{"id":3066,"date":"2018-11-23T10:35:21","date_gmt":"2018-11-23T13:35:21","guid":{"rendered":"http:\/\/clinicajorgejaber.com.br\/novo\/?p=3066"},"modified":"2018-11-23T10:35:21","modified_gmt":"2018-11-23T13:35:21","slug":"comorbidade-psiquiatrica-esquizofrenia-historia-conceito-e-subtipos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/clinicajorgejaber.com.br\/novo\/2018\/11\/comorbidade-psiquiatrica-esquizofrenia-historia-conceito-e-subtipos\/","title":{"rendered":"Comorbidade psiqui\u00e1trica: Esquizofrenia, hist\u00f3ria, conceito e subtipos"},"content":{"rendered":"<p>ALUNA: CAROLINA OLIVENCIA PIOLLA<\/p>\n<p>INTRODU\u00c7\u00c3O<\/p>\n<p>As s\u00edndromes psic\u00f3ticas se caracterizam por sintomas t\u00edpicos como alucina\u00e7\u00f5es e del\u00edrios, pensamento desorganizado e comportamento claramente bizarro, como fala e risos imotivados (DALGALARRONDO, 2000). Os sintomas paranoides s\u00e3o bastante comuns, como del\u00edrios e alucina\u00e7\u00f5es auditivas e de cunho persecut\u00f3rio. O psic\u00f3tico, nessa concep\u00e7\u00e3o, passa a viver fora da realidade, vive predominantemente regido pelo princ\u00edpio do prazer e do narcisismo. Segundo Dalgalarrondo (2000), a principal forma de psicose, dada sua frequ\u00eancia e import\u00e2ncia cl\u00ednica, \u00e9 a esquizofrenia. O termo esquizofrenia, segundo D\u2019Agord, \u00e9 um conceito relativamente novo, com n\u00e3o mais de noventa anos, e nesse \u00ednterim, o conceito, que havia sido criado para determinar a fragmenta\u00e7\u00e3o ou dissolu\u00e7\u00e3o dos processos ps\u00edquicos pr\u00f3prios de uma maneira de psicose, acabou sendo generalizado para indicar todos os processos de separa\u00e7\u00e3o, seja na esfera familiar, da comunica\u00e7\u00e3o ou da vida em sociedade. Concomitantemente, entre os pesquisadores em psicopatologia, o termo passou a ser questionado como sendo adequado ou n\u00e3o para definir a doen\u00e7a mental para o qual havia sido criado. E como resultado, epistemologicamente, esquizofrenia teve seu conceito de defini\u00e7\u00e3o revisado. Essa din\u00e2mica da psicopatologia acaba por despertar a necessidade de sempre ter presente a historicidade do conceito. Neste trabalho, ser\u00e1 apresentado um breve estudo sobre a hist\u00f3ria e conceito da esquizofrenia.<\/p>\n<p>RECORTE HIST\u00d3RICO<\/p>\n<p>O conceito de esquizofrenia foi originalmente elaborado por Eugen Bleuler, quando em 1911 publica sua monografia intitulada \u201cDem\u00eancia precoce ou o grupo das esquizofrenias\u201d. Bleuler criou esse neologismo para marcar a ruptura desse conceito com o at\u00e9 ent\u00e3o aceito, que era dem\u00eancia precoce, de \u00c9mil Kraepelin. Seu prop\u00f3sito era ir al\u00e9m das constela\u00e7\u00f5es dos sintomas regulares estabelecidas por Kraepelin, buscou-se o fundamento psicopatol\u00f3gico daquela enfermidade (PEREIRA, 2000). O que o termo dem\u00eancia precoce de Kraepelin indicava era a deteriora\u00e7\u00e3o mental em pessoas jovens, rec\u00e9m entradas na vida adulta. Tal conceito foi questionado por Bleuler pois foi constatado em alguns casos que a deteriora\u00e7\u00e3o n\u00e3o aparecia precocemente no paciente, por\u00e9m mais tarde; sendo assim, Bleuler observou ser necess\u00e1rio rever o nome da doen\u00e7a. Com o neologismo esquizofrenia, de origem grega, atrav\u00e9s da jun\u00e7\u00e3o do verbo schizo, que significa fender, separar; e pelo substantivo phr\u00e9n, que significa esp\u00edrito, intelig\u00eancia, Bleuler quis mostrar que o sintoma principal dessa doen\u00e7a \u00e9 a dissocia\u00e7\u00e3o