{"id":3202,"date":"2018-12-13T08:40:06","date_gmt":"2018-12-13T11:40:06","guid":{"rendered":"http:\/\/clinicajorgejaber.com.br\/novo\/?p=3202"},"modified":"2020-11-11T13:09:40","modified_gmt":"2020-11-11T16:09:40","slug":"a-dependencia-quimica-e-o-dependente","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/clinicajorgejaber.com.br\/novo\/2018\/12\/a-dependencia-quimica-e-o-dependente\/","title":{"rendered":"A depend\u00eancia qu\u00edmica e o dependente"},"content":{"rendered":"<p><strong>Aluna: Simone Gisele Fina<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>\u00cdNDICE<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ul>\n<li>Resumo&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.. 2<\/li>\n<\/ul>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ul>\n<li>Introdu\u00e7\u00e3o&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230; 3<\/li>\n<\/ul>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ul>\n<li>Depend\u00eancia Qu\u00edmica&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230; 4<\/li>\n<\/ul>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ul>\n<li>Poss\u00edveis Causas da Adic\u00e7\u00e3o&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;. 6<\/li>\n<\/ul>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ul>\n<li>O Ciclo da Compuls\u00e3o&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230; 9<\/li>\n<\/ul>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ul>\n<li>O V\u00edcio e a Idolatria&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;. 12<\/li>\n<\/ul>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ul>\n<li>Tratamento&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.. 13<\/li>\n<\/ul>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ul>\n<li>Conclus\u00e3o&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;. 14<\/li>\n<\/ul>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ul>\n<li>Bibliografia&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230; 16<\/li>\n<\/ul>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>RESUMO<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Algumas pessoas t\u00eam dificuldade em se relacionar com o Poder Superior, ou seja, com Deus, mas como precisam ligar-se a alguma coisa, colocam objetos no lugar Dele. \u00c9 assim que Jesus definia a idolatria em suas par\u00e1bolas, Ele sabia que o homem rico precisava renunciar a sua venera\u00e7\u00e3o pela riqueza para poder abrir espa\u00e7o no cora\u00e7\u00e3o para um relacionamento com o Poder Superior, ou seja, com Deus.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Algumas pessoas t\u00eam dificuldade em relacionar-se com outras pessoas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Quando seus relacionamentos s\u00e3o amea\u00e7ados ou perdidos, elas os substituem por objetos. Esta \u00e9 a defini\u00e7\u00e3o de v\u00edcio. O antigo problema da idolatria manifesta-se como o problema moderno do v\u00edcio.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>2<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em>A Depend\u00eancia Qu\u00edmica e o Dependente<\/em>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <em>\u2013<\/em>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <em>Aluna: Simone Gisele Fina<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Apegar-se a um objeto para compensar a nossa necessidade de amor insatisfat\u00f3ria pode funcionar temporariamente.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A euforia que extra\u00edamos da posse de certos objetos pode nos fazer esquecer que na verdade precisamos de algo mais profundo. No entanto, como o objeto \u00e9 apenas um substituto do amor que trocamos nos relacionamentos, essa insatisfa\u00e7\u00e3o nunca \u00e9 duradoura. Precisamos retornar repetidas vezes ao objeto para afastar os sentimentos de vazio e insatisfa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Segundo Jesus, o \u00eddolo \u00e9 um substituto do amor porque \u00e9 uma tentativa de colocar um objeto no lugar de um relacionamento amoroso. O v\u00edcio \u00e9 um substituto do amor pela mesma raz\u00e3o.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Lidar com pessoas que n\u00e3o se sentem amadas e por isso se voltaram para o v\u00edcio pode ser \u00fatil, mas somente durante algum tempo. Animar pessoas que est\u00e3o nessa situa\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m pode ser proveitoso, mas tamb\u00e9m \u00e9 limitado.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Apenas uma coisa \u00e9 capaz de curar o v\u00edcio humano e expulsar a idolatria: o amor genu\u00edno. Os seres humanos s\u00f3 ficam satisfeitos quando experimentam o que \u00e9 aut\u00eantico, ou seja, verdadeiro.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Tudo \u00e9 poss\u00edvel, mas \u00e9 preciso paci\u00eancia e perseveran\u00e7a que muitas vezes faltam, porque frequentemente desconfia-se de sua capacidade de transforma\u00e7\u00e3o em s\u00ed mesmo.