{"id":3073,"date":"2018-11-23T10:41:24","date_gmt":"2018-11-23T13:41:24","guid":{"rendered":"http:\/\/clinicajorgejaber.com.br\/novo\/?p=3073"},"modified":"2018-11-23T10:41:24","modified_gmt":"2018-11-23T13:41:24","slug":"suicidio-uma-questao-de-saude-publica","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/clinicajorgejaber.com.br\/novo\/2018\/11\/suicidio-uma-questao-de-saude-publica\/","title":{"rendered":"Suic\u00eddio: uma quest\u00e3o de sa\u00fade p\u00fablica"},"content":{"rendered":"<p>I\u00eada Mondaini<\/p>\n<p>16\/11\/2018<\/p>\n<p><strong>INDICE<\/strong><\/p>\n<p>Resumo&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;03<\/p>\n<p>Introdu\u00e7\u00e3o&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..03<\/p>\n<p>Desenvolvimento&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.04<\/p>\n<p>Fatores de risco para comportamento suicida&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.04<\/p>\n<p>Sinais de Alerta &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.06<\/p>\n<p>Interven\u00e7\u00f5es para preven\u00e7\u00e3o do comportamento suicida&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;08<\/p>\n<p>Diante de uma pessoa sob risco de suic\u00eddio, o que se deve fazer?&#8230;..10<\/p>\n<p>Onde buscar ajuda para prevenir o suic\u00eddio?&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.11<\/p>\n<p>A\u00e7\u00f5es do Minist\u00e9rio da Sa\u00fade para preven\u00e7\u00e3o do suic\u00eddio&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;11<\/p>\n<p>Conclus\u00e3o&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..13<\/p>\n<p>Bibliografia&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;13<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>Resumo<\/strong><\/p>\n<p>O suic\u00eddio \u00e9 um problema de sa\u00fade p\u00fablica mundial. A maioria dos casos de suic\u00eddio envolve um transtorno psiqui\u00e1trico em evolu\u00e7\u00e3o, tipicamente trat\u00e1vel. O suic\u00eddio \u00e9 um fen\u00f4meno pass\u00edvel de preven\u00e7\u00e3o. O impacto social e psicol\u00f3gico do suic\u00eddio em uma fam\u00edlia e na sociedade em geral \u00e9 algo imensur\u00e1vel. Os fatores de riscos para o comportamento suicida e as poss\u00edveis interven\u00e7\u00f5es requerem compreens\u00e3o num complexo sistema social e comportamental.<\/p>\n<p><em>Palavras Chave: Suic\u00eddio, Fatores de Risco, Fam\u00edlia, Interven\u00e7\u00f5es, Sinais de Alerta, Preven\u00e7\u00e3o.<\/em><\/p>\n<p><strong>Introdu\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>O termo suic\u00eddio \u00e9 derivado do latim a partir das palavras sui (si mesmo) e caedes (a\u00e7\u00e3o de matar). \u00c9 um fen\u00f4meno descrito como existente desde a Pr\u00e9-hist\u00f3ria e que evoluiu com significados conceituais diferentes ao longo da hist\u00f3ria humana. Em 400 a.C, por exemplo, Hip\u00f3crates atribu\u00eda o suic\u00eddio \u00e0 melancolia como uma consequ\u00eancia da depress\u00e3o. J\u00e1 Santo Agostinho (354-430) entendia o suic\u00eddio como algo relacionado ao pecado baseado no \u00a0a ti pr\u00f3prio\u201d e da\u00ed a conota\u00e7\u00e3o de pecado. Em 967, na Inglaterra, o suic\u00eddio torna-se , ent\u00e3o, um crime. Somente em 1827, com Esquirol, o fen\u00f4meno adquire a conota\u00e7\u00e3o de um problema psiqui\u00e1trico, e apenas recentemente, em 1976, o suic\u00eddio passou a ser compreendido em uma abordagem mais biol\u00f3gica.