{"id":3075,"date":"2018-11-23T10:42:13","date_gmt":"2018-11-23T13:42:13","guid":{"rendered":"http:\/\/clinicajorgejaber.com.br\/novo\/?p=3075"},"modified":"2018-11-23T10:42:13","modified_gmt":"2018-11-23T13:42:13","slug":"diagnostico-dual-quanto-mais-cedo-melhor","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/clinicajorgejaber.com.br\/novo\/2018\/11\/diagnostico-dual-quanto-mais-cedo-melhor\/","title":{"rendered":"Diagn\u00f3stico dual: quanto mais cedo, melhor"},"content":{"rendered":"<p>I\u00caDA MONDAINI<\/p>\n<p>17\/10\/18<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>INDICE<\/p>\n<p>Resumo&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;03<\/p>\n<p>Desenvolvimento&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;03<\/p>\n<p>Comorbidades psiqui\u00e1tricas em depend\u00eancia qu\u00edmica&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;03<\/p>\n<p>Fatores que dificultam o reconhecimento da Patologia Dual&#8230;.05<\/p>\n<p>Diagn\u00f3stico dual e avalia\u00e7\u00e3o&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;05<\/p>\n<p>Diagn\u00f3stico segundo o CID-10&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..06<\/p>\n<p>DSM-IV&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.07<\/p>\n<p>Tratamento &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.08<\/p>\n<p>Conclus\u00e3o&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..10<\/p>\n<p>Bibliografia&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..11<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>RESUMO<\/p>\n<p>O objetivo principal deste estudo foi esclarecer a pouca aten\u00e7\u00e3o dispensada ao diagn\u00f3stico de comorbidades psiqui\u00e1tricas nos pacientes em depend\u00eancia qu\u00edmica. O tratamento do paciente com transtornos mentais relacionados ao uso de subst\u00e2ncias psicoativas se faz mais complexo j\u00e1 que n\u00e3o podemos tratar somente uma comorbidade psiqui\u00e1trica de forma pontual, mas sim todos os problemas envolvidos no processo. O diagn\u00f3stico dual \u00e9 essencial para a sa\u00fade do paciente.<\/p>\n<p><em>PALAVRAS \u2013CHAVE:Diagn\u00f3stico dual. Depend\u00eancia qu\u00edmica. Comorbidade. CID 10. DSM.lV<\/em><\/p>\n<p><strong>INTRODU\u00c7\u00c3O<\/strong><\/p>\n<p>A presen\u00e7a de comorbidades entre os usu\u00e1rios de \u00e1lcool e outras drogas tem sido demonstrada pela literatura m\u00e9dica. Investigar a presen\u00e7a de comorbidades entre os usu\u00e1rios de \u00e1lcool e drogas \u00e9 importante sob v\u00e1rios aspectos, entre eles a busca de tratamento.<\/p>\n<p>O esclarecimento a respeito dos efeitos da co-ocorr\u00eancia dos transtornos torna-se fundamental para o manejo adequado dos pacientes, envolvendo a necessidade de um diagnostico adequado e precoce, esclarecimentos a respeito dos preju\u00edzos acarretados e a import\u00e2ncia de uma interven\u00e7\u00e3o terap\u00eautica efetiva e precoce, sendo importante que esta abranja cada uma das condi\u00e7\u00f5es especificamente.