ao resgate do<br \/>\nadolescente usu\u00e1rio de drogas.<br \/>\n12- REFER\u00caNCIAS.<br \/>\nALBUQUERQUE, V\u00edvian Matias dos S. As origens do processo de marginaliza\u00e7\u00e3o das<br \/>\nmulheres. emancipa\u00e7\u00e3o, 6(1): 69-96, 2006<br \/>\nALENCAR, M\u00f4nica Maria Torres de. Fam\u00edlia, Trabalho e Reprodu\u00e7\u00e3o Social: Limites na<br \/>\nRealidade Brasileira. In: Fam\u00edlia e Fam\u00edlias: Praticas Sociais e Conversa\u00e7\u00f5es<br \/>\nContempor\u00e2nea. Rio de Janeiro: Lumem Juris, 2010.<br \/>\n\u00c1LVARES, Luciana de Castro; FILHO, M\u00e1rio Jos\u00e9. Servi\u00e7o Social &amp; Realidade, Franca,<br \/>\nv.17, n. 2, p.9-26, 2008. Dispon\u00edvel em:<br \/>\nhttp:\/\/periodicos.franca.unesp.br\/index.php\/SSR\/article\/viewFile\/69\/84. Acesso: maio de<br \/>\n2016..<br \/>\nARA\u00daJO, Maria Elizabeth da C. Drogas e Depend\u00eancia: Um Desafio. In: GOUVEIA,<br \/>\nPatr\u00edcia; THEML, Neyde; SILVA, Cristiane (org.). Drogas: Qualidade de Vida e<br \/>\nCidadania. Rio de Janeiro: Gest\u00e3o Comunit\u00e1ria: Instituto de Investiga\u00e7\u00e3o e A\u00e7\u00e3o Social,<br \/>\n1999, p. 33 e34.<br \/>\nARI\u00c8S, Philippe. Hist\u00f3ria Social da Crian\u00e7a e da Fam\u00edlia. 2 ed. Rio de Janeiro:<br \/>\nGuanabara, 1981.<br \/>\nBARROS, S. R. (2010) Direitos Humanos da Fam\u00edlia: Principais e Operacionais. 2010,<br \/>\np. 1. Dispon\u00edvel em: &lt;http:\/\/www.srbarros.com.br\/pt\/direitos-humanos-dafamilia&#8211; principiais-e-operacionais.cont&gt;. Acesso em; maio de 2016.<br \/>\nBRASIL. Senado Federal. Constitui\u00e7\u00e3o da Rep\u00fablica Federativa do Brasil. Cap. VII, art.<br \/>\n226 e 227, 1988. Dispon\u00edvel em: &lt;http:\/\/www.planalto.gov .br\/ccivi l_03\/constituicao\/constituicaocompilado.htm&gt;. Acesso em: maio de 2016.<br \/>\nCAVALCANTE, Antonio Mour\u00e3o. Drogas: Esse Barato sai Caro: Os Caminhos da<br \/>\nPreven\u00e7\u00e3o. Rio de Janeiro. Editora Record Rosa dos Tempos, 1997.<br \/>\nDESLANDES, S.F. Drogas e Vulnerabilidade \u00e0s Viol\u00eancias. In: MINAYO, M.C.S. e<br \/>\nRAMOS, E. (Orgs.) Viol\u00eancia sob o olhar da sa\u00fade: A Infrapol\u00edtica da<br \/>\nContemporaneidade Brasileira. Rio de Janeiro: Editora Fiocruz, 2003, p. 243-268.<br \/>\nENGELS, Friedrich. A Origem da Fam\u00edlia, da Propriedade Privada e do Estado. 9a ed.<br \/>\nRio de Janeiro: Editora Civiliza\u00e7\u00e3o Brasileira, 1984.<br \/>\nGOLDANI, Ana Maria. As Fam\u00edlias Brasileiras: Mudan\u00e7as e Perspectivas. 1994, p.<br \/>\n10.Dispon\u00edvel em: &lt;https:\/\/www.fcc.org.br\/ pesquisa \/publicacoes \/cp\/arquivos\/743.pdf&gt;. Acesso em: maio de 2016.<br \/>\nGUEIROS, Dalva Azevedo. Fam\u00edlia e Prote\u00e7\u00e3o Social: quest\u00f5es atuais e limites da<br \/>\nsolidariedade familiar. IN: Servi\u00e7o Social e Sociedade no 71, 2002.<br \/>\nGUERRA, Yolanda. Instrumentalidade do processo de trabalho e servi\u00e7o social. In<br \/>\nServi\u00e7o Social &amp; Sociedade. S\u00e3o Paulo: Cortez, n. 62, 2000.<br \/>\nGRYNBERG, Halina e KALINA, Eduardo. Aos pais de adolescentes: viver sem drogas.<br \/>\nRio de Janeiro: Record: Rosa dos tempos, 2002.<br \/>\nHYGINO, \u00c2ngela e GARCIA, Joana. Drogas: a permanente (re) encarna\u00e7\u00e3o do mal. IN:<br \/>\nServi\u00e7o Social e Sociedade no 74, ANO XXIV, Jul, 2003.<br \/>\nHOLANDA FERREIRA, Aur\u00e9lio Buarque de. \u2013 Novo Dicion\u00e1rio da L\u00edngua Portuguesa.<br \/>\nRio de Janeiro: Nova Fronteira, 1975.<br \/>\nIAMAMOTO, Marilda Vilela. O Servi\u00e7o Social na contemporaneidade: trabalho e<br \/>\nForma\u00e7\u00e3o profissional, 4a ed. Cortez, S\u00e3o Paulo 2001.<br \/>\nIAMAMOTO, Marilda e CARVALHO, Raul de. Rela\u00e7\u00f5es sociais e servi\u00e7o social no<br \/>\nBrasil: esbo\u00e7o de uma interpreta\u00e7\u00e3o hist\u00f3rico-metodol\u00f3gica. 18a ed. S\u00e3o Paulo\/SP:<br \/>\nCortez; Lima (Peru): CELATS, 2005.