do psiquismo, e n\u00e3o uma crescente deteriora\u00e7\u00e3o ps\u00edquica (D\u2019AGORD, 2005). Segundo D\u2019agord (2005), Bleuler define a esquizofrenia como um grupo de psicoses, sendo a doen\u00e7a caracterizada por um tipo espec\u00edfico de altera\u00e7\u00e3o do pensamento, dos sentimentos e da rela\u00e7\u00e3o com o meio exterior. Em todos esses casos, a dissocia\u00e7\u00e3o \u00e9 presente de maneira mais ou menos n\u00edtida das fun\u00e7\u00f5es ps\u00edquicas. Essa dissocia\u00e7\u00e3o acaba por atingir a personalidade, o processo associativo e os afetos. O processo associativo sofre altera\u00e7\u00e3o na maneira como discorre, n\u00e3o h\u00e1 continuidade no discurso. Enquanto no processo normal de pensamento o conte\u00fado cognitivo se combina para fazer a associa\u00e7\u00e3o, na esquizofrenia esse conte\u00fado \u00e9 percebido de maneira isolada, n\u00e3o se combinam ou faz-se combina\u00e7\u00f5es ineficazes. Como resultado, o pensamento se torna confuso, fragmentado. Na fala do paciente esquizofr\u00eanico percebe-se ideias que n\u00e3o tem entre si nenhuma rela\u00e7\u00e3o, pode ocorrer tamb\u00e9m a condensa\u00e7\u00e3o de v\u00e1rias ideias em uma. Devido a essa altera\u00e7\u00e3o das fun\u00e7\u00f5es de associa\u00e7\u00e3o e afeto, a rela\u00e7\u00e3o do paciente esquizofr\u00eanico com o mundo exterior acaba ficando enfraquecida, pois a sua vida interior assume uma import\u00e2ncia patol\u00f3gica. Esse estado de desapego \u00e0 realidade Bleuler denomina como autismo (D\u2019AGORD, 2005). Bleuler descreveu os quatro sintomas principais da esquizofrenia, conhecidos como os 4 A\u2019s de Bleuler: afrouxamento dos nexos associativos do pensamento, ou seja, como falado anteriormente, as ideias s\u00e3o associadas de maneira err\u00f4nea; autismo, caracterizado pelo isolamento social, dificuldade de relacionamento, comportamento introspectivo; afeto embotado, que se caracteriza pela redu\u00e7\u00e3o das express\u00f5es emocionais, com gestos da comunica\u00e7\u00e3o escassos ou artificiais e avoli\u00e7\u00e3o, que significa aus\u00eancia de vontade, a desmotiva\u00e7\u00e3o e apatia s\u00e3o observados com frequ\u00eancia no comportamento (PALMEIRA et al, 2013). Posterior a Bleuler, em 1948, Schneider denominou \u201cos sintomas de primeira ordem\u201d, que s\u00e3o sintomas bastante significativos para o diagn\u00f3stico da esquizofrenia. S\u00e3o eles: ouvir os pr\u00f3prios pensamentos (sonoriza\u00e7\u00e3o do pensamento); roubo do pensamento; difus\u00e3o do pensamento (o paciente acredita que seus pensamentos s\u00e3o ouvidos pelos outros); viv\u00eancias de influ\u00eancia (o paciente sente uma for\u00e7a ou um ser externo agindo sobre seu corpo); percep\u00e7\u00e3o delirante e alucina\u00e7\u00f5es (ELKIS, 2000). Segundo Dalgalarrondo (2000), esses sintomas de primeira ordem indicam uma profunda modifica\u00e7\u00e3o da rela\u00e7\u00e3o do paciente com o mundo exterior, uma danifica\u00e7\u00e3o significativa dos limites que permeiam o eu em rela\u00e7\u00e3o ao mundo, ocorre uma perda marcante da dimens\u00e3o da intimidade, do mundo interior.