{"id":3079,"date":"2018-11-23T10:43:40","date_gmt":"2018-11-23T13:43:40","guid":{"rendered":"http:\/\/clinicajorgejaber.com.br\/novo\/?p=3079"},"modified":"2018-11-23T10:43:40","modified_gmt":"2018-11-23T13:43:40","slug":"prevencao-da-recaida","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/clinicajorgejaber.com.br\/novo\/2018\/11\/prevencao-da-recaida\/","title":{"rendered":"Preven\u00e7\u00e3o da reca\u00edda"},"content":{"rendered":"<p>I\u00eada Mondaini<\/p>\n<p>16\/11\/2018<\/p>\n<p><strong>Indice<\/strong><\/p>\n<p>Resumo&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.03<\/p>\n<p>Introdu\u00e7\u00e3o&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..03<\/p>\n<p>Situa\u00e7\u00f5es de risco e situa\u00e7\u00e3o de alto risco&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.03<\/p>\n<p>Principais alicerces da Preven\u00e7\u00e3o da Reca\u00edda (PR)&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;04<\/p>\n<p>Etapas da PR&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..05<\/p>\n<p>Determinantes da PR&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;06<\/p>\n<p>Determinantes interpessoais&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..07<\/p>\n<p>Formas de se avaliar as situa\u00e7\u00f5es de risco e de alto risco&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;07<\/p>\n<p>Elementos que influenciam na intensidade do EVA:&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.08<\/p>\n<p>O modelo din\u00e2mico da reca\u00edda&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..09<\/p>\n<p>A efic\u00e1cia da Preven\u00e7\u00e3o da Reca\u00edda (PR)&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..09<\/p>\n<p>Interven\u00e7\u00f5es com incentivos (contingency management)&#8230;&#8230;&#8230;..10<\/p>\n<p>Invent\u00e1rio das habilidades para lidar com Situa\u00e7\u00f5es de Risco (SR)..11<\/p>\n<p>Processo de recupera\u00e7\u00e3o&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;11<\/p>\n<p>Identifica\u00e7\u00e3o&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.12<\/p>\n<p>Estrat\u00e9gias de enfrentamento de situa\u00e7\u00f5es de risco&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..12<\/p>\n<p>Conclus\u00e3o&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;12<\/p>\n<p>Bibliografia&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.13<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>Resumo<\/strong><\/p>\n<p>O presente estudo tem como objetivo o conhecimento te\u00f3rico e b\u00e1sico da Preven\u00e7\u00e3o da Reca\u00edda (PR), o conceito, os objetivos, os alicerces e as etapas da PR desenvolvidas por G.Alan Marlatt. Al\u00e9m de descrever a import\u00e2ncia de aprender a tratar a Preven\u00e7\u00e3o da Reca\u00edda, atrav\u00e9s de uma abordagem daTerapia Cognitivo-Comportamental que visa manter a abstin\u00eancia em dependentes qu\u00edmicos que est\u00e3o comprometidos em mudarem seus comportamentos.<\/p>\n<p><em>Palavras-Chave: Preven\u00e7\u00e3o da Reca\u00edda (PR), Terapia Cognitivo-Comportamental, abstin\u00eancia, subst\u00e2ncias Psicoativas.<\/em><\/p>\n<p><strong>Introdu\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>Nas \u00faltimas duas d\u00e9cadas, t\u00eam sido estudadas com mais efetividade as causas das reca\u00eddas em transtornos do comportamento. Com isso, t\u00eam sido desenvolvidos modelos de tratamentos focalizando sua preven\u00e7\u00e3o, uma vez que a incid\u00eancia desses transtornos \u00e9 bastante alta.