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Palavras-Chave: Depend\u00eancia \u2013 Adicto \u2013 Compuls\u00e3o \u2013 V\u00edcio \u2013 Dependente<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>INTRODU\u00c7\u00c3O<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Buscar a verdade \u00e9 o \u00fanico caminho que leva um dependente a agir no sentido de curar-se do nodoso mal da depend\u00eancia.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>3<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em>A Depend\u00eancia Qu\u00edmica e o Dependente<\/em>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <em>\u2013<\/em>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <em>Aluna: Simone Gisele Fina<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Mas o que faz uma pessoa tornar-se v\u00edtima de s\u00ed mesma, criando um estado de dificuldades internas?<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Quase sempre, \u00e9 um estado de esp\u00edrito ensimesmado, criando uma atmosfera de autocomisera\u00e7\u00e3o que permite a pessoa que assim procede tentar dominar aquele que esteja ao seu lado.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Qualquer que seja o \u00e2ngulo do pelo qual se veja a quest\u00e3o, temos em vista algu\u00e9m com o poder de dominar, sendo algoz, mais do que algu\u00e9m que sofre pesada carga de emo\u00e7\u00f5es, como costumam asseverar os dependentes, geralmente.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Por todos os \u00e2ngulos da quest\u00e3o, nota-se que somente quando o ser humano busca autoconhecer-se.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Conhecer-se \u00e9 o come\u00e7o da liberdade, pois o cativo das for\u00e7as inferiores que deseja buscar o autoconhecimento come\u00e7a a libertar-se da id\u00e9ia do querer escravizar ao pr\u00f3ximo e, a partir dessa conquista, buscar\u00e1 outras formas de viver mais agrad\u00e1veis e menos onerosas para sua economia espiritual. Nessa busca, ver\u00e1 aquele que o acompanha n\u00e3o mais como um vassalo, mas, sim, algu\u00e9m que, como ele mesmo, busca encontrar a chave que o levar\u00e1 \u00e0 liberta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>DEPEND\u00caNCIA QU\u00cdMICA<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Segundo Correia (2002), a depend\u00eancia qu\u00edmica \u00e9 tamb\u00e9m conhecida por adic\u00e7\u00e3o, uma doen\u00e7a progressiva, incur\u00e1vel e que pode levar a morte.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Adicto \u00e9 uma palavra de origem grega que significa escravo.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Na concep\u00e7\u00e3o atual, adicto designa o dependente, o escravo, das drogas. Toda a sua vida e seus pensamentos est\u00e3o centrados em drogas de uma forma ou de outra seja obtendo, usando ou encontrando maneiras de conseguir mais.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A depend\u00eancia qu\u00edmica \u00e9 uma doen\u00e7a de car\u00e1ter social, f\u00edsico e ps\u00edquico. Com o uso de drogas o usu\u00e1rio supre necessidades psicol\u00f3gicas e<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>4<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em>A Depend\u00eancia Qu\u00edmica e o Dependente<\/em>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <em>\u2013<\/em>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <em>Aluna: Simone Gisele Fina<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>com isso passa a consum\u00ed-la freq\u00fcentemente para satisfazer-se, evitar sensa\u00e7\u00f5es de mal estar e buscar resolu\u00e7\u00f5es para seus problemas anteriores.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Progressivamente a droga desperta sensa\u00e7\u00e3o de fissura, um desejo invenc\u00edvel de usar drogas para desfrutar da sensa\u00e7\u00e3o de prazer.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Com as desigualdades financeiras, de oportunidades e de conhecimento e situa\u00e7\u00f5es conflitantes relacionadas a valores desperta-se a depend\u00eancia qu\u00edmica sendo ela tamb\u00e9m um fator social. (BUCHELE; MARCATTI; RABELO, 2004).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Ferreira, Tufik e Mello (2001, p. 32) definem o termo droga como <em>\u201c<\/em>subst\u00e2ncia entorpecente, alucin\u00f3gena ou excitante, ingerida, em geral, com o fato de alterar transitoriamente a personalidade.\u201d<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Cavalcanti (1997), diz que o uso de drogas \u00e9 uma pr\u00e1tica antiga e universal; por\u00e9m, foi a partir dos anos 60 que o abuso tornou-se preocupa\u00e7\u00e3o mundial, ocupando espa\u00e7os nos meios de comunica\u00e7\u00e3o e gerando um modismo em amplas faixas da sociedade.