<\/p>\n<p><strong>DESENVOLVIMENTO<\/strong><\/p>\n<p><strong><em>COMORBIDADES PSIQUI\u00c1TRICAS EM DEPEND\u00caNCIA QU\u00cdMICA <\/em><\/strong><\/p>\n<p>A ocorr\u00eancia de uma patologia qualquer em um indiv\u00edduo j\u00e1 portador de outra doen\u00e7a, com a possibilidade de potencializa\u00e7\u00e3o rec\u00edproca entre estas, \u00e9 conhecida como comorbidade. O surgimento de uma doen\u00e7a adicional \u00e9 capaz de alterar a sintomatologia, interferindo no diagn\u00f3stico, tratamento e progn\u00f3stico de ambas. A presen\u00e7a de transtornos psiqui\u00e1tricos associados ao uso de drogas tem sido tema de estudos nacionais e internacionais desde 1980, e tem-se percebido que, indiv\u00edduos dependentes qu\u00edmicos, tem mais chances de desenvolver um transtorno psiqui\u00e1trico, quando comparados a indiv\u00edduos que n\u00e3o utilizam drogas, sendo importante tanto para o progn\u00f3sticoquanto para o tratamento do paciente que transtornos relevantes sejam identificados. \u201cUma revis\u00e3o com estudos comunit\u00e1rios sobre comorbidade psiqui\u00e1trica feita com jovens usu\u00e1rios de \u00e1lcool e drogas revelaram que 60% dos indiv\u00edduos apresentavam uma comorbidade, sendo o transtorno de conduta e o transtorno desafiador opositor os mais comuns, seguidos pelo transtorno depressivo\u201d (ARMSTRONG &amp; COSTELLO, 2002 APUD SILVA ET AL., 2009). \u201cOs transtornos ansiosos tamb\u00e9m s\u00e3o comumente associados aos transtornos por consumo de subst\u00e2ncia\u201d (RATTO &amp; CORDEIRO, 2004 APUD SILVA ET AL., 2009). \u201cEstudos indicam que um ter\u00e7o dos alcoolistas apresenta um quadro significativo de ansiedade, com evid\u00eancias de que 50 a 67% dos alcoolistas e 80% dos dependentes de outras drogas possuem sintomas semelhantes ao transtorno do p\u00e2nico, dos transtornos f\u00f3bicos ou do transtorno de ansiedade generalizada\u201d (EDWARDS &amp; COLS., 1999 APUD SILVA ET AL., p\u00e1g. 104, 2009). Pacientes com comorbidade psiqui\u00e1trica, principalmente aqueles com transtornos psiqui\u00e1tricos graves, apresentam maiores taxas de suic\u00eddio, agressividade, deten\u00e7\u00e3o por atos ilegais, reca\u00eddas, interna\u00e7\u00f5es, mais gastos com tratamento, falta de moradia, maior per\u00edodo de hospitaliza\u00e7\u00e3o e utilizam mais os servi\u00e7os de sa\u00fade (ALVES &amp; COLS., 2004 APUD SILVA ET AL., p\u00e1g. 104, 2009).<\/p>\n<p>Citando N\u00e9storSzerman (presidente da Sociedade Espanhola de Patologia Dual):<br \/>\n\u201cAs altas taxas de preval\u00eancia de patologia dual, nos orientam a afirmar que todos os programas dirigidos a indiv\u00edduos com doen\u00e7a mental grave, deveriam se organizar como programas de patologia dual, j\u00e1 que isto \u00e9 mais regra do que exce\u00e7\u00e3o\u201d.<br \/>\nEdi\u00e7\u00e3o de maio da Psychiatry onde line Brasil.<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>Fatores que dificultam o reconhecimento da Patologia Dual:<\/strong><\/p>\n<ol>\n<li>Falta de treinamento para identifica\u00e7\u00e3o de Patologia Dual.<\/li>\n<li>N\u00e3o identifica\u00e7\u00e3o de adic\u00e7\u00e3o como doen\u00e7a mental.<\/li>\n<li>A exist\u00eancia na maioria dos pa\u00edses de redes de tratamento para adictos e para sa\u00fade mental, num \u00fanico paciente.<\/li>\n<li>A cren\u00e7a que os outros transtornos ps\u00edquicos s\u00e3o conseq\u00fc\u00eancia do uso de subst\u00e2ncias (transtornos induzidos).<\/li>\n<li>A recusa em aceitar que certos dist\u00farbios psiqui\u00e1tricos, especialmente aqueles que come\u00e7am na inf\u00e2ncia e adolesc\u00eancia predisp\u00f5em a adic\u00e7\u00f5es.