<\/p>\n<p>A Preven\u00e7\u00e3o da Reca\u00edda (PR), desenvolvida por G. Alan Marlatt, utiliza princ\u00edpios da terapia cognitivo-comportamental, e visa auxiliar o usu\u00e1rio de subst\u00e2ncias psicoativas a identificar e a lidar com situa\u00e7\u00f5es de risco e de alto risco, que poder\u00e3o lev\u00e1-lo a consumir novamente sua droga de prefer\u00eancia ou outra qualquer, dependendo da situa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Situa\u00e7\u00f5es de risco e situa\u00e7\u00e3o de alto risco<\/strong><\/p>\n<p>Situa\u00e7\u00e3o de risco \u2013 \u00e9 qualquer situa\u00e7\u00e3o que fa\u00e7a o usu\u00e1rio sentir fissura (um desejo muito grande em consumir a droga), que coloque em perigo o seu controle e a manuten\u00e7\u00e3o de seu objetivo. Ou seja, o de encontrar amigos que usavam drogas juntos, passar perto de um local onde eram consumidas drogas, etc.<\/p>\n<p>Preven\u00e7\u00e3o da Reca\u00edda &#8211; uma abordagem cognitivo-comportamental que visa manter a abstin\u00eancia em dependentes qu\u00edmicos que est\u00e3o comprometido em mudarem seus comportamentos.<\/p>\n<p>Situa\u00e7\u00e3o de alto risco (SAR) \u2013 \u00e9 uma situa\u00e7\u00e3o ainda mais dif\u00edcil de enfrentar,e, provavelmente, levar\u00e1 o usu\u00e1rio a consumir drogas. Ex.: ter dinheiro dispon\u00edvel, passar por uma situa\u00e7\u00e3o de um rompimento amoroso, etc.<\/p>\n<p>O foco prim\u00e1rio da Preven\u00e7\u00e3o da Reca\u00edda \u00e9 manter a mudan\u00e7a de h\u00e1bitos, antecipando as situa\u00e7\u00f5es de risco e de alto risco, procurando lidar com elas, buscando alternativas que sejam protetoras do uso de drogas. Promover tamb\u00e9m, o aumento da consci\u00eancia (reconhecimento) do problema, desenvolvendo habilidades de enfrentamento, aumento da autoestima e da autoefic\u00e1cia. Para Marlatt e Gordon (1985), o objetivo da PR \u00e9 duplo: prevenir a ocorr\u00eancia de lapsos iniciais, quando do in\u00edcio do tratamento, e\/ou prevenir a reca\u00edda.<\/p>\n<p>Na preven\u00e7\u00e3o da reca\u00edda, o terapeuta precisa transmitir empatia, como na entrevista motivacional, passando confian\u00e7a ao paciente e delegando a este a responsabilidade pelos seus atos. O terapeuta oferece instrumentos para que o paciente possa, num curto espa\u00e7o de tempo, utiliz\u00e1-los sozinho aumentando sua autoestima e sua autoefic\u00e1cia.<\/p>\n<ul>\n<li>Lapso \u2013 \u00e9 quando o retorno ao consumo de drogas \u00e9 moment\u00e2neo (apenas um dia, por exemplo), n\u00e3o caracterizando\u00a0 uma reca\u00edda.<\/li>\n<li>Reca\u00edda \u2013 \u00e9 quando o retorno ao consumo de drogas \u00e9 intenso, normalmente em quantidades maiores do que anteriormente era usado, podendo levar dias de uso cont\u00ednuo.<\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>\u00a0Principais alicerces da Preven\u00e7\u00e3o da Reca\u00edda (PR)<\/strong><\/p>\n<p><em>Conscientiza\u00e7\u00e3o do problema<\/em><\/p>\n<p>\u00c9 necess\u00e1rio reconhecer que o comportamento aditivo \u00e9 um problema para si mesmo e que afeta outras pessoas do seu conv\u00edvio tamb\u00e9m. A PR visa estimular o paciente a ver\u00a0 vida. Uma das t\u00e9cnicas utilizadas \u00e9 a Balan\u00e7a Decisional, que permite ao usu\u00e1rio pesar as vantagens e desvantagens do uso de drogas.