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Correia (2002), completa dizendo que a progress\u00e3o da doen\u00e7a se d\u00e1 com o decorrer do tempo de uso. As a\u00e7\u00f5es e as preocupa\u00e7\u00f5es do adicto em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 droga v\u00e3o se modificando proporcionalmente, de acordo com sua evolu\u00e7\u00e3o. O usu\u00e1rio j\u00e1 n\u00e3o fica satisfeito com o que usa, pois o organismo j\u00e1 ficou tolerante ao tipo e a quantidade de droga do in\u00edcio da drogadi\u00e7\u00e3o e sente a necessidade de se drogar mais vezes e com maior intensidade, podendo conhecer e at\u00e9 mesmo passar a usar novas drogas., tornando-se assim um usu\u00e1rio de m\u00faltiplas subst\u00e2ncias psicoativas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Murad (1994) separa o indiv\u00edduo em n\u00edveis de v\u00edcio, dizendo que este pode ser apenas um usu\u00e1rio experimentador (uso por curiosidade), ou um usu\u00e1rio ocasional (quando este uso ainda n\u00e3o provocou rupturas nas rela\u00e7\u00f5es afetivas, sociais ou profissionais), mas pode tamb\u00e9m ser um usu\u00e1rio habitual (faz uso freq\u00fcente, ainda controlado, mas j\u00e1 apresenta sinais de ruptura), e por fim o dependente ou toxic\u00f4mano (vive pela droga e para droga, descontroladamente e com rupturas em seus v\u00ednculos sociais, isolamento e marginaliza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>5<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em>A Depend\u00eancia Qu\u00edmica e o Dependente<\/em>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <em>\u2013<\/em>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <em>Aluna: Simone Gisele Fina<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>POSS\u00cdVEIS CAUSAS DA ADIC\u00c7\u00c3O <\/strong>OCIOSIDADE \u2013 DEPRESS\u00c3O &#8211; INSEGURAN\u00c7A<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Disse S\u00f3crates: \u201cN\u00e3o \u00e9 ocioso apenas o que nada faz, mas tamb\u00e9m o que poderia empregar melhor o seu tempo\u201d. A ociosidade \u00e9 uma porta que se abre para os v\u00edcios, \u00e9 uma casa sem paredes; as \u201cserpentes\u201d podem entrar nela por todos os lados.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A ociosidade pode ser considerada \u201ccausa e efeito\u201d de todos os v\u00edcios ou o comodismo pode ser considerado como o mal da humanidade?!<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A ociosidade como \u201ccausa\u201d das vicia\u00e7\u00f5es pode ser estudada da seguinte maneira: As velhas cren\u00e7as religiosas continuam afirmando que a felicidade dos bem-aventurados consiste na vida contemplativa, no repouso absoluto nos c\u00e9us. Asseguram tamb\u00e9m que os infernos s\u00e3o destinados aos esp\u00edritos culpados conduzidos for\u00e7osamente a um mundo de expia\u00e7\u00f5es eternas, sem meios de repara\u00e7\u00e3o, ficariam condenados a viver eternamente as dores do fogo e o sofrimento n\u00e3o menos cruel da eterna ociosidade.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O v\u00edcio aparece constantemente onde h\u00e1 uma inadapta\u00e7\u00e3o \u00e0 vida social. Por incr\u00edvel que pare\u00e7a, o viciado \u00e9 um \u201cconservador\u201d, pois n\u00e3o quer correr o risco de se lan\u00e7ar \u00e0 vida, tornando-se assim um comodista por medo do mundo que, segundo ele, o amea\u00e7a.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Os v\u00edcios ou h\u00e1bitos destrutivos s\u00e3o, em s\u00edntese, m\u00e9todos defensivos que as pessoas assumiram nesta exist\u00eancia, ou mesmo os trazem de outras encarna\u00e7\u00f5es, como uma forma inadequada de se promover a seguran\u00e7a e a prote\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A Depress\u00e3o tem sido outro fator por perda do sentido existencial.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Quantas vezes asfixiamos e negamos nossas emo\u00e7\u00f5es diante de acontecimentos que nos machucaram profundamente. Relegar essa parte de n\u00f3s e ignor\u00e1-la pode se tornar um tanto desagrad\u00e1vel e altamente destrutivo em nossas vidas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Se<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>poder\u00e3o<\/p>\n<p>nossas emo\u00e7\u00f5es forem serem transformadas em<\/p>\n<p>julgadas moralmente sentimentos de culpa,<\/p>\n<p>negativas,\u00a0 elas levando-nos\u00a0 a<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>6<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em>A Depend\u00eancia Qu\u00edmica e o Dependente<\/em>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <em>\u2013<\/em>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <em>Aluna: Simone Gisele Fina<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>autocondena\u00e7\u00e3o. Quando emo\u00e7\u00f5es s\u00e3o reprimidas ou n\u00e3o expressadas ou n\u00e3o convenientemente aceitas, n\u00f3s a negamos, distorcendo assim os fatos. Tanto a repress\u00e3o sistem\u00e1tica quanto os compulsivos julgamentos negativos das nossas emo\u00e7\u00f5es naturais podem nos gerar a depress\u00e3o.