{"id":3062,"date":"2018-11-23T10:30:56","date_gmt":"2018-11-23T13:30:56","guid":{"rendered":"http:\/\/clinicajorgejaber.com.br\/novo\/?p=3062"},"modified":"2018-11-23T10:30:56","modified_gmt":"2018-11-23T13:30:56","slug":"anamnese-com-adictos-e-seus-familiares","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/clinicajorgejaber.com.br\/novo\/2018\/11\/anamnese-com-adictos-e-seus-familiares\/","title":{"rendered":"Anamnese com adictos e seus familiares"},"content":{"rendered":"<p>SIDNEI NOGUEIRA DE SOUZA JUNIOR<\/p>\n<p>Resumo:<br \/>\nEste trabalho tem como finalidade auxiliar o profissional de sa\u00fade a sistematizar a<br \/>\navalia\u00e7\u00e3o desses pacientes, antes mesmo de iniciar um tratamento para abuso de<br \/>\nsubst\u00e2ncias psicoativas (SPA). Um levantamento completo e detalhado da hist\u00f3ria do<br \/>\nindiv\u00edduo \u00e9 necess\u00e1rio para avaliar a gravidade da depend\u00eancia bem como do<br \/>\ncomprometimento dos aspectos f\u00edsicos, psicol\u00f3gicos e sociais de sua vida, fundamentais<br \/>\npara determinar o tipo de tratamento mais adequado. Investigar aspectos da<br \/>\npersonalidade, cren\u00e7as e valores pessoais do paciente, antes e depois do in\u00edcio do abuso<br \/>\nde drogas, contribui para uma vis\u00e3o geral da pessoa e do seu estilo de intera\u00e7\u00e3o com o<br \/>\nmundo e com os demais.<br \/>\nComumente, a fim de complementar a avalia\u00e7\u00e3o e obter informa\u00e7\u00f5es de forma<br \/>\nmais objetiva e completa, tamb\u00e9m \u00e9 importante solicitar entrevistas com familiares, pois<br \/>\n\u00e9 primordial avaliar os preju\u00edzos acarretados tanto na vida dos adictos quanto na vida de<br \/>\nseus codependentes.<br \/>\nPalavras-chave: avalia\u00e7\u00e3o, anamnese, exame f\u00edsico, segredos familiares.<br \/>\nIntrodu\u00e7\u00e3o<br \/>\nO interrogat\u00f3rio de pacientes (anamnese) \u00e9 um m\u00e9todo adotado desde a Gr\u00e9cia<br \/>\nCl\u00e1ssica; tal pr\u00e1tica j\u00e1 visava naquela ocasi\u00e3o, aliviar o sofrimento das pessoas<br \/>\nenfermas. Mas, foi apenas no \u00faltimo s\u00e9culo, que a anamnese e o exame f\u00edsico, nos<br \/>\nmoldes que conhecemos, foram recomendados com interesse diagn\u00f3stico. Embora os<br \/>\ntermos \u201csinal \/ sintoma\u201d tamb\u00e9m sejam conhecidos dos m\u00e9dicos desde a Antiguidade,<br \/>\nfoi somente no s\u00e9culo XIX, que se tornou claro o seu car\u00e1ter respectivamente, objetivo e<br \/>\nsubjetivo. At\u00e9 esta ocasi\u00e3o os diagn\u00f3sticos eram completamente emp\u00edricos e baseados<br \/>\nnas cren\u00e7as gregas de que toda doen\u00e7a era um simples desequil\u00edbrio entre os quatro<br \/>\nhumores (bile amarela, bile negra, sangue e fleuma). No tempo de Hip\u00f3crates (460-375<br \/>\na. C) a inspe\u00e7\u00e3o e a palpa\u00e7\u00e3o dos pacientes, entretanto, j\u00e1 faziam parte do exame dos<br \/>\ndoentes. Com estas t\u00e9cnicas de exame os gregos antigos descreveram pacientes com<br \/>\nicter\u00edcia, relacionaram-na com o aumento do f\u00edgado que em geral, se apresentava duro e<br \/>\nirregular. Foi Hip\u00f3crates quem estudou as febres reconhecendo-a como sinal de doen\u00e7a.