<\/li>\n<li>A dificuldade em distinguir uso, abuso e uso problem\u00e1tico e a adic\u00e7\u00e3o em si.<\/li>\n<li>A exclus\u00e3o do tabaco como caracter\u00edstica patol\u00f3gica e transtorno de personalidade, com s\u00f3lidos fundamentos neurobiol\u00f3gicos, quando se considera patologia dual.<\/li>\n<li>A pr\u00e1tica de diagn\u00f3sticos transversais (adic\u00e7\u00e3o e outro transtorno ps\u00edquico, sem considerar um diagn\u00f3stico longitudinal).<\/li>\n<li>Barreiras morais que impedem considerar as subst\u00e2ncias psicoativas (opi\u00f3ides, estimulantes etc) como f\u00e1rmacos.<\/li>\n<\/ol>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>DIAGN\u00d3STICO DUAL\u00a0 E AVALIA\u00c7\u00c3O:<\/strong><\/p>\n<p>A avalia\u00e7\u00e3o cl\u00ednica deve ser realizada de forma minuciosa quando h\u00e1 ind\u00edcios de duplo diagn\u00f3stico. Se, por um lado, deve-se fazer um diagn\u00f3stico correndo o risco de rotular o paciente, por outro, n\u00e3o se pode ficar desatento para a possibilidade da ocorr\u00eancia de comorbidade, pois este fato \u00e9 de suma import\u00e2ncia para o planejamento terap\u00eautico. A equipe multidisciplinar deve familiarizar-se com o fato de que, em muitos casos, o diagn\u00f3stico s\u00f3 ser\u00e1 fidedigno ap\u00f3s o acompanhamento do paciente por um tempo significativo. \u201cA hist\u00f3ria cl\u00ednica \u00e9 de suma import\u00e2ncia, avaliando-se meticulosamente o in\u00edcio do uso do \u00e1lcool e outras drogas e da doen\u00e7a associada, e detalhando-se cronologicamente os sintomas e problemas desencadeados\u201d (ANTHENELLI E SCHUCKIT, 1994 APUD ALVES ET AL., 2004). Em per\u00edodos de abstin\u00eancia completa, \u00e9 v\u00e1lido analisar se houve algum tipo de melhora cl\u00ednica. Os crit\u00e9rios diagn\u00f3sticos das classifica\u00e7\u00f5es internacionais para uso nocivo e s\u00edndrome de depend\u00eancia podem servir como guias para elucida\u00e7\u00e3o diagn\u00f3stica. Praticamente todos os sintomas psiqui\u00e1tricos podem ocorrer por conta da quantidade e da sua frequ\u00eancia, logo, todos os pacientes devem ser questionados acerca do seu padr\u00e3o de consumo de \u00e1lcool e outras drogas. \u00c9 importante questionar tanto a frequ\u00eancia (por vezes mais fidedigna) quanto \u00e0 quantidade do consumo. \u201cA hist\u00f3ria familiar pode ajudar, especialmente quando h\u00e1 um padr\u00e3o familiar significativo de transtornos mentais. Amigos e familiares devem participar, no sentido de melhorar a fidedignidade das respostas\u201d (SCHUCKIT E MONTEIRO, 1988 APUD ALVES ET AL., 2004). \u201cO uso do baf\u00f4metro e dos exames toxicol\u00f3gicos de urina pode ser relevante para um melhor progn\u00f3stico durante as fases iniciais do tratamento, assim como a utiliza\u00e7\u00e3o de entrevistas estruturadas e escalas\u201d (WATKINS, 2001 APUD ALVES ET AL.,2004). O diagn\u00f3stico diferencial torna-se complicado sem um longo per\u00edodo de avalia\u00e7\u00e3o e abstin\u00eancia do paciente, assim como a defini\u00e7\u00e3o da influ\u00eancia do \u00e1lcool e outras drogas na apresenta\u00e7\u00e3o dos sintomas pr\u00e9-existentes e no pr\u00f3prio transtorno mental, por exemplo: alucina\u00e7\u00f5es experimentadas por dependentes de \u00e1lcool podem n\u00e3o diferir significativamente das alucina\u00e7\u00f5es experimentadas por pacientes esquizofr\u00eanicos. \u201cUma abordagem pr\u00e1tica \u00e9 determinar qual dos problemas surgiu primeiro (dicotomia prim\u00e1rio-secund\u00e1rio), baseando-se no aparecimento dos sintomas\u201d (GOODWIN E GUZE, 1989 APUD ALVES ET AL.,2004).