<\/p>\n<p>Entende-se por comportamento suicida o ato pelo qual o indiv\u00edduo se agride, independentemente de qu\u00e3o letal seja esse ato ou mesmo sem reconhecimento genu\u00edno dessa atitude. Assim, o comportamento suicida \u00e9 compreendido fazendo parte de um continuum que engloba pensamentos, gestos e atitudes autodestrutivos e o suic\u00eddio em si. Esse \u00faltimo corresponde a um ato deliberado de autoagress\u00e3o realizado na expectativa de ser fatal.<\/p>\n<p>O suic\u00eddio tem sido associado de forma consistente a uma doen\u00e7a psiqui\u00e1trica em evolu\u00e7\u00e3o via de regra trat\u00e1vel. Entre os principais diagn\u00f3sticos envolvidos est\u00e3o os transtornos psic\u00f3ticos prim\u00e1rios, os afetivos e os relacionados ao uso de subst\u00e2ncias psicoativas.<\/p>\n<p><strong>Desenvolvimento<\/strong><\/p>\n<p>A cada 40 segundos uma pessoa morre v\u00edtima de suic\u00eddio no mundo. Dados da OMS (Organiza\u00e7\u00e3o Mundial de Sa\u00fade) mostram que o Brasil \u00e9 o 8\u00ba pa\u00eds no mundo em n\u00fameros absolutos de suic\u00eddios consumados. No pa\u00eds, 17% das pessoas j\u00e1 pensaram em se matar em algum momento da vida. O Cear\u00e1, segundo o Anu\u00e1rio da Seguran\u00e7a P\u00fablica, \u00e9 o 5\u00ba estado com maior n\u00famero absoluto de suic\u00eddios. Entre jovens, as taxas de suic\u00eddio t\u00eam aumentado, no pa\u00eds e no mundo, se configurando como uma das principais causas de morte.<\/p>\n<p>\u00c9 importante ressaltar que, devido ao preconceito e ao estigma que o suic\u00eddio carrega, os dados estat\u00edsticos sobre o suic\u00eddio s\u00e3o subnotificados, o que mascara uma realidade preocupante, pois estima-se que cerca de um milh\u00e3o de pessoas morre anualmente, por suic\u00eddio, o que levou a OMS a considerar o suic\u00eddio como uma epidemia silenciosa. Trata-se de uma quest\u00e3o de sa\u00fade p\u00fablica.<\/p>\n<p>Embora n\u00e3o exista uma \u00fanica explica\u00e7\u00e3o para a morte volunt\u00e1ria, dado o car\u00e1ter multifatorial do fen\u00f4meno, estudos de suicidologia indicam que 90% dos casos podem ser evitados. Por\u00e9m, devido ao estigma e ao tabu em rela\u00e7\u00e3o ao tema, muitos sentem que n\u00e3o podem ou n\u00e3o devem pedir ajuda. Al\u00e9m disso, muitas pessoas sentem receio e consideram que n\u00e3o sabem como prestar ajuda a algu\u00e9m que est\u00e1 em risco de suic\u00eddio.<\/p>\n<p><strong>Fatores de risco para comportamento suicida.<\/strong><\/p>\n<p>Os fatores de risco mais importantes para comportamento suicida s\u00e3o: transtornos mentais os quais est\u00e3o presentes em mais de 90% daqueles que cometem suic\u00eddio, antecedentes familiares, sexo, idade, rela\u00e7\u00f5es familiares, abuso de subst\u00e2ncias, problemas f\u00edsicos, principalmente aqueles que causam invalidez e\/ou dor cr\u00f4nica e situa\u00e7\u00e3o social desfavor\u00e1vel, como pobreza e desemprego(3). No Brasil, um estudo investigou as taxas de suic\u00eddio entre 1980 e 2000, fazendo uma compara\u00e7\u00e3o com a situa\u00e7\u00e3o epidemiol\u00f3gica mundial, considerando idade e sexo. Os resultados apontaram que os \u00edndices globais de suic\u00eddio cresceram 21% em 20 anos, que os homens suicidam-se 2,3 a 4 vezes mais que as mulheres e que os idosos acima de 65 anos apresentaram as taxas mais elevadas. Os jovens entre 15 e 24 anos apresentaram o maior crescimento. Al\u00e9m disso, existem diferen\u00e7as entre os sexos em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 letalidade do comportamento suicida em fun\u00e7\u00e3o das constru\u00e7\u00f5es de g\u00eanero. As mulheres escolhem m\u00e9todos menos invasivos para n\u00e3o perderem a beleza, enquanto os homens preferem m\u00e9todos que evidenciem sua virilidade. As mulheres t\u00eam comportamento suicida com mais frequ\u00eancia e fazem