<br \/>\nAvan\u00e7os espetaculares nas ci\u00eancias b\u00e1sicas (fisiologia, patologia, farmacologia e<br \/>\nmicrobiologia) observadas no final do s\u00e9culo XIX promoveram o desenvolvimento de<br \/>\nnovas estrat\u00e9gias cl\u00ednico &#8211; laboratoriais que, associados aos novos m\u00e9todos de imagem,<br \/>\nimpulsionaram a medicina que hoje conhecemos e praticamos.<br \/>\nLembramos, finalmente, que este m\u00e9todo atual de abordagem diagn\u00f3stica, que est\u00e1<br \/>\napresentado aqui, continua fundamentado, acima de tudo, numa coleta sistem\u00e1tica de<br \/>\ndados atrav\u00e9s da anamnese, associada a um exame f\u00edsico cuidadoso. E, em caso de<br \/>\npacientes com limita\u00e7\u00e3o para a coleta da anamnese (defici\u00eancias f\u00edsicas e mentais,<br \/>\ndepress\u00e3o do estado de consci\u00eancia, estados psiqui\u00e1tricos, dor, dispn\u00e9ia ou mesmo<br \/>\ninibi\u00e7\u00e3o) a hist\u00f3ria poder\u00e1 ser colhida de um acompanhante ou respons\u00e1vel \u2013 devendo<br \/>\nesse fato constar por escrito no final do texto. Informa\u00e7\u00f5es prestadas por familiares ou<br \/>\npessoas que acompanham nossos pacientes incapacitados de prestar informa\u00e7\u00f5es no<br \/>\nmomento do exame podem ser de grande valia. Sempre que poss\u00edvel a anamnese deve<br \/>\nser colhida diretamente com o pr\u00f3prio paciente.<br \/>\nDesenvolvimento<br \/>\nAnamnese: do grego an\u00e1, trazer de novo + mnesis, mem\u00f3ria.<br \/>\n\u00c9 uma entrevista realizada pelo profissional de sa\u00fade ao seu paciente, que tem a<br \/>\ninten\u00e7\u00e3o de ser um ponto inicial no diagn\u00f3stico de uma doen\u00e7a. E, quando bem<br \/>\nconduzida, \u00e9 respons\u00e1vel por 85% do diagn\u00f3stico na cl\u00ednica m\u00e9dica, liberando 10% para<br \/>\no exame cl\u00ednico (f\u00edsico) e apenas 5% para os exames laboratoriais complementares. \u00c9 o<br \/>\nin\u00edcio do relacionamento com o paciente.<br \/>\nConsiderando a complexidade da depend\u00eancia qu\u00edmica, o primeiro contato com o<br \/>\npaciente \u00e9 onde se define como ser\u00e1 dado o tratamento necess\u00e1rio, sendo como fatores<br \/>\nindispens\u00e1veis uma breve avalia\u00e7\u00e3o f\u00edsica a anamnese do adicto.<br \/>\nAl\u00e9m da avalia\u00e7\u00e3o f\u00edsica, a anamnese tr\u00e1s como principais objetivos: favorecer o<br \/>\nengajamento ou a ades\u00e3o ao tratamento; colher dados sobre o hist\u00f3rico da evolu\u00e7\u00e3o do<br \/>\nconsumo e de como a droga influenciou os problemas apresentados na vida do<br \/>\nindiv\u00edduo; identificar fatores que favoreceram a instala\u00e7\u00e3o do uso e mant\u00eam a<br \/>\ndepend\u00eancia; identificar outras morbidades; e identificar os fatores que favorecem a<br \/>\nabstin\u00eancia.