<\/p>\n<p><strong>Diagn\u00f3stico segundo o CID-10 <\/strong><\/p>\n<p>\u00c9 necess\u00e1rio preencher tr\u00eas ou mais dos seis requisitos definidos pela OMS, s\u00e3o eles: (a) Um forte desejo ou senso de compuls\u00e3o para consumir a subst\u00e2ncia; (b) Dificuldades em controlar o comportamento de consumir a subst\u00e2ncia em termos de seu in\u00edcio, t\u00e9rmino ou n\u00edveis de consumo; (c) Um estado de abstin\u00eancia fisiol\u00f3gico quando o uso da subst\u00e2ncia cessou ou foi reduzido; (d) Evid\u00eancia de toler\u00e2ncia, de tal forma que doses crescentes da subst\u00e2ncia psicoativa s\u00e3o requeridas para alcan\u00e7ar efeitos originalmente produzidos por doses mais baixas; (e) Abandono progressivo de prazeres ou interesses alternativos em favor do uso da subst\u00e2ncia, aumento de tempo necess\u00e1rio para obter ou tomar a subst\u00e2ncia ou para recuperar seus efeitos; (f) Persist\u00eancia no uso da subst\u00e2ncia, a despeito de evid\u00eancia clara de consequ\u00eancias manifestamente nocivas; deve-se fazer esfor\u00e7o para determinar se o usu\u00e1rio estava realmente (ou se poderia esperar que estivesse) consciente da natureza e extens\u00e3o do dano.<\/p>\n<p><strong>DSM-IV <\/strong><\/p>\n<p>Define depend\u00eancia qu\u00edmica como um padr\u00e3o mal-adaptativo de uso de subst\u00e2ncia, levando a preju\u00edzo ou sofrimento clinicamente significativo, manifestado por tr\u00eas (ou mais) dos seguintes crit\u00e9rios, ocorrendo a qualquer momento no mesmo per\u00edodo de 12 meses: (1) Toler\u00e2ncia, definida por qualquer um dos seguintes aspectos: (a) uma necessidade de quantidades progressivamente maiores da subst\u00e2ncia para adquirir a intoxica\u00e7\u00e3o ou efeito desejado; (b) acentuada redu\u00e7\u00e3o do efeito com o uso continuado da mesma quantidade de subst\u00e2ncia. (2) Abstin\u00eancia, manifestada por qualquer dos seguintes aspectos: (a) s\u00edndrome de abstin\u00eancia caracter\u00edstica para a subst\u00e2ncia; (b) a mesma subst\u00e2ncia \u00e9 consumida para aliviar ou evitar sintomas de abstin\u00eancia. (3) a subst\u00e2ncia \u00e9 frequentemente consumida em maiores quantidades ou por um per\u00edodo mais longo do que o pretendido; (4) existe um desejo persistente ou esfor\u00e7os mal-sucedidos no sentido de reduzir ou controlar o uso da subst\u00e2ncia; (5) muito tempo \u00e9 gasto em atividades necess\u00e1rias para a obten\u00e7\u00e3o da subst\u00e2ncia (por ex., consultas a m\u00faltiplos m\u00e9dicos ou fazer longas viagens de autom\u00f3vel), na utiliza\u00e7\u00e3o da subst\u00e2ncia (por ex., fumar em grupo) ou na recupera\u00e7\u00e3o de seus efeitos; (6) importantes atividades sociais, ocupacionais ou recreativas s\u00e3o abandonadas ou reduzidas em virtude do uso da subst\u00e2ncia; (7) o uso da subst\u00e2ncia continua, apesar da consci\u00eancia de ter um problema f\u00edsico ou psicol\u00f3gico.