<\/p>\n<p><em>Treinamento de habilidades<\/em><\/p>\n<p>Uma vez reconhecido o comportamento aditivo como um problema, com a percep\u00e7\u00e3o da necessidade de mudar, a PR ensina como lidar com as situa\u00e7\u00f5es de risco e de alto risco frente \u00e0s subst\u00e2ncias. O indiv\u00edduo aprende a enfrentar estas situa\u00e7\u00f5es, procurando, com o aux\u00edlio do terapeuta, alternativas positivas que ir\u00e3o proteg\u00ea-lo do retorno ao consumo da droga. As habilidades v\u00e3o se desenvolvendo para o enfrentamento de situa\u00e7\u00f5es que n\u00e3o est\u00e3o ligadas necessariamente \u00e0 droga, mas para outras situa\u00e7\u00f5es, \u00e0s vezes emocionais, que podem lev\u00e1-lo a uma reca\u00edda.<\/p>\n<p><em>Mudan\u00e7a nos h\u00e1bitos de vida<\/em><\/p>\n<p>Quando o paciente decide pela mudan\u00e7a de comportamento aditivo e quer manter a abstin\u00eancia, \u00e9 inevit\u00e1vel mudar o estilo de vida. A sua rotina deve ser reestruturada, para que o seu dia t\u00edpico n\u00e3o seja mais com o uso abusivo de drogas, e sim, com atitudes positivas criando alternativas para se ter um dia balanceado e sem contato com as drogas.<\/p>\n<p>Dia T\u00edpico \u2013 \u00e9 um termo usado na PR, e serve para descrever como era um dia na vida do usu\u00e1rio.<\/p>\n<p><strong>Etapas da PR<\/strong><\/p>\n<ul>\n<li>Reconhecer<\/li>\n<\/ul>\n<p>\u00c9 reconhecer as situa\u00e7\u00f5es de risco e de alto risco.Como identific\u00e1-las? Com o aux\u00edlio do terapeuta, o paciente dever\u00e1 identificar que situa\u00e7\u00f5es ele reconhece serem perigosas no sentido de lev\u00e1-lo a consumir novamente a subst\u00e2ncia. Estas situa\u00e7\u00f5es variam de indiv\u00edduo para indiv\u00edduo. No in\u00edcio do tratamento, elas podem n\u00e3o ser enfrentadas adequadamente pelo usu\u00e1rio, o que faz necess\u00e1ria ainda mais, a interven\u00e7\u00e3o do terapeuta em auxiliar no planejamento de enfrentamentos destas situa\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<ul>\n<li>Evitar<\/li>\n<\/ul>\n<p>\u00c9 evitar as situa\u00e7\u00f5es de risco e de alto risco, criando alternativas de comportamento e atitudes que v\u00e3o \u201cdesviar\u201d o paciente de \u201carmadilhas\u201d, que poder\u00e3o lev\u00e1-lo ao antigo padr\u00e3o de consumo de drogas.<\/p>\n<ul>\n<li>Lidar<\/li>\n<\/ul>\n<p>Uma vez reconhecidas, mesmo que ainda devam ser evitadas, as situa\u00e7\u00f5es de risco e de alto risco precisam encontrar por parte do usu\u00e1rio, maneiras adequadas de se lidar com elas. Nesta fase s\u00e3o ensinadas e desenvolvidas habilidades que v\u00e3o auxiliar a manuten\u00e7\u00e3o da abstin\u00eancia frente aos obst\u00e1culos encontrados.<\/p>\n<p><strong>Determinantes da PR<\/strong><\/p>\n<p><em>Intrapessoais e ambientais<\/em><\/p>\n<ul>\n<li>S\u00e3o fatores psicol\u00f3gicos, f\u00edsicos e ambientais (n\u00e3o envolvendo outras pessoas) que podem contribuir para o uso de subst\u00e2ncias.<\/li>\n<li>Estados emocionais negativos: frustra\u00e7\u00e3o e raiva; depress\u00e3o,medo, solid\u00e3o, etc.<\/li>\n<li>Estados f\u00edsicos e fisiol\u00f3gicos negativos: sintomas da s\u00edndrome de abstin\u00eancia e fissura; dor, contus\u00f5es, etc..<\/li>\n<li>Estados emocionais positivos: uso da subst\u00e2ncia para aumentar o prazer, alegria, etc.<\/li>\n<li>Testando o controle: uso da subst\u00e2ncia s\u00f3 para \u201cver se consegue usar uma s\u00f3 vez\u201d.<\/li>\n<li>Cedendo a tenta\u00e7\u00f5es: uso da subst\u00e2ncia frente a uma fissura.<\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>Determinantes interpessoais<\/strong><\/p>\n<p>\u00c9 quando o uso de subst\u00e2ncias envolve terceiros e a intera\u00e7\u00e3o com outras pessoas.