mais tentativas, entretanto, os homens cometem mais suic\u00eddio. Essa diferen\u00e7a entre tentativas e atos consumados entre os sexos pode ser explicada pelo fato de que os homens, por utilizarem m\u00e9todos mais letais, como armas de fogo e enforcamento, s\u00e3o mais efetivos nas suas tentativas de suic\u00eddio do que as mulheres, em que predominam as tentativas por envenenamento. Existem ainda, al\u00e9m dos fatores de risco j\u00e1 mencionados, problemas no n\u00edvel ps\u00edquico, como ansiedade, impulsividade, transtornos de humor, transtornos afetivos, baixa auto-estima, sentimentos de desesperan\u00e7a e solid\u00e3o, sofrimento intenso, frustra\u00e7\u00f5es, estresse, esquizofrenia, e psicopatologias em geral, que agravam a situa\u00e7\u00e3o. Nesse n\u00edvel destaca-se a depress\u00e3o, que \u00e9 fator de alto risco para suic\u00eddio, e que est\u00e1 cada vez mais presente na vida dos seres humanos, podendo encontrar-se desde etapas precoces da vida, como a lact\u00e2ncia. Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 percep\u00e7\u00e3o de sintomas depressivos, foi realizado um estudo quantiqualitativo contemplando as quest\u00f5es culturais, em Santa Catarina, investigando as comunidades a\u00e7oriana, italiana e alem\u00e3. Os grupos evidenciaram diferen\u00e7as na manifesta\u00e7\u00e3o dos sintomas depressivos, evidenciando formas pr\u00f3prias de express\u00e3o desses sintomas, de acordo com a cultura. Tamb\u00e9m os conflitos familiares se destacam como importante fator de risco para o suic\u00eddio. Problemas como dificuldades de relacionamento e de comunica\u00e7\u00e3o, aus\u00eancia de afeto e falta de apoio familiar por vezes est\u00e3o na origem de comportamentos suicidas. A disfuncionalidade familiar \u00e9 um risco ainda maior para crian\u00e7as e adolescentes, visto que as rela\u00e7\u00f5es familiares s\u00e3o importantes no desenvolvimento do indiv\u00edduo. Em contrapartida, o ato suicida ocasiona desajuste no funcionamento familiar, visto que os outros membros da fam\u00edlia fazem uma avalia\u00e7\u00e3o dos seus atos, podendo gerar um sentimento de culpa. Ademais, a presen\u00e7a de familiares que tentaram ou cometeram suic\u00eddio \u00e9 um fator agravante para o comportamento suicida. Estas informa\u00e7\u00f5es ressaltam que a fam\u00edlia funcional \u00e9 um fator de prote\u00e7\u00e3o aos agravos em sa\u00fade mental, e, portanto, as a\u00e7\u00f5es dos profissionais de sa\u00fade precisam ser direcionadas n\u00e3o somente ao indiv\u00edduo, mas tamb\u00e9m ao grupo familiar. O comportamento suicida pode ter origens gen\u00e9ticas. H\u00e1 evid\u00eancia crescente de que os fatores gen\u00e9ticos influenciam a predisposi\u00e7\u00e3o ao suic\u00eddio, visto que a hereditariedade do comportamento suicida \u00e9 compar\u00e1vel \u00e0 hereditariedade de transtornos psiqui\u00e1tricos, como transtorno do humor e esquizofrenia. Evidencia-se que o risco para comportamento suicida \u00e9 uma conjuga\u00e7\u00e3o entre o biol\u00f3gico e o psicossocial, um potencializando o outro. Dessa forma, as a\u00e7\u00f5es de preven\u00e7\u00e3o devem ser realizadas contemplando a aten\u00e7\u00e3o integral ao indiv\u00edduo. O exerc\u00edcio de solidariedade, juntamente com as condi\u00e7\u00f5es de adapta\u00e7\u00e3o do indiv\u00edduo ao sofrimento ps\u00edquico, \u00e9 um fator relevante ao tratar usu\u00e1rios com comportamento suicida.