<br \/>\nNo question\u00e1rio de uma anamnese, as perguntas podem ser abertas, fechadas ou<br \/>\nfocadas. As abertas s\u00e3o as em que o paciente pode dizer o que est\u00e1 sentindo, por<br \/>\nexemplo. As fechadas s\u00e3o para que o paciente complemente o que ele ainda n\u00e3o disse. E<br \/>\nas focadas s\u00e3o as perguntas do tipo aberta, mas sobre um tema espec\u00edfico.<br \/>\nOutro fator importante \u00e9 a anamnese com pessoa da fam\u00edlia ou pr\u00f3xima do adicto, a<br \/>\nfim de reunir informa\u00e7\u00f5es para estabelecer hip\u00f3teses diagn\u00f3sticas.<br \/>\nEm suma, a anamnese serve como um banco de dados do paciente, onde contenha o<br \/>\nhist\u00f3rico da doen\u00e7a, recorr\u00eancia, doen\u00e7as heredit\u00e1rias, ou qualquer tipo de informa\u00e7\u00e3o<br \/>\nque possa contribuir para com o tratamento, considerando que os segredos familiares<br \/>\napresentam um verdadeiro dilema para o sistema terapeuta-cliente: a revela\u00e7\u00e3o de um<br \/>\nsegredo pode ter efeitos curativos, perigosos, reconciliat\u00f3rios ou at\u00e9 mesmo divis\u00f3rios,<br \/>\ntendo grande import\u00e2ncia para o processo terap\u00eautico. Contudo, o trabalho terap\u00eautico<br \/>\nn\u00e3o deve focar somente a revela\u00e7\u00e3o. O terapeuta deve estar atento para \u201cn\u00e3o presumir<br \/>\nde modo simplista que a sinceridade, apenas, oferece a cura\u201d. Os terapeutas devem,<br \/>\nainda, considerar os objetivos da manuten\u00e7\u00e3o do segredo. O segredo mantido por<br \/>\ninten\u00e7\u00f5es protetivas \u00e9 diferente daquele mantido por coer\u00e7\u00e3o ou abuso, sendo<br \/>\nnormalmente mais f\u00e1cil reestabelecer a confian\u00e7a em segredos protetivos. A revela\u00e7\u00e3o<br \/>\nde um segredo pode acabar por criar outros ou exercer press\u00e3o sobre outros segredos<br \/>\nainda mais obscuros, fazendo necess\u00e1ria a exist\u00eancia de um ambiente terap\u00eautico capaz<br \/>\nde abarcar as mais diversas respostas decorrentes de uma eventual revela\u00e7\u00e3o de<br \/>\nsegredos familiares.<br \/>\nAssim, os terapeutas devem criar um ambiente seguro e apto a sustentar as diversas<br \/>\npercep\u00e7\u00f5es (frequentemente contradit\u00f3rias) do segredo e de sua manuten\u00e7\u00e3o. Enquanto<br \/>\nos significados vinculados ao segredo mudam, torna-se poss\u00edvel a mudan\u00e7a do<br \/>\nrelacionamento entre as gera\u00e7\u00f5es.<br \/>\nCostuma-se usar o termo HD (Hip\u00f3tese Diagn\u00f3stica) na primeira anamnese<br \/>\ncolhida, considerando que: nem sempre a primeira entrevista \u00e9 feita adequadamente; o<br \/>\ntratamento e a recupera\u00e7\u00e3o dependem da situa\u00e7\u00e3o de como \u00e9 feita a entrevista inicial e<br \/>\nde quem colheu a hist\u00f3ria inicialmente; estado f\u00edsico e mental do paciente naquele<br \/>\nmomento; ao longo do tratamento, o m\u00e9dico deve estabelecer o diagn\u00f3stico do paciente.