<\/p>\n<ul>\n<li>Conflito \u2013 envolvendo uma rela\u00e7\u00e3o de casamento, de namoro ou amizade: com frustra\u00e7\u00e3o ou raiva; com outros sentimentos (ansiedade, apreens\u00e3o,prazer, a alegria, etc.<\/li>\n<li>Press\u00e3o social: direta \u2013 quando algu\u00e9m oferece a droga; indireta \u2013 quando presencia outras pessoas usando drogas.<\/li>\n<\/ul>\n<p>Na Preven\u00e7\u00e3o da Reca\u00edda, existem duas formas de se lidar com as situa\u00e7\u00f5esde risco:<\/p>\n<p><strong><em>resposta positiva<\/em><\/strong><em> \u2013<\/em> \u00e9 quando o usu\u00e1rio enfrenta a situa\u00e7\u00e3o de risco, usando as habilidades que desenvolveu e n\u00e3o consome a subst\u00e2ncia;<\/p>\n<p><strong><em>resposta negativa \u2013<\/em><\/strong> \u00e9 quando frente \u00e0 situa\u00e7\u00e3o de risco, mesmo com as habilidades aprendidas, o indiv\u00edduo pensa em usar a droga e mesmo ainda quando pode dar uma resposta positiva, acontece o efeito da viola\u00e7\u00e3o da abstin\u00eancia (EVA) e a reca\u00edda se concretiza.<\/p>\n<p>Os profissionais que trabalham com depend\u00eancia qu\u00edmica e preven\u00e7\u00e3o da reca\u00edda devem estar sempre atentos a sinais e sintomas apresentados pelos seus pacientes, a fim de darem suporte para a manuten\u00e7\u00e3o da abstin\u00eancia.<\/p>\n<p><strong>Formas de se avaliar as situa\u00e7\u00f5es de risco e de alto risco<\/strong><\/p>\n<p><em>Observa\u00e7\u00f5es diretas do comportamento<\/em><\/p>\n<p>Observar o paciente no seu dia a dia, em situa\u00e7\u00f5es onde ele se v\u00ea em risco.<\/p>\n<p>Ex: em uma festa, em um happy hour com amigos, etc.<\/p>\n<p><em>Observar a autoefic\u00e1cia<\/em><\/p>\n<p>\u00c9 perceber a capacidade do usu\u00e1rio em conseguir atingir seus objetivos de manter a abstin\u00eancia. O aumento da autoefic\u00e1cia se d\u00e1 quando o indiv\u00edduo se sente confiante em enfrentar uma situa\u00e7\u00e3o de risco, que at\u00e9 ent\u00e3o n\u00e3o conseguia.<\/p>\n<p><em>Autobiografia<\/em><\/p>\n<p>\u00c9 o termo usado para que o usu\u00e1rio fa\u00e7a uma descri\u00e7\u00e3o detalhada da sua rela\u00e7\u00e3o com as drogas indicando como foi o in\u00edcio do uso, do abuso e da depend\u00eancia, bem como outras informa\u00e7\u00f5es que foram pedidas pelo terapeuta, e que o pr\u00f3prio usu\u00e1rio ache importantes serem comunicadas.<\/p>\n<p><em>Descri\u00e7\u00e3o das reca\u00eddas passadas<\/em><\/p>\n<p>Fazer com que o paciente relembre os epis\u00f3dios que antecederam a \u00faltima reca\u00edda, ou outras que possam ter sido mais significativas, em rela\u00e7\u00e3o ao que estava pensando, sentindo e fazendo, antes, durante e depois do epis\u00f3dio. Isto ajuda o usu\u00e1rio a enfrentar estas situa\u00e7\u00f5es quando ocorrerem novamente. Conhecer os detalhes que levaram ao consumo da subst\u00e2ncia mostra normalmente que a reca\u00edda \u00e9 planejada, mas se o indiv\u00edduo decidir por n\u00e3o usar a droga, poder\u00e1 ter controle da situa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><em>Automonitoramento<\/em><\/p>\n<p>\u00c9 preciso que o indiv\u00edduo tenha um di\u00e1rio cont\u00ednuo de seu comportamento aditivo, onde apare\u00e7a a forma de comportamento, onde e como ocorreu o uso, com quem usou, a quantidade, as consequ\u00eancias positivas e negativas e o que ocorreu quando terminou o uso. Desta maneira, a visualiza\u00e7\u00e3o da situa\u00e7\u00e3o \u00e9 melhor, e pode contribuir para o controle, evitando o lapso e a reca\u00edda.