<br \/>\nLOSACCO, Silvia. O jovem e o contexto familiar. In: ACOSTA Ana Rojas; VITALE,<br \/>\nMaria Am\u00e1lia Faller (Org.). Fam\u00edlia: redes, la\u00e7os e pol\u00edticas p\u00fablicas. S\u00e3o Paulo: Cortez:<br \/>\nInstituto de Estudos Especiais \u2013 PUC\/SP, 2005.<br \/>\nLARANJEIRA, R.; NICASTRI, S. Abuso e depend\u00eancia de \u00e1lcool e drogas. In.<br \/>\nALMEIDA, O. P.; DRATCU, L.; LARANJEIRA, R. Manual de Psiquiatria. Rio de Janeiro:<br \/>\nGuanabara &#8211; Koogan, 1996.<br \/>\nLOPES, Jos\u00e9 Rog\u00e9rio. Das fam\u00edlias \u201cdesestruturadas\u201d as fam\u00edlias \u201crecompostas\u201d:<br \/>\ntransi\u00e7\u00e3o, intimidade e feminilidade. Revista Servi\u00e7o Social e Sociedade, S\u00e3o Paulo,<br \/>\nano 15, n. 46, 1994.<br \/>\nLOSACCO, Silvia. O jovem e o contexto familiar. In: ACOSTA Ana Rojas; VITALE,<br \/>\nMaria Am\u00e1lia Faller (Org.). Fam\u00edlia: redes, la\u00e7os e pol\u00edticas p\u00fablicas. S\u00e3o Paulo: Cortez:<br \/>\nInstituto de Estudos Especiais \u2013 PUC\/SP, 2005.<br \/>\nMIOTO, Regina C\u00e9lia Tamaso. Fam\u00edlia e Servi\u00e7o Social: Contribui\u00e7\u00f5es para o Debate.<br \/>\nIn: Revista Servi\u00e7o Social &amp; Sociedade, no 55, S\u00e3o Paulo: Editora Cortez, 2010.<br \/>\nMARQUES, A.C.P.R. , Ribeiro, M. Usu\u00e1rio: abordagem geral. In: Laranjeira, R. ET al.<br \/>\nUsu\u00e1rios de subst\u00e2ncias psicoativas: abordagem, diagn\u00f3sticos e tratamento. S\u00e3o<br \/>\nPaulo: Conselho Regional de Medicina do Estado de S\u00e3o Paulo\/Associa\u00e7\u00e3o Brasileira,<br \/>\n2003.<br \/>\nMESQUITA, F. A constru\u00e7\u00e3o de um caminho democr\u00e1tico e humanit\u00e1rio para o Brasil,<br \/>\n2004. Dispon\u00edvel em: http:\/\/www.reduc.org.br\/. Acesso em: 20 dez. 2011.<br \/>\nMINELLI, Luciana. Aparecida. O adolescente. 2005. Dispon\u00edvel em: www.drogas.org.br<br \/>\nAcesso em 07 nov. 2011.<br \/>\nMINIST\u00c9RIO DA SA\u00daDE. 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IN: Servi\u00e7o Social e<br \/>\nSociedade no 71, ANO XXIII, especial, 2002.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Aluno: Mauricio Francisco Ribeiro Sum\u00e1rio Resumo\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026.3 Introdu\u00e7\u00e3o:&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..4 Modelo de fam\u00edlia\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026.5 Adolescente- conceito\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026.6 Idade do primeiro uso\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026..7 O adolescente e a drogadi\u00e7\u00e3o\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026&#8230;8 O E.C.A e a quest\u00e3o do tratamento para usu\u00e1rios de drogas\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026..9 Pol\u00edticas p\u00fablicas no tratamento sobre drogas\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.10 Considera\u00e7\u00f5es finais\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026..11<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":398,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[5],"tags":[],"class_list":["post-2593","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-artigos"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.4 - 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Stack trace:
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#3 /home/clinicajorgejaber/www/novo/wp-includes/class-wp-hook.php(348): WP_Hook-&gt;apply_filters(NULL, Array)
#4 /home/clinicajorgejaber/www/novo/wp-includes/plugin.php(517): WP_Hook-&gt;do_action(Array)
#5 /home/clinicajorgejaber/www/novo/wp-includes/load.php(1304): do_action('shutdown')
#6 [internal function]: shutdown_action_hook()
#7 {main}
  thrown in <b>/home/clinicajorgejaber/www/novo/wp-content/plugins/anyfont/lib/class.admin.php</b> on line <b>375</b><br />