<br \/>\nDe forma sequencial, segue os par\u00e2metros principais e sugestivos de uma boa<br \/>\nanamnese:<br \/>\n1. Identifica\u00e7\u00e3o do paciente: nome, sexo, ra\u00e7a, estado civil, religi\u00e3o, data e local de<br \/>\nnascimento, proced\u00eancia, escolaridade e profiss\u00e3o e tipo sangu\u00edneo;<br \/>\n2. Queixa principal: em poucas palavras, o profissional registra a queixa principal<br \/>\n(QP), o motivo que levou o paciente a procurar ajuda. Deve ser \u00fanica e se poss\u00edvel<br \/>\ngrafada com as palavras do pr\u00f3prio paciente. Nunca deve ser um \u201cdiagn\u00f3stico de outro<br \/>\nm\u00e9dico\u201d como \u201c problema nos rins \u201d e sim o motivo pelo qual o paciente procurou a<br \/>\najuda m\u00e9dica e para o qual espera al\u00edvio. N\u00e3o devemos assinalar queixas principais<br \/>\ncomo \u201cDiabete descompensado e sim \u201cfraqueza, falta de ar, perna inchada, urina solta<br \/>\netc. A raz\u00e3o de utilizarmos as palavras do pr\u00f3prio paciente objetiva esclarecer de forma<br \/>\nclara e objetiva o seu sintoma mais intenso, o que infelizmente, nem sempre ocorre.<br \/>\n3. Hist\u00f3rico da doen\u00e7a atual: no hist\u00f3rico da doen\u00e7a atual (HDA) \u00e9 registrado tudo<br \/>\nque se relaciona quanto \u00e0 doen\u00e7a atual: sintomatologia, \u00e9poca do in\u00edcio, hist\u00f3ria da<br \/>\nevolu\u00e7\u00e3o da doen\u00e7a, entre outros. Em caso de dor, deve-se caracteriz\u00e1-la por completo.<br \/>\nDevemos destacar aqui, sempre utilizando terminologia m\u00e9dica: o In\u00edcio dos sintomas,<br \/>\nsua seq\u00fc\u00eancia temporal, qualidade, intensidade, fatores agravantes e de al\u00edvio, os<br \/>\nsintomas associados, assim como os problemas m\u00e9dicos concomitantes. Nesta fase,<br \/>\nnosso objetivo \u00e9 obter dados sobre a presente queixa, permitindo que o paciente conte<br \/>\nlivremente sua hist\u00f3ria, enfatizando os dados mais relevantes para ele, sem<br \/>\ninterfer\u00eancias. Infelizmente alguns pacientes mais prolixos (talvez mais carentes ) nos<br \/>\nobrigam a interromp\u00ealos com vistas a obten\u00e7\u00e3o de dados mais objetivos. Devemos estar<br \/>\natentos, entretanto, para n\u00e3o interromper a seq\u00fc\u00eancia l\u00f3gica de pensamento do paciente,<br \/>\no que acarretaria grandes perdas ao diagn\u00f3stico. Nunca \u00e9 demais lembrar que nunca<br \/>\ndevemos sugestionar nossos pacientes com perguntas objetivas. Mencionaremos a<br \/>\nseguir a forma de abordagem de um dos sintomas mais comuns na pr\u00e1tica cl\u00ednica. A dor<br \/>\n(e outras formas de desconforto) s\u00e3o uma das principais raz\u00f5es que motivam uma<br \/>\nconsulta m\u00e9dica. Deve ser caracterizada pela sua localiza\u00e7\u00e3o, qualidade, (pontada,<br \/>\nqueima\u00e7\u00e3o, c\u00f3lica, ou aperto), dura\u00e7\u00e3o, intensidade, forma de in\u00edcio, evolu\u00e7\u00e3o,<br \/>\nseq\u00fc\u00eancia temporal em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 hora do dia e a outros sintomas associados, fatores<br \/>\nagravantes e de al\u00edvio (postural, aos esfor\u00e7os, com alimentos, com tens\u00e3o ou sono),<br \/>\nassim como os problemas