<\/p>\n<p><strong>Sinais de Alerta<\/strong><\/p>\n<p>Os sinais de alerta descritos abaixo n\u00e3o devem ser considerados isoladamente. N\u00e3o h\u00e1 uma \u201creceita\u201d para detectar seguramente quando uma pessoa est\u00e1 vivenciando uma crise suicida, nem se tem algum tipo de tend\u00eancia suicida. Entretanto, um indiv\u00edduo em sofrimento pode dar certos sinais, que devem chamar a aten\u00e7\u00e3o de seus familiares e amigos pr\u00f3ximos, sobretudo se muitos desses sinais se manifestam ao mesmo tempo<\/p>\n<p>O aparecimento ou agravamento de problemas de conduta ou de manifesta\u00e7\u00f5es verbais durante pelo menos duas semanas.<\/p>\n<p>Essas manifesta\u00e7\u00f5es n\u00e3o devem ser interpretadas como amea\u00e7as nem como chantagens emocionais, mas sim como avisos de alerta para um risco real.<\/p>\n<p><em>Preocupa\u00e7\u00e3o com sua pr\u00f3pria morte ou falta de esperan\u00e7a.<\/em><\/p>\n<p>As pessoas sob risco de suic\u00eddio costumam falar sobre morte e suic\u00eddio mais do que o comum, confessam se sentir sem esperan\u00e7as, culpadas, com falta de autoestima e t\u00eam vis\u00e3o negativa de sua vida e futuro. Essas ideias podem estar expressas de forma escrita, verbal ou por meio de desenhos<\/p>\n<p>Express\u00e3o de ideias ou de inten\u00e7\u00f5es suicidas. (Frases de Alerta)<\/p>\n<p>Fiquem atentos para os coment\u00e1rios abaixo. Pode parecer \u00f3bvio, mas muitas vezes s\u00e3o ignorados:<\/p>\n<ul>\n<li>&#8220;Vou desaparecer.\u201d<\/li>\n<li>\u201cVou deixar voc\u00eas em paz.\u201d<\/li>\n<li>\u201cEu queria poder dormir e nunca mais acordar.\u201d<\/li>\n<li>\u201c\u00c9 in\u00fatil tentar fazer algo para mudar, eu s\u00f3 quero me matar.\u201d<\/li>\n<li>\u201cEu prefiro estar morto.\u201d<\/li>\n<li>\u201cEu n\u00e3o posso fazer nada.\u201d<\/li>\n<li>\u201cEu n\u00e3o aguento mais.\u201d<\/li>\n<li>\u201cEu sou um perdedor e um peso pros outros.\u201d<\/li>\n<li>\u201cOs outros v\u00e3o ser felizes sem mim.\u201d<\/li>\n<\/ul>\n<p><em>Isolamento<\/em><\/p>\n<p>As pessoas com pensamentos suicidas podem se isolar, n\u00e3o atendendo a telefonemas, interagindo menos nas redes sociais, ficando em casa ou fechadas em seus quartos, reduzindo ou cancelando todas as atividades sociais, principalmente aquelas que costumavam e gostavam de fazer.<\/p>\n<p><em>Outros fatores<\/em><\/p>\n<p>Exposi\u00e7\u00e3o ao agrot\u00f3xico, perda de emprego, crises pol\u00edticas e econ\u00f4micas, discrimina\u00e7\u00e3o por orienta\u00e7\u00e3o sexual e identidade de g\u00eanero, agress\u00f5es psicol\u00f3gicas e\/ou f\u00edsicas, sofrimento no trabalho, diminui\u00e7\u00e3o ou aus\u00eancia de autocuidado, conflitos familiares, perda de um ente querido, doen\u00e7as cr\u00f4nicas, dolorosas e\/ou incapacitantes, entre outros podem ser fatores que vulnerabilizam, ainda que n\u00e3o possam ser considerados como determinantes para o suic\u00eddio. Sendo assim, devem ser levados em considera\u00e7\u00e3o se o indiv\u00edduo apresenta outros sinais de alerta para o suic\u00eddio.<\/p>\n<p><strong><em>\u00a0<\/em><\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Interven\u00e7\u00f5es para preven\u00e7\u00e3o do comportamento suicida <\/strong><\/p>\n<p>O usu\u00e1rio com comportamento suicida apresenta tr\u00eas caracter\u00edsticas principais: ambival\u00eancia, impulsividade e rigidez. O profissional de sa\u00fade deve encontrar alguma forma de aumentar o desejo pela vida, fornecendo, se poss\u00edvel, aux\u00edlio no momento do impulso suicida. O estabelecimento de um contrato de n\u00e3o suic\u00eddio entre o profissional, usu\u00e1rio e fam\u00edlia pode ser firmado, visando \u00e0 manuten\u00e7\u00e3o da vida. Visto que o suic\u00eddio \u00e9 um ato complexo e multifatorial, cada caso deve receber interven\u00e7\u00e3o espec\u00edfica. Um evento estressor