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>TRATAMENTO<\/p>\n<p>O tratamento de indiv\u00edduos com transtornos mentais relacionados ao uso de subst\u00e2ncias psicoativas se faz mais complexo j\u00e1 que n\u00e3o podemos tratar somente uma comorbidade psiqui\u00e1trica de forma pontual mais sim todos os problemas envolvidos no processo, sejam eles de origem bio, psico ou social visando um melhor resultado nesse tratamento. Segundo Woody e Bedrick (1995 apud Alves et al.,2004), indiv\u00edduos com transtornos mentais relacionados ao uso de subst\u00e2ncias psicoativas e outra comorbidade psiqui\u00e1trica t\u00eam um progn\u00f3stico pior do que pacientes com apenas um desses transtornos, al\u00e9m de serem de dif\u00edcil tratamento. Normalmente o ritmo desses pacientes em tratamento \u00e9 mais lento do que outros pacientes inclusive porque eles n\u00e3o veem as drogas como um problema, ent\u00e3o tem dificuldades em aceitar a abstin\u00eancia como meta do tratamento. Os profissionais que lidam com esses pacientes devem estar cientes que eles t\u00eam um ritmo mais lento de melhora. Inclusive, muitos pacientes n\u00e3o aceitam como meta a abstin\u00eancia total. Por isso, deve-se ter cautela e toler\u00e2ncia, sendo que o primeiro ponto a ser estabelecido \u00e9 uma alian\u00e7a terap\u00eautica consistente, pois esta constitui um dos fatores preditores do sucesso do tratamento (WOODY E BEDRICK, 1995 APUD ALVES ET AL.,2004). 26 Esses pacientes geralmente n\u00e3o respondem bem a abordagens terap\u00eauticas direcionadas apenas a um dos transtornos, tornando-se necess\u00e1rio combinar medica\u00e7\u00f5es e modificar as terapias psicossociais, incluindo abordagens para ambos. Idealmente, seria requerida uma equipe multidisciplinar formada por psiquiatras com conhecimento sobre drogas, profissionais da \u00e1rea da depend\u00eancia qu\u00edmica e especialistas cl\u00ednicolaboratoriais. Sabe-se que, ao contr\u00e1rio dos modelos de tratamento para depend\u00eancia qu\u00edmica, os grupos de autoajuda e aconselhamento para pacientes com outras comorbidades psiqui\u00e1tricas devem ter menor intensidade e poucas confronta\u00e7\u00f5es, pois eles s\u00e3o mais sens\u00edveis e tendem a abandonar o tratamento (Cornelius, 2005 apud Alves et al.,p\u00e1g.52, 2004). Nos estudos realizados por Jerrel e Rigdgely (1995) apud Alves et al.(2004), eles citam os principais modelos de tratamento das comorbidades costumam dividir-se em sequencial, paralelos ou integrados. O modelo sequencial define que um transtorno deve ser tratado antes do outro e, geralmente, pode ser mais vantajoso nos casos em que parece claro que uma das patologias \u00e9 secund\u00e1ria a outra. O tratamento paralelo \u00e9 realizado por servi\u00e7os separados e tem a vantagem de contar com especialistas em cada uma das \u00e1reas. Contudo, certas vezes pode ser ben\u00e9fico que apenas um terapeuta gerencie o tratamento, a fim de ser o ponto de refer\u00eancia para o paciente, organizando o plano terap\u00eautico e definindo os pap\u00e9is de cada membro da equipe. Fonte: Ver BrasPsiquiatr 2004;26(Supl I):55-57 Para Lynskey (1998 apud Alves et al. 2004), a literatura m\u00e9dica atual n\u00e3o \u00e9 clara sobre qual terapeuta e que tipo, dose e dura\u00e7\u00e3o de tratamento deve ser oferecido a cada paciente com esse tipo de comorbidade. As pesquisas nessa \u00e1rea ainda est\u00e3o nos est\u00e1gios iniciais e