<\/p>\n<p><strong>Elementos que influenciam na intensidade do EVA:<\/strong><\/p>\n<p>Disson\u00e2ncia cognitiva \u2013 conflito e culpa juntos. Ex.: Eu n\u00e3o devia ter<\/p>\n<p>bebido, mas bebi.<\/p>\n<p>Atribui\u00e7\u00e3o pessoal \u2013 \u00e9 o sentimento de culpa por ter reca\u00eddo. Ex.:<\/p>\n<p>Agora que j\u00e1 usei, n\u00e3o adianta parar.<\/p>\n<p>Discrep\u00e2ncia\u2013 termo criado por Miller e Rollnick para descrever como o usu\u00e1rio est\u00e1 se sentindo no momento atual,e como ele gostaria de estar se sentindo ap\u00f3s um per\u00edodo de tempo, que pode ser de alguns meses ou anos. A discrep\u00e2ncia \u00e9 quando se faz uma compara\u00e7\u00e3o de como se est\u00e1 vivendo hoje e de como o indiv\u00edduo gostaria de estar daqui a algum tempo (podendo ser dias, meses ou anos).<\/p>\n<p><strong>O modelo din\u00e2mico da reca\u00edda<\/strong><\/p>\n<p>\u00c0 medida que os estudos dos processos que envolvem a reca\u00edda foram sendo estudados, elaborou-se um novo modelo que engloba a inter-rela\u00e7\u00e3o entre diferentes fatores (WITKIEWITZ e MARLATT, 2004). O indiv\u00edduo se ver\u00e1 obrigado, frente a cada situa\u00e7\u00e3o, a balancear v\u00e1rias op\u00e7\u00f5es e poss\u00edveis consequ\u00eancias. A resposta que o indiv\u00edduo dar\u00e1 diante de uma situa\u00e7\u00e3o de risco levar\u00e1 em conta os fatores distais (tempo de depend\u00eancia, hist\u00f3rico de uso na fam\u00edlia), processos cognitivos (autoefic\u00e1cia, motiva\u00e7\u00e3o, EVA, etc.) e habilidades de enfrentamento cognitivas e comportamentais. A proposta deste novo modelo \u00e9 que a reca\u00edda seja vista como multidimensional, onde o foco \u00e9 a intera\u00e7\u00e3o entre disposi\u00e7\u00e3o, contexto e experi\u00eancias passadas e presentes na inten\u00e7\u00e3o de poder entender como estes fatores interagem numa situa\u00e7\u00e3o de risco ou de alto risco, auxiliando o indiv\u00edduo a enfrent\u00e1-las da melhor maneira poss\u00edvel.<\/p>\n<p><strong>\u00a0A efic\u00e1cia da Preven\u00e7\u00e3o da Reca\u00edda (PR)<\/strong><\/p>\n<p>Estudos mostram que a PR tem resultados mais duradouros que outras abordagens com a mesma finalidade. Demonstrados em um gr\u00e1fico, estes estudos mostram que existe uma curva de aprendizado, onde mudan\u00e7as nas capacidades de enfrentamento levam a um decr\u00e9scimo da chance de recair, ou seja, quanto maior for a capacidade de enfrentar situa\u00e7\u00f5es de risco (habilidades), menor ser\u00e1 a chance de voltar ao padr\u00e3o de uso da subst\u00e2ncia. Alguns profissionais da sa\u00fade e especialistas em depend\u00eancia qu\u00edmica afirmam que a Preven\u00e7\u00e3o da Reca\u00edda \u00e9 considerada essencial no tratamento do uso de subst\u00e2ncias psicoativas, porque:<\/p>\n<p>\u00c9 otimista, uma vez que encara a reca\u00edda como um est\u00e1gio motivacional dentro do processo de recupera\u00e7\u00e3o (PROCHASKA e DICLEMENTE, 1992). A Preven\u00e7\u00e3o da Reca\u00edda (PR) \u00a0tem sido usada no tratamento de usu\u00e1rios de maconha com bastante \u00eaxito, pois auxilia o paciente a compreender os motivos internos e externos que o levaram ao uso, e oferece alternativas e estrat\u00e9giaspara a mudan\u00e7a de comportamento.<\/p>\n<p>Tem uma explica\u00e7\u00e3o conceitual sobre o consumo de drogas, alegando que o pensamento influencia o comportamento de acordo com os princ\u00edpios da terapia cognitivo-comportamental, introduzindo o conceito de autoefic\u00e1cia.