pode gerar comportamento suicida, neste caso a interven\u00e7\u00e3o indicada \u00e9 a realiza\u00e7\u00e3o de acompanhamento desses indiv\u00edduos com risco para suic\u00eddio, desmistificando o significado que o ato representa para o usu\u00e1rio. Entende-se que sa\u00fade mental engloba um conjunto de requisitos, e n\u00e3o se reduz \u00e0 aus\u00eancia de psicopatologias. Para que a condi\u00e7\u00e3o de sa\u00fade seja mantida s\u00e3o necess\u00e1rios outros fatores, como condi\u00e7\u00f5es s\u00f3cio-econ\u00f4micas favor\u00e1veis que permitam ao indiv\u00edduo o acesso a necessidades b\u00e1sicas, como moradia, alimenta\u00e7\u00e3o, lazer, cultura e educa\u00e7\u00e3o. Considerando que os usu\u00e1rios com comportamento suicida tendem a procurar aux\u00edlio nos servi\u00e7os de aten\u00e7\u00e3o prim\u00e1ria antes de morrer, \u00e9 poss\u00edvel prevenir tentativas de suic\u00eddio. Para tanto, faz-se necess\u00e1ria a educa\u00e7\u00e3o e a capacita\u00e7\u00e3o de profissionais que atuam na aten\u00e7\u00e3o prim\u00e1ria \u00e0 sa\u00fade para auxiliar na detec\u00e7\u00e3o de fatores de risco para suic\u00eddio, principalmente a depress\u00e3o, prevenindo tentativas de suic\u00eddio. Apesar de o transtorno depressivo representar importante fator de risco para o problema, um estudo recente demonstrou que m\u00e9dicos que atuam na aten\u00e7\u00e3o prim\u00e1ria \u00e0 sa\u00fade questionam apenas metade dos usu\u00e1rios com depress\u00e3o sobre o comportamento suicida. A\u00e7\u00f5es que auxiliam na preven\u00e7\u00e3o do comportamento suicida visam \u00e0 promo\u00e7\u00e3o da sa\u00fade mental, como grupos de auto-ajuda e a cria\u00e7\u00e3o de condi\u00e7\u00f5es psicossociais que estimulem a participa\u00e7\u00e3o da comunidade por meio de atividades educativas que integrem socialmente os indiv\u00edduos, promovendo um estilo de vida saud\u00e1val.<\/p>\n<p>Para a preven\u00e7\u00e3o do comportamento suicida s\u00e3o necess\u00e1rias a\u00e7\u00f5es como a realiza\u00e7\u00e3o de programas em escolas e na comunidade. A redu\u00e7\u00e3o do consumo e abuso de \u00e1lcool e drogas entre jovens, programas que visem \u00e0 redu\u00e7\u00e3o da viol\u00eancia entre homens de 25 a 55 anos e remo\u00e7\u00e3o de barreiras que dificultam o acesso da popula\u00e7\u00e3o \u00e0 sa\u00fade mental s\u00e3o exemplos de a\u00e7\u00f5es que atuariam de forma positiva para a redu\u00e7\u00e3o dos \u00edndices de comportamento suicida. Os dados epidemiol\u00f3gicos indicam que as mulheres e idosos procuram mais a aten\u00e7\u00e3o prim\u00e1ria \u00e0 sa\u00fade do que homens jovens antes de cometerem suic\u00eddio. Dessa maneira, a preven\u00e7\u00e3o do comportamento suicida deve envolver a aten\u00e7\u00e3o prim\u00e1ria \u00e0 sa\u00fade com interven\u00e7\u00f5es para prevenir o suic\u00eddio em idosos e mulheres. Uma forma alternativa para preven\u00e7\u00e3o do suic\u00eddio em homens jovens com risco para suic\u00eddio deve ser criada, visto que homens jovens procuram menos os servi\u00e7os de sa\u00fade(6).<\/p>\n<p>Ocorreu, em 2004, na \u00c1ustria, um encontro com 15 especialistas no tema suic\u00eddio. Nesse evento foram identificadas cinco \u00e1reas de interven\u00e7\u00f5es preventivas: programas educacionais e de conscientiza\u00e7\u00e3o para o p\u00fablico em geral e para profissionais, identifica\u00e7\u00e3o dos poss\u00edveis m\u00e9todos de tentativas, tratamento das desordens mentais, restri\u00e7\u00e3o ao acesso a meios letais e o enfoque das reportagens que aparecem na m\u00eddia sobre suic\u00eddio.