ainda apresentam problemas metodol\u00f3gicos. A maioria dos estudos nesse campo avaliou 27 pacientes com transtornos psic\u00f3ticos, depressivos e ansiosos e tem indicado que o tratamento integrado de t\u00e9cnicas psicossociais e farmacol\u00f3gicas \u00e9 o mais efetivo. Esse tipo de tratamento inclui fatores motivacionais, estrat\u00e9gias para aumentar a ader\u00eancia ao tratamento, educa\u00e7\u00e3o acerca da rela\u00e7\u00e3o entre as duas patologias, treinamento de habilidades cognitivo comportamentais \u2013 necess\u00e1rias para alcan\u00e7ar e manter a abstin\u00eancia \u2013, reorganiza\u00e7\u00e3o das redes sociais, assim como o tratamento espec\u00edfico e individualizado para cada um dos transtornos. A melhora do quadro psiqui\u00e1trico, em conjunto com o abuso de subst\u00e2ncias, est\u00e1 associada a uma evolu\u00e7\u00e3o favor\u00e1vel desta \u00faltima, reduzindo o risco de reca\u00edda e aumentando a qualidade de vida do paciente. A interna\u00e7\u00e3o hospitalar pode ser necess\u00e1ria quando o paciente apresentar: -Condi\u00e7\u00f5es m\u00e9dicas ou psiqui\u00e1tricas que requeiram observa\u00e7\u00e3o constante (estados psic\u00f3ticos graves, idea\u00e7\u00e3o suicida ou homicida, debilita\u00e7\u00e3o ou abstin\u00eancia grave); -Inabilidade para cessar o uso de drogas, apesar dos esfor\u00e7os terap\u00eauticos; -Aus\u00eancia de adequado apoio psicossocial, podendo facilitar o in\u00edcio da abstin\u00eancia. Os estudos relacionados \u00e0s abordagens psicofarmacol\u00f3gicas nessa \u00e1rea tamb\u00e9m ainda s\u00e3o incipientes e n\u00e3o definem exatamente qual tipo de medica\u00e7\u00e3o \u00e9 indicada para cada comorbidade. Estudos cl\u00ednicos apontam que o uso adequado de psicof\u00e1rmacos, em conjunto com a psicoterapia integrada, melhora significativamente os sintomas do humor e de ansiedade, al\u00e9m de provocar diminui\u00e7\u00f5es no consumo de \u00e1lcool e outras drogas e nas taxas de reca\u00eddas. \u201cO tratamento de longo prazo deve focar-se na minimiza\u00e7\u00e3o dos sintomas, na melhora do funcionamento social e familiar, no treinamento de habilidades e na preven\u00e7\u00e3o de reca\u00eddas\u201d (MOGGI, 1999 APUD ALVES ET AL.,2004).<\/p>\n<p><strong>CONCLUS\u00c3O<\/strong><\/p>\n<p>Ao t\u00e9rmino do trabalho, percebe-se que apesar das dificuldades apresentadas em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 abordagem, ao diagn\u00f3stico diferencial e ao tratamento dos pacientes com comorbidades psiqui\u00e1tricas e abuso\/depend\u00eancia de subst\u00e2ncias psicoativas, grandes avan\u00e7os j\u00e1 foram alcan\u00e7ados nessa \u00e1rea. A literatura atual relata que existem controv\u00e9rsias quanto \u00e0 origem da depend\u00eancia qu\u00edmica, assim como dos transtornos psiqui\u00e1tricos associados. Por isso, sugere-se que estudos que apresentem \u00edndices da hist\u00f3ria familiar de uso de drogas seriam importantes norteadores em prol de melhor entendimento do fen\u00f4meno, bem como de a\u00e7\u00f5es preventivas mais efetivas. O uso exagerado de subst\u00e2ncias foi por muito tempo tratado por meio de a\u00e7\u00f5es punitivas ao inv\u00e9s de preventivas e terap\u00eauticas, sendo a depend\u00eancia qu\u00edmica considerada como \u201cfalha moral\u201d ou \u201cfalta de for\u00e7a de