<\/p>\n<p>CONCEITO<\/p>\n<p>De acordo com o CID-10 (1993) a esquizofrenia (F20) em geral \u00e9 caracterizada por distor\u00e7\u00f5es fundamentais e caracter\u00edsticas do pensamento e da percep\u00e7\u00e3o e por afeto inadequado ou embotado. Os pensamentos, sentimentos e atos mais \u00edntimos s\u00e3o sentidos como conhecidos ou partilhados por outros e podem se desenvolver del\u00edrios explicativos, a ponto de que for\u00e7as naturais ou sobrenaturais trabalhem de forma a influenciar os pensamentos e as a\u00e7\u00f5es do indiv\u00edduo atingido pela doen\u00e7a, de formas que s\u00e3o muitas vezes bizarras. As alucina\u00e7\u00f5es, especialmente auditivas, s\u00e3o comuns e podem comentar sobre o comportamento ou os pensamentos do paciente. Perplexidade \u00e9 tamb\u00e9m comum no in\u00edcio e leva frequentemente a uma cren\u00e7a de que situa\u00e7\u00f5es cotidianas possuem um significado especial, usualmente sinistro, destinado unicamente ao indiv\u00edduo. Na perturba\u00e7\u00e3o caracter\u00edstica do pensamento esquizofr\u00eanico, aspectos irrelevantes de um conceito total, que durante uma atividade mental normal est\u00e3o inibidos, na esquizofrenia s\u00e3o trazidos para o primeiro plano e utilizados como sendo de grande relev\u00e2ncia. Dessa forma, o pensamento se torna vago e obscuro e sua express\u00e3o em palavras, algumas vezes ficam incompreens\u00edveis (CID-10, 1993). Na esquizofrenia existem dois tipos de sintomas; os sintomas positivos ou psic\u00f3ticos (como del\u00edrios e alucina\u00e7\u00f5es), que s\u00e3o vistos como os sintomas que est\u00e3o relacionados diretamente ao surto psic\u00f3tico, s\u00e3o as fantasias que o paciente acaba criando no decorrer da doen\u00e7a, e os sintomas negativos (como apatia, embotamento, pobreza do discurso), que est\u00e3o relacionados \u00e0 fase cr\u00f4nica da doen\u00e7a, tamb\u00e9m s\u00e3o chamados de sintomas deficit\u00e1rios pois trazem a defici\u00eancia de algumas fun\u00e7\u00f5es mentais e comportamentais (PALMEIRA, SD). Para que seja diagnosticada a esquizofrenia, \u00e9 necess\u00e1rio que dois ou mais sintomas sejam observados por no m\u00ednimo um m\u00eas, sendo que pelo menos um desses sintomas dever\u00e1 ser del\u00edrios, alucina\u00e7\u00f5es, discurso desorganizado, comportamento grosseiramente desorganizado ou catat\u00f4nico ou sintomas negativos (j\u00e1 citados anteriormente). Por um per\u00edodo significativo de tempo desde o aparecimento da perturba\u00e7\u00e3o, os n\u00edveis de funcionamento no trabalho, nas rela\u00e7\u00f5es interpessoais ou no autocuidado, devem estar abaixo do n\u00edvel que costumava-se atingir para se caracterizar o diagn\u00f3stico (DSM-V, 2014).<\/p>\n<p>SUBTIPOS<\/p>\n<p>De acordo com o CID-10 (1993), a esquizofrenia \u00e9 dividida em seis principais subtipos: F20.0 Esquizofrenia paran\u00f3ide: \u00e9 a mais comum. O quadro cl\u00ednico \u00e9 dominado por del\u00edrios, alucina\u00e7\u00f5es e perturba\u00e7\u00f5es da percep\u00e7\u00e3o. Del\u00edrios de cunho persecut\u00f3rio, religioso, de grandeza est\u00e3o entre os mais frequentes. Outros sintomas bastante comuns s\u00e3o as vozes de comando e alucina\u00e7\u00f5es auditivas e visuais. Os sintomas negativos nesse tipo de esquizofrenia n\u00e3o dominam o quadro cl\u00ednico, mas podem aparecer. F20.1 Esquizofrenia hebefr\u00eanica: ao contr\u00e1rio da paran\u00f3ide, as alucina\u00e7\u00f5es e del\u00edrios est\u00e3o presentes, mas n\u00e3o s\u00e3o usualmente proeminentes. O que est\u00e1 em jogo \u00e9 a perturba\u00e7\u00e3o no campo do afeto e da vontade. As mudan\u00e7as afetivas s\u00e3o relevantes, o afeto \u00e9 superficial e inadequado. O pensamento \u00e9 desorganizado, o discurso \u00e9 vago e incoerente. H\u00e1 uma tend\u00eancia ao isolamento. Essa forma de esquizofrenia tende a ter um progn\u00f3stico pobre por conta do r\u00e1pido desenvolvimento dos sintomas negativos. F20.2 Esquizofrenia catat\u00f4nica: as perturba\u00e7\u00f5es psicomotoras proeminentes s\u00e3o os