<\/p>\n<p>Sabe-se que transtornos mentais ocasionam comportamento suicida. Programas educativos e de conscientiza\u00e7\u00e3o para profissionais de sa\u00fade, comunidade e cuidadores de usu\u00e1rios com comportamento suicida seriam eficazes para prevenir tentativas de suic\u00eddio somente se associados ao acompanhamento cont\u00ednuo desses indiv\u00edduos, bem como ao tratamento psicoter\u00e1pico e farmacol\u00f3gico. O acesso aos poss\u00edveis meios letais deve ser restringido, e o planejamento de m\u00e9todos suicidas precisa ser investigado.<\/p>\n<p>Um dos caminhos para a preven\u00e7\u00e3o do suic\u00eddio \u00e9 justamente a aten\u00e7\u00e3o aos sinais e comportamentos das pessoas em sofrimento ps\u00edquico, bem como a amplia\u00e7\u00e3o de informa\u00e7\u00f5es sobre a tem\u00e1tica da sa\u00fade mental.<\/p>\n<p>Falar, desmistificar e aprofundar as discuss\u00f5es sobre o tema, produzindo e propagando informa\u00e7\u00f5es e conhecimentos acerca da quest\u00e3o, \u00e9, portanto, uma valiosa estrat\u00e9gia para a preven\u00e7\u00e3o do suic\u00eddio.<\/p>\n<p><strong>Diante de uma pessoa sob risco de suic\u00eddio, o que se deve fazer?<\/strong><\/p>\n<p>Encontre um momento apropriado e um lugar calmo para falar sobre suic\u00eddio com essa pessoa. Deixe-a saber que voc\u00ea est\u00e1 l\u00e1 para ouvir, ou\u00e7a-a com a mente aberta e ofere\u00e7a seu apoio.<\/p>\n<p>Incentive a pessoa a procurar ajuda de profissionais de servi\u00e7os de sa\u00fade, de sa\u00fade mental, de emerg\u00eancia ou apoio em algum servi\u00e7o p\u00fablico. Ofere\u00e7a-se para acompanh\u00e1-la a um atendimento.<\/p>\n<p>Se voc\u00ea acha que essa pessoa est\u00e1 em perigo imediato, n\u00e3o a deixe sozinha. Procure ajuda de profissionais de servi\u00e7os de sa\u00fade, de emerg\u00eancia e entre em contato com algu\u00e9m de confian\u00e7a, indicado pela pr\u00f3pria pessoa.<\/p>\n<p>Se a pessoa com quem voc\u00ea est\u00e1 preocupado(a) vive com voc\u00ea, assegure-se de que ele(a) n\u00e3o tenha acesso a meios para provocar a pr\u00f3pria morte (por exemplo, pesticidas, armas de fogo ou medicamentos) em casa.<\/p>\n<p>Fique em contato para acompanhar como a pessoa est\u00e1 passando e o que est\u00e1 fazendo.<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>Onde buscar ajuda para prevenir o suic\u00eddio?<\/strong><\/p>\n<ul>\n<li>CAPS e Unidades B\u00e1sicas de Sa\u00fade (Sa\u00fade da fam\u00edlia, Postos e Centros de Sa\u00fade).<\/li>\n<li>UPA 24H, SAMU 192, Proto Socorro; Hospitais<\/li>\n<li>Centro de Valoriza\u00e7\u00e3o da Vida \u2013 188 (liga\u00e7\u00e3o gratuita)<\/li>\n<li>Centro de Valoriza\u00e7\u00e3o da Vida \u2013 CVV<\/li>\n<li>O CVV \u2013 Centro de Valoriza\u00e7\u00e3o da Vida realiza apoio emocional e preven\u00e7\u00e3o do suic\u00eddio, atendendo volunt\u00e1ria e gratuitamente todas as pessoas que querem e precisam conversar, sob total sigilo, por telefone, email, chat e voip 24 horas todos os dias.<\/li>\n<li>A liga\u00e7\u00e3o para o CVV em parceria com o SUS, por meio do n\u00famero 188, s\u00e3o gratuitas a partir de qualquer linha telef\u00f4nica fixa ou celular.<\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>A\u00e7\u00f5es do Minist\u00e9rio da Sa\u00fade para preven\u00e7\u00e3o do suic\u00eddio<\/strong><\/p>\n<p>O Minist\u00e9rio da Sa\u00fade lan\u00e7ou em 2006 a Portaria n\u00ba 1.876, de 14 de agosto de 2006, que institui Diretrizes Nacionais para Preven\u00e7\u00e3o do Suic\u00eddio, a ser implantadas em todas as unidades federadas, respeitadas as compet\u00eancias das tr\u00eas esferas de gest\u00e3o. Ainda em 2006, lan\u00e7ou o Manual dirigido a profissionais das equipes de sa\u00fade