m\u00e9dicos concomitantes. Devem ser ainda registradas a<br \/>\npresen\u00e7a de doen\u00e7as cr\u00f4nicas, mesmo compensadas, assim com o uso de medicamentos<br \/>\ne de drogas il\u00edcitas. Existe prostra\u00e7\u00e3o, mudan\u00e7as de apetite ou peso, ansiedade,<br \/>\nproblemas digestivos, urin\u00e1rios ou sexuais associados? Para concluir devemos obter<br \/>\numa hist\u00f3ria pessoal onde enfatizamos o perfil psicol\u00f3gico do doente: seus h\u00e1bitos<br \/>\npessoais (horas de sono, tipo de alimenta\u00e7\u00e3o, rela\u00e7\u00f5es afetivas e de trabalho, suas<br \/>\natividades f\u00edsicas regulares etc.) Muitas vezes problemas de ordem emocional se<br \/>\nexteriorizam por sintomas, chamados funcionais como dor, vertigens, falta de ar etc.<br \/>\n4. Hist\u00f3ria m\u00e9dica pregressa: adquire-se informa\u00e7\u00f5es sobre toda a hist\u00f3ria m\u00e9dica<br \/>\npregressa (HMP) do paciente, mesmo das condi\u00e7\u00f5es que n\u00e3o estejam relacionadas com<br \/>\na doen\u00e7a atual.<br \/>\n5. Hist\u00f3rico familiar: nesse hist\u00f3rico \u00e9 perguntado ao paciente sobre a sua fam\u00edlia e<br \/>\nsuas condi\u00e7\u00f5es de trabalho e vida. Procura-se alguma rela\u00e7\u00e3o de hereditariedade das<br \/>\ndoen\u00e7as da inf\u00e2ncia; desenvolvimento; alergias; outras doen\u00e7as desenvolvidas;<br \/>\nhospitaliza\u00e7\u00f5es e\/ou cirurgias anteriores; medicamentos usados, descrevendo quais,<br \/>\nposologia e dura\u00e7\u00e3o do tratamento. Questiona-se sobre doen\u00e7as de pais, irm\u00e3os e<br \/>\nc\u00f4njuges, principalmente as cr\u00f4nico-degenerativas, infectocontagiosas e neoplasias.<br \/>\n6. Hist\u00f3ria pessoal e social: onde trabalha, onde reside, saneamento, animais<br \/>\ndom\u00e9sticos, com quem mora, quem \u00e9 o provedor dos recursos financeiros da fam\u00edlia,<br \/>\nrela\u00e7\u00f5es intrafamiliares, se viajou recentemente, sono e repouso, atividade f\u00edsica, lazer,<br \/>\nalimenta\u00e7\u00e3o e hidrata\u00e7\u00e3o, elimina\u00e7\u00f5es, tabagismo etilismo ou drogadi\u00e7\u00e3o, vida sexual,<br \/>\nse \u00e9 tabagista, alcoolista ou faz uso de outras drogas e medicamentos.<br \/>\nAl\u00e9m disso, \u00e9 importante considerar um breve exame f\u00edsico indispens\u00e1vel para<br \/>\navaliar a resposta do indiv\u00edduo em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 sua doen\u00e7a, como, por exemplo: a perda de<br \/>\nfor\u00e7a muscular ou de peso e o estado ps\u00edquico do paciente; quanto ao n\u00edvel do sens\u00f3rio:<br \/>\nalerta, confuso, sonolento, obnubilado, torporoso e comatoso (escala de Glasgow);<br \/>\ns\u00edndrome de abstin\u00eancia, etc. Estes sinais podem ser descritos no final ou no in\u00edcio do<br \/>\ndocumento, ou ent\u00e3o distribu\u00eddos com seus sistemas correspondentes.