aspectos essenciais e dominantes e podem se alternar entre extremos tais como hipercinesia e estupor ou obedi\u00eancia autom\u00e1tica e negativismo. Atitudes e posturas for\u00e7adas podem ser mantidas por longos per\u00edodos. Epis\u00f3dios de agita\u00e7\u00e3o violenta podem ser um aspecto not\u00e1vel da condi\u00e7\u00e3o. F20.3 Esquizofrenia indiferenciada: essa forma deve ser usada somente para condi\u00e7\u00f5es psic\u00f3ticas e ap\u00f3s ter sido feita uma tentativa de classificar a condi\u00e7\u00e3o em uma das tr\u00eas categorias anteriores. Quando n\u00e3o se adequa a nenhum dos subtipos acima ou quando apresenta aspectos de mais de um deles, sem uma clara predomin\u00e2ncia de um conjunto de caracter\u00edsticas diagn\u00f3sticas em particular. F20.5 Esquizofrenia residual: \u00e9 um est\u00e1gio cr\u00f4nico no desenvolvimento de um transtorno esquizofr\u00eanico, no qual houve uma progress\u00e3o clara de um est\u00e1gio inicial para um est\u00e1gio mais tardio caracterizados por sintomas negativos de longa dura\u00e7\u00e3o, embora n\u00e3o necessariamente irrevers\u00edveis. Os sintomas negativos s\u00e3o proeminentes, h\u00e1 retardo psicomotor, afeto embotado, passividade, autocuidado e desempenho social empobrecido s\u00e3o alguns sintomas. F20.6 Esquizofrenia simples: \u00e9 um transtorno incomum, no qual h\u00e1 um desenvolvimento insidioso, mas progressivo de conduta estranha, incapacidade para atender as exig\u00eancias da sociedade e um decl\u00ednio no desempenho total. Del\u00edrios e alucina\u00e7\u00f5es n\u00e3o s\u00e3o evidentes e o transtorno \u00e9 menos obviamente psic\u00f3tico do que os subtipos hebefr\u00eanico, paran\u00f3ide e catat\u00f4nico. Com o aumento do empobrecimento social pode seguir-se a ado\u00e7\u00e3o de uma conduta de vagante e o indiv\u00edduo pode ent\u00e3o se tonar absorto em si mesmo, inativo e sem objetivo. \u00c9 um diagn\u00f3stico dif\u00edcil.<\/p>\n<p>BIBLIOGRAFIA<\/p>\n<p>CID10 (1993) Classifica\u00e7\u00e3o de transtornos mentais e de comportamento da CID-10: Descri\u00e7\u00f5es cl\u00ednicas e diretrizes diagn\u00f3sticas \u2013 Coord. Organiz. Mund. da Sa\u00fade; trad. Dorgival Caetano. Porto Alegre: Editoras Artes M\u00e9dicas. D\u2019AGORD, M. (2005). Esquizofrenia, os limites de um conceito. Dispon\u00edvel em: Acesso em 16 de novembro de 2018. DALGALARRONDO, P. (2000) Psicopatologia e semiologia dos transtornos mentais. Porto Alegre: Editora Artes M\u00e9dicas Sul. DSM-5 (2014) Manual diagn\u00f3stico e estat\u00edstico de transtornos mentais. American Psychiatnc Association, tradu\u00e7 . Maria In\u00eas Corr\u00eaa Nascimento et al.; revis\u00e3o t\u00e9cnica: Aristides Volpato Cordioli et al. Porto Alegre: Editora Artmed. PALMEIRA, L. (SD) Quais os sintomas? Dispon\u00edvel em: Acesso em 16 de novembro de 2018. PALMEIRA, L. et al (2013). Entendendo a Esquizofrenia : Como a fam\u00edlia pode ajudar no tratamento? Rio de Janeiro: Editora Interci\u00eancia. PEREIRA, M. E. C. (2000) Bleuler e a inven\u00e7\u00e3o da esquizofrenia. Rev. latinoam. psicopatol. fundam., S\u00e3o Paulo , v. 3, n. 1, p. 158-163, Mar. Dispon\u00edvel em: . Acesso em 16 de novembro de 2018.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>ALUNA: CAROLINA OLIVENCIA PIOLLA INTRODU\u00c7\u00c3O As s\u00edndromes psic\u00f3ticas se caracterizam por sintomas t\u00edpicos como alucina\u00e7\u00f5es e del\u00edrios, pensamento desorganizado e comportamento claramente bizarro, como fala e risos imotivados (DALGALARRONDO, 2000). 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