vontade\u201d. Entretanto, nas \u00faltimas duas d\u00e9cadas, com o progressivo desenvolvimento dos estudos cient\u00edficos, a depend\u00eancia qu\u00edmica passou a ser compreendida como um s\u00e9rio problema de sa\u00fade, que afeta o c\u00e9rebro e, consequentemente, o comportamento. \u00c9 importante o conhecimento das altera\u00e7\u00f5es emocionais para um melhor planejamento de programas preventivos, buscando uma metodologia mais eficaz para dependentes de drogas. Frequentemente, os dependentes qu\u00edmicos apresentam muita resist\u00eancia para fazer e permanecer em tratamento. Com a identifica\u00e7\u00e3o de altera\u00e7\u00f5es emocionais, os pacientes devem receber o tratamento mais adequado. A literatura revisada sugere que a presen\u00e7a de transtornos psiqui\u00e1tricos \u00e9 um dos fatores que compromete o tratamento de pacientes dependentes qu\u00edmicos. O diagn\u00f3stico adequado desses transtornos associados possibilitaria interven\u00e7\u00f5es terap\u00eauticas apropriadas na interrup\u00e7\u00e3o do comportamento de consumo de subst\u00e2ncia, diminuindo a ocorr\u00eancia de reca\u00eddas e proporcionando melhora no funcionamento social e familiar.<\/p>\n<p><strong>BIBLIOGRAFIA<\/strong><\/p>\n<p>Alves H et al. Comorbidade: \u00e1lcool e outros transtornos.<\/p>\n<p>Revista Brasileira de Psiquiatria,26(Supl I):51-53, S\u00e3o Paulo, 2004.<\/p>\n<p>Amaral R.A. et al. Manejo do paciente com transtornos relacionados ao uso de subst\u00e2ncia psicoativa na emerg\u00eancia psiqui\u00e1trica.<\/p>\n<p>Revista Brasileira de Psiquiatria, vol 32, Supl II, Porto Alegre, out2010. Ballone G.J. &#8211; Depend\u00eancia Qu\u00edmica e outras doen\u00e7as. Dispon\u00edvel em: . Acesso em: 15 de jan. de 2015.<\/p>\n<p>Costa M.L.P. Comorbidades de transtornos mentais e comportamentais entre pacientes com depend\u00eancia qu\u00edmica em diferentes per\u00edodos de abstin\u00eancia.<\/p>\n<p>Tese de mestrado do Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Ci\u00eancias da Sa\u00fade da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Uberl\u00e2ndia, Uberl\u00e2ndia, 2011.<\/p>\n<p>Diehl A et al. Abuso de cannabis em pacientes com transtornos psiqui\u00e1tricos.<\/p>\n<p>Revista Brasileira de Psiquiatria , vol 32, Supl I, Florianopolis-SC, mai2010.<\/p>\n<p>Gil A.C. Metodologia do Ensino Superior. Editora Atlas, 4 Edi\u00e7\u00e3o, S\u00e3o Paulo, 2005.<\/p>\n<p>Malbergier, A.; Oliveira Jr., H.P. Depend\u00eancia de tabaco e Comorbidade psiqui\u00e1trica.<\/p>\n<p>Rev. Psiq. Cl\u00edn. 32 (5); 276-282,S\u00e3o Paulo, 2005.<\/p>\n<p>Mynaio M.C.S. Pesquisa Social: Teoria, M\u00e9todo e Criatividade. 3 Edi\u00e7\u00e3o, S\u00e3o Paulo, 1993.<\/p>\n<p>Diagn\u00f3stico Dual: uma condi\u00e7\u00e3o quase desconhecida Dr Jorge Jaber, \u00a0clinicajorgejaber.com.br.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>I\u00caDA MONDAINI 17\/10\/18 &nbsp; INDICE Resumo&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;03 Desenvolvimento&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;03 Comorbidades psiqui\u00e1tricas em depend\u00eancia qu\u00edmica&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;03 Fatores que dificultam o reconhecimento da Patologia Dual&#8230;.05 Diagn\u00f3stico dual e 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