<\/p>\n<p>\u00c9 flex\u00edvel, permitindo que o indiv\u00edduo determine seus pr\u00f3prios objetivos a serem alcan\u00e7ados. O terapeuta explora a ambival\u00eancia no sentido de mostrar ao paciente as vantagens de se parar com o consumo de drogas comparado ao quadro de desvantagens.<\/p>\n<p>Trabalha com o indiv\u00edduo no seu meio social, onde est\u00e3o as situa\u00e7\u00f5es de risco e alto risco, oferecendo solu\u00e7\u00f5es mais realistas.<\/p>\n<p>Propicia uma abordagem mais ampla do indiv\u00edduo, no sentido em que este passa a pensar na sua vida sem a droga, e de como poder\u00e1 reformular seu estilo de vida para continuar a ter uma rotina equilibrada.<\/p>\n<p><strong>Interven\u00e7\u00f5es com incentivos (contingency management)<\/strong><\/p>\n<p>Esta abordagem \u00e9 baseada no conceito da terapia comportamental onde o comportamento desejado \u00e9 refor\u00e7ado positivamente. \u00c9 utilizada ao mesmo tempo com outras abordagens psicoter\u00e1picas e medicamentosas, e tem tido muita efic\u00e1cia no tratamento de dependentes qu\u00edmicos usu\u00e1rios de maconha.<\/p>\n<p>Conhe\u00e7a dois pontos que devem ser considerados:<\/p>\n<ul>\n<li>Os incentivos podem auxiliar o tratamento, colocando como meta a abstin\u00eancia inicial, que \u00e9 t\u00e3o dif\u00edcil de ser atingida;<\/li>\n<li>Os incentivos tamb\u00e9m funcionam, enquanto o tratamento persegue a abstin\u00eancia como meta a ser atingida e mantida.<\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>Invent\u00e1rio das habilidades para lidar com Situa\u00e7\u00f5es de Risco (SR)<\/strong><\/p>\n<p>Partindo do princ\u00edpio das diferen\u00e7as existentes entre todos os seres humanos, sabemos que as pessoas \u2013 ao se defrontarem com uma mesma situa\u00e7\u00e3o em suas vidas \u2013 agir\u00e3o de formas variadas frente a elas, visto que temos habilidades e necessidades diferentes uns dos outros. Da\u00ed a import\u00e2ncia de lidar adequadamente com isto, podendo dividir problemas e se manisfestando frente \u00e0s situa\u00e7\u00f5es sem reagir. Por\u00e9m, algumas pessoas aprenderam no seu cotidiano que bebendo ou usando outra droga, estar\u00e3o obetendo certo al\u00edvio diante das situa\u00e7\u00f5es desagrad\u00e1veis. \u00c9 a\u00ed que acontece o equ\u00edvoco, pois a maioria acaba se tornando um dependente da droga.<\/p>\n<p><strong>Processo de recupera\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>A grande maioria de n\u00f3s, em algum momento da vida, passou por situa\u00e7\u00f5es conflitantes, estressantes e dif\u00edceis, ou por situa\u00e7\u00f5es de alegria, prazer e satisfa\u00e7\u00e3o, das quais o \u00e1lcool ou outra droga fizeram parte. No momento em que o dependente qu\u00edmico inicia o processo de recupera\u00e7\u00e3o, \u00e9 primordial que haja um foco para a consci\u00eancia de que tanto o \u00e1lcool, como outras drogas, tiveram participa\u00e7\u00e3o ativa no decorrer de suas vidas. Sempre ressaltando que pode ter sido em momentos positivos ou negativos, ligando-se a situa\u00e7\u00f5es boas ou ruins.<\/p>\n<p>Por vezes as pessoas se sentem t\u00e3o \u201cligadas\u201d ao \u00e1lcool ou outras drogas, que pensam n\u00e3o conseguir viver ou obter prazer sem o \u00a0uso delas. \u00c9 como se esta \u201cqu\u00edmica\u201d fizesse parte de sua identidade. No enfrentamento de qualquer situa\u00e7\u00e3o, positiva ou\u00a0 negativa, anteriormente associada \u00e0 droga, o dependente qu\u00edmico pode recair, pois como o nome j\u00e1 diz, estas s\u00e3o chamadas situa\u00e7\u00f5es de risco.