mental. Este material encontra-se em processo de revis\u00e3o e atualiza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Em 2011, pela Portaria n\u00ba 3088\/2011, foi institu\u00edda a Rede de Aten\u00e7\u00e3o Psicossocial (RAPS) para pessoas com sofrimento ou transtorno mental, incluindo aquelas com necessidades decorrentes do uso de crack, \u00e1lcool e outras drogas, no \u00e2mbito do Sistema \u00danico de Sa\u00fade (SUS), sendo ofertado o cuidado em sa\u00fade mental por todos os pontos da RAPS, que prev\u00ea a articula\u00e7\u00e3o desde Aten\u00e7\u00e3o B\u00e1sica: Equipe de Sa\u00fade da fam\u00edlia (ESF), Unidade B\u00e1sicas de Sa\u00fade (UBS), Centro de Conviv\u00eancia, Consult\u00f3rio na Rua, N\u00facleo de Apoio \u00e0 Sa\u00fade da Fam\u00edlia (NASF) at\u00e9 a Aten\u00e7\u00e3o Hospitalar e servi\u00e7os de urg\u00eancia e emerg\u00eancia (UPA 24h, SAMU 192), sob a coordena\u00e7\u00e3o dos Centros de Aten\u00e7\u00e3o Psicossocial (CAPS).<\/p>\n<p>A Portaria n\u00ba 1271, de 06 de junho de 2014, a qual define a Lista Nacional de Notifica\u00e7\u00e3o Compuls\u00f3ria de doen\u00e7as, agravos e eventos de sa\u00fade p\u00fablica nos servi\u00e7os de sa\u00fade p\u00fablicos e privados em todo o territ\u00f3rio nacional, torna as tentativas de suic\u00eddio e o suic\u00eddio agravos de notifica\u00e7\u00e3o compuls\u00f3ria imediata em todo o territ\u00f3rio nacional. O que indica a necessidade de acionamento imediato da rede de aten\u00e7\u00e3o e prote\u00e7\u00e3o para a ado\u00e7\u00e3o de medidas adequadas a cada caso.<\/p>\n<p>Curso EAD, parceria Minist\u00e9rio da Sa\u00fade e UFSC, de Crise e Urg\u00eancia em Sa\u00fade Mental . Entre os anos de 2014 e 2015 foram certificados 1.990 profissionais que atuam no Sistema \u00danico de Sa\u00fade.<\/p>\n<p>Desde 2015 o Minist\u00e9rio da Sa\u00fade mant\u00e9m parceria com o Centro de Valoriza\u00e7\u00e3o da Vida (CVV), institui\u00e7\u00e3o voltada ao apoio emocional por meio de liga\u00e7\u00e3o telef\u00f4nica para preven\u00e7\u00e3o de suic\u00eddios. Neste ano (2017), a parceria foi ampliada, tendo sido assinado um novo Acordo de Coopera\u00e7\u00e3o T\u00e9cnica, que prev\u00ea a gratuidade das liga\u00e7\u00f5es ao CVV em todo o territ\u00f3rio nacional.<\/p>\n<p>Em setembro de 2017, o MS lan\u00e7ou o Boletim Epidemiol\u00f3gico 2017 e a Agenda de A\u00e7\u00f5es Estrat\u00e9gicas para a Vigil\u00e2ncia e Preven\u00e7\u00e3o do Suic\u00eddio e Promo\u00e7\u00e3o da Sa\u00fade no Brasil 2017-2020.<\/p>\n<p>Considerando a necessidade de construir e coordenar a\u00e7\u00f5es voltadas \u00e0 preven\u00e7\u00e3o do suic\u00eddio, a Portaria n\u00ba 3.479, de 18 de dezembro de 2017, instituiu o Comit\u00ea Gestor para elabora\u00e7\u00e3o de um Plano Nacional de Preven\u00e7\u00e3o do Suic\u00eddio no Brasil em conson\u00e2ncia com as Diretrizes Nacionais para Preven\u00e7\u00e3o do Suic\u00eddio e com as Diretrizes Organizacionais das Redes de Aten\u00e7\u00e3o \u00e0 Sa\u00fade.<\/p>\n<p>A Portaria N\u00ba 3.491, de 18 de dezembro de 2017 institui incentivo financeiro de custeio para desenvolvimento de projetos de promo\u00e7\u00e3o da sa\u00fade, vigil\u00e2ncia e aten\u00e7\u00e3o integral \u00e0 sa\u00fade direcionados para preven\u00e7\u00e3o do suic\u00eddio no \u00e2mbito da Rede de Aten\u00e7\u00e3o Psicossocial do Sistema \u00danico de Sa\u00fade (SUS).