<br \/>\nConsidera\u00e7\u00f5es Finais<br \/>\nAs anamneses s\u00e3o essenciais para o estabelecimento de um diagn\u00f3stico m\u00e9dico, e<br \/>\nconsistem em um processo de coletar dados das biografias dos pacientes \u00e0 luz de uma<br \/>\nhip\u00f3tese. Trata-se de um procedimento essencialmente interpretativo, envolvendo uma<br \/>\nrela\u00e7\u00e3o reflexiva entre as suposi\u00e7\u00f5es do m\u00e9dico e o comportamento e motiva\u00e7\u00f5es que<br \/>\npoderiam ser associadas ao diagn\u00f3stico.<br \/>\nO comportamento do profissional, assim como o estilo da entrevista, t\u00eam efeitos<br \/>\ndiretos sobre a rela\u00e7\u00e3o com o paciente. \u00c9 preciso obter todos os detalhes precisos e<br \/>\nnecess\u00e1rios para o diagn\u00f3stico, o que exige habilidades que devem ser exercitadas<br \/>\ncontinuamente. Toda informa\u00e7\u00e3o obtida numa anamnese tem dois componentes: um<br \/>\ncognitivo e o outro afetivo ou emocional. Lembre-se que todos os pacientes est\u00e3o<br \/>\nansiosos durante o contato inicial com o terapeuta. \u00c9 importante considerar ambos e ter<br \/>\na capacidade de corresponder a qualquer um deles. Por exemplo, quando as pessoas<br \/>\nest\u00e3o zangadas, as suas defini\u00e7\u00f5es podem transmitir muito pouco da mensagem<br \/>\npretendida. Reagir apenas \u00e0s palavras, pode significar a perda completa da mensagem<br \/>\nsubentendida. O acompanhamento (n\u00e3o verbal) do contexto, da qualidade e da \u00eanfase da<br \/>\nvoz, da express\u00e3o facial, da postura corporal, do cen\u00e1rio, das roupas, da idade e no<br \/>\ncontexto cultural do paciente, ajuda o entrevistador a preencher o que n\u00e3o foi<br \/>\nexpressamente revelado. Entretanto, a \u00fanica forma de nos certificarmos de uma<br \/>\ncompreens\u00e3o precisa \u00e9 conferindo nossos dados com o pr\u00f3prio paciente. O uso de<br \/>\nresumos e confirma\u00e7\u00f5es peri\u00f3dicos \u00e9 uma t\u00e9cnica eficaz para assegurar ao paciente de<br \/>\nque ele esta sendo adequadamente compreendido. Este tipo de interven\u00e7\u00e3o assegura<br \/>\nainda ao paciente que estamos concentrados nele.<br \/>\nO argumento do artigo \u00e9 o de que existe uma estrutura interpretativa a balizar as<br \/>\nhip\u00f3teses de diagn\u00f3stico que \u00e9 calcada em procedimentos de senso comum.<br \/>\nRefer\u00eancias bibliogr\u00e1ficas:<br \/>\nBense\u00f1or, IM. Atta, JA. Martins, MA. Semiologia Cl\u00ednica. Sarvier. 2002. Bates, B.<br \/>\nSemiologia. 8 edi\u00e7\u00e3o<br \/>\nExaminando pacientes &#8211; A ANAMNESE Ivan da Costa Barros -2004- &#8211; 15\/04\/04.<br \/>\nL\u00f3pez, Mario, Medeiros, Jos\u00e9. Semiologia M\u00e9dica: As bases do diagn\u00f3stico Cl\u00ednico.<br \/>\nProf. Ivan da Costa Barros A HIST\u00d3RIA CL\u00cdNICA 2004<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>SIDNEI NOGUEIRA DE SOUZA JUNIOR Resumo: Este trabalho tem como finalidade auxiliar o profissional de sa\u00fade a sistematizar a avalia\u00e7\u00e3o desses pacientes, antes mesmo de iniciar um tratamento para abuso de subst\u00e2ncias psicoativas (SPA). 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Stack trace:
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