<\/p>\n<p><strong>Identifica\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>Sabendo disto, \u00e9 de extrema import\u00e2ncia que o usu\u00e1rio saiba identificar as situa\u00e7\u00f5es que ponham em risco o seu objetivo de recupera\u00e7\u00e3o e abstin\u00eancia. Depois de identific\u00e1-las, o pr\u00f3ximo passo \u00e9 a aquisi\u00e7\u00e3o de habilidades necess\u00e1rias para enfrent\u00e1-las com sucesso, de\u00a0 que n\u00e3o permita o uso da droga e consequentemente a reca\u00edda. Neste processo, quanto maior o n\u00famero de experi\u00eancias bem sucedidas de enfrentamento, maior ser\u00e1 o seu fortalecimento anterior e de autoefic\u00e1cia, fazendo com que cada dia mais os riscos diminuam.<\/p>\n<p>\u00c9 sempre necess\u00e1rio atualizar as identifica\u00e7\u00f5es de seus limites e dificuldades de enfrentamento (baixa autoefic\u00e1cia), sendo um passo importante e inicial para desenvolver junto aos dependentes qu\u00edmicos planos para prevenir reca\u00eddas.<\/p>\n<p>Existem algumas situa\u00e7\u00f5es que facilmente podem ser previstas. Por\u00e9m, algumas poder\u00e3o surgir de repente, portanto, \u00e9 necess\u00e1rio ficar atento.<\/p>\n<p><strong>Estrat\u00e9gias de enfrentamento de situa\u00e7\u00f5es de risco<\/strong><\/p>\n<p>Estrat\u00e9gias, dentro da Preven\u00e7\u00e3o da Reca\u00edda (PR), s\u00e3o planos de a\u00e7\u00e3o que aplicam os instrumentos necess\u00e1rios para atingir o objetivo de reconhecer, enfrentar e lidar positivamente com uma situa\u00e7\u00e3o de risco ou de alto risco, evitando retornar ao uso de drogas. Quando se trabalha com Preven\u00e7\u00e3o da Reca\u00edda, em que pacientes enfrentam problemas pelo uso\/abuso e depend\u00eancia de drogas, \u00e9 necess\u00e1rio que o terapeuta ou profissional da sa\u00fade desenvolva com o pr\u00f3prio paciente, algumas estrat\u00e9gias de enfrentamento de situa\u00e7\u00f5es de risco que ser\u00e3o conhecidas no decorrer do tratamento.<\/p>\n<p>Uma das tarefas da Preven\u00e7\u00e3o da Reca\u00edda (PR) \u00e9, junto com o paciente, enumerar algumas situa\u00e7\u00f5es de risco ou de alto risco, que ele mesmo acha que s\u00e3o mais dif\u00edceis de lidar e que, provavelmente, poderiam lev\u00e1-lo a interromper a abstin\u00eancia, voltando ao uso de drogas.<\/p>\n<p><strong>Conclus\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>A Preven\u00e7\u00e3o da Reca\u00edda (PR), desenvolvida por G. Alan Marlatt, utiliza princ\u00edpios da terapia cognitivo-comportamental, e visa auxiliar o usu\u00e1rio de subst\u00e2ncias psicoativas a identificar e a lidar com situa\u00e7\u00f5es de risco e de alto risco, que poder\u00e3o lev\u00e1-lo a consumir novamente sua droga de prefer\u00eancia ou outra qualquer, dependendo da situa\u00e7\u00e3o. A impot\u00e2ncia em praticar o invent\u00e1rio proposto para lidar com situa\u00e7\u00f5es de risco, o conhecimento te\u00f3rico e b\u00e1sico da PR auxiliam o paciente a identificar (reconhecer), evitar e a lidar na manuten\u00e7\u00e3o da abstin\u00eancia frente aos obst\u00e1culos encontrados.<\/p>\n<p><strong>Bibliografia<\/strong><\/p>\n<p>ANDRADE, A.G., NISCATRI, S. E TONGUE, E. Drogas: atualiza\u00e7\u00e3o em preven\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>etratamento. S\u00e3o Paulo: Lemos, 1993.<\/p>\n<p>ABRAMOVAY, Mirian et al. Viol\u00eancias nas escolas. Bras\u00edlia: UNESCO. Funda\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>Ford. CONSED. 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Stack trace:
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