<\/p>\n<p>Num primeiro momento, foram selecionados os 05 estados com maiores taxas de mortalidade por suic\u00eddio (Rio Grande do Sul, Roraima, Piau\u00ed, Mato Grosso do Sul, Santa Catarina), e o Amazonas, que ocupa o 10\u00ba lugar no ranking, tendo em vista o n\u00famero de ind\u00edgenas no estado e a alta incid\u00eancia de suic\u00eddio entre essa popula\u00e7\u00e3o. O MS, por meio de apoito t\u00e9cnico e financiamento, acompanhando esses 6 estados na elabora\u00e7\u00e3o de seus respectivos Planos Estaduais de Preven\u00e7\u00e3o do Suic\u00eddio, os quais funcionar\u00e3o como projetos pilotos para constru\u00e7\u00e3o do Plano Nacional de Preven\u00e7\u00e3odoSuic\u00eddihttp:\/\/bvsms.saude.gov.br\/bvs\/saudelegis\/gm\/2018\/prt1315_16_05_2018.html<\/p>\n<p><strong>CONCLUS\u00c3O<\/strong><\/p>\n<p>O comportamento suicida constitui-se em preocupa\u00e7\u00e3o para a sociedade como um todo. A identifica\u00e7\u00e3o de fatores de risco e a utiliza\u00e7\u00e3o de estrat\u00e9gias preventivas para esta condi\u00e7\u00e3o podem proporcionar mais seguran\u00e7a e confian\u00e7a nos indiv\u00edduos com este agravo e suas fam\u00edlias.<\/p>\n<p>Certamente a tarefa de prevenir o comportamento suicida n\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil, mas o suic\u00eddio pode ser prevenido! Saber reconhecer os sinais de alerta em si mesmo ou em algu\u00e9m pr\u00f3ximo pode ser o primeiro e mais importante passo.<\/p>\n<p><strong>BIBLIOGRAFIA<\/strong><\/p>\n<ol>\n<li>Minayo MCS, Cavalcante FG, Souza ER. Methodological proposal for studying suicide as a complex phenomenon. Cad Saude Publica. 2006;22(8):1587-96.<\/li>\n<li>Meneghel SN, Victora CG, Faria NMX, Carvalho LA, Falk JW. Caracter\u00edsticas epidemiol\u00f3gicas do suic\u00eddio no Rio Grande do Sul. Rev Saude Publica. 2004;38(6):804-10. 3. Mann JJ. A current perspective of suicide and attempted suicide. Ann Intern Med. 2002;136(4):302-11. [200] Abreu KP, Lima MAD, Kohlrausch E, Soares JF. Comportamento suicida: fatores de risco e interven\u00e7\u00f5es preventivas Rev. Eletr. Enf. [Internet]. 2010;12(1):195-200. Available from: <a href=\"http:\/\/www.fen.ufg.br\/revista\/v12\/n1\/v12n1a24.htm\">http:\/\/www.fen.ufg.br\/revista\/v12\/n1\/v12n1a24.htm<\/a>.<\/li>\n<li>Organiza\u00e7\u00e3o Mundial da Sa\u00fade. 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If suicide is a public health problem, what are we doing to prevent it? Am J Public Health. 2004;94(1):37-45. Artigo recebido em 22.10.08. Aprovado para publica\u00e7\u00e3o em 22.10.09. Artigo publicado em 31.03.1<\/li>\n<\/ol>\n<p>Diehl, Alessandra, Cordeiro, Daniel Cruz, Laranjeira, Ronaldo e Colaboradores. Depend\u00eancia Qu\u00edmica. Preven\u00e7\u00e3o, Tratamento e Pol\u00edticas P\u00fablicas.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>I\u00eada Mondaini 16\/11\/2018 INDICE Resumo&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;03 Introdu\u00e7\u00e3o&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..03 Desenvolvimento&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.04 Fatores de risco para comportamento suicida&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.04 Sinais de Alerta &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.06 Interven\u00e7\u00f5es para preven\u00e7\u00e3o do comportamento suicida&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;08 Diante de uma pessoa sob risco de suic\u00eddio, o que se deve fazer?&#8230;..10 Onde buscar ajuda para<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":397,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[5],"tags":[],"class_list":["post-3073","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-artigos"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.4 - 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Stack trace:
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