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Podemos entender a depress\u00e3o como uma viagem para um lado sombrio da vida, onde a luminosidade \u00e9 escassa e o sentido da exist\u00eancia n\u00e3o pode ser percebido e nem avistado como um caminho a ser percorrido. Dentro dos conceitos religiosos mais tradicionais viver a depress\u00e3o \u00e9 como descer ao limbo espiritual, onde encontramos trevas e desespero. Dessa forma, os depressivos seriam os viajantes errantes dos tempos modernos. Para eles, o inferno n\u00e3o \u00e9 um lugar quente e barulhento existente em alguma dimens\u00e3o p\u00f3s-morte; para eles, o inferno \u00e9 aqui e agora, e \u00e9 assustadoramente frio, escuro e sem luzes sinalizando o retorno ao aconchego protetor da paz de esp\u00edrito e ao amor pleno.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Do ponto de vista f\u00edsico e mental, a depress\u00e3o \u00e9 um processo de retrocesso, pois enfraquece o corpo e todas as fun\u00e7\u00f5es cognitivas que nos capacitam a enfrentar as adversidades e as responsabilidades na vida. A depress\u00e3o, sob esses aspectos, pode ser vista como uma morat\u00f3ria ou uma declara\u00e7\u00e3o de fal\u00eancia da persona em se cuidar e administrar o seu viver.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Se observarmos na natureza, animais se fingem de mortos diante de situa\u00e7\u00f5es a que amea\u00e7am sua sobreviv\u00eancia e para as quais, eles n\u00e3o percebem nenhuma possibilidade de sa\u00edda. De forma equivalente, e diante da nossa condi\u00e7\u00e3o animal, podemos entender a depress\u00e3o como uma fuga na qual simulamos um estado de morte em vida. Tal rea\u00e7\u00e3o \u00e9 uma defesa acionada pelo c\u00e9rebro em depress\u00e3o para fazer frente \u00e0 situa\u00e7\u00f5es estressantes que ultrapassem seu limite de suportabilidade vital. E quando esta se torna cr\u00f4nica, podemos estar diante de uma Distimia, dependendo de maior vulnerabilidade gen\u00e9tica ou psicol\u00f3gica; este comportamento pode ser considerado ou interpretado como uma esp\u00e9cie de declara\u00e7\u00e3o de desist\u00eancia pessoal diante dos infort\u00fanios da vida, chegando a cometerem suic\u00eddios.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>7<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em>A Depend\u00eancia Qu\u00edmica e o Dependente<\/em>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <em>\u2013<\/em>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <em>Aluna: Simone Gisele Fina<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A inseguran\u00e7a traz como caracter\u00edsticas psicol\u00f3gicas os mais variados tipos de medo, como o de amar, o da mudan\u00e7a, o de cometer erros, o da solid\u00e3o, o de se pronunciar e o de se desobrigar.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O inseguro n\u00e3o confia no seu valor pessoal, desacredita em suas habilidades e desconfia de sua possibilidade de enfrentar as ocorr\u00eancias da vida, o que o impulsiona a uma fatal tend\u00eancia de se apoiar nos outros, no \u00e1lcool, nas drogas ou at\u00e9 mesmo em medicamentos, se dopando.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O inseguro n\u00e3o sabe que n\u00e3o pode controlar as atos e atitudes dos outros, por isso seus relacionamentos s\u00e3o de grandes cobran\u00e7as e barreiras. A hesita\u00e7\u00e3o o torna criatura incapaz de se sentir bastante firme para agir, n\u00e3o tendo dessa forma certeza o suficiente e querendo sempre se certificar das coisas. \u00c9 excessivamente cauteloso e vigilante; est\u00e1 ou vive em constante sobreaviso e desconfian\u00e7a de tudo e de todos, por causa do medo das consequ\u00eancias futuras de suas a\u00e7\u00f5es do presente.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>As ang\u00fastias morais s\u00e3o entendidas nas fragilidades das pessoas inseguras, a sensa\u00e7\u00e3o de mal-estar que sentem, por acreditarem que est\u00e3o constantemente sendo observados e julgados e tamb\u00e9m pela perp\u00e9tua situa\u00e7\u00e3o mental de vulnerabilidade diante do mundo. Por n\u00e3o serem assertivos em suas palavras, n\u00e3o se expressam de modo direto, claro e honesto. Omitem defesa a seus direitos pessoais por medo e evitam encontros ou situa\u00e7\u00f5es em que precisam expor suas cren\u00e7as, sentimentos e id\u00e9ias.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A maioria se refugia suprindo, se escondendo ou sufocando sua inseguran\u00e7a procurando se apoiar nos outros, sentindo-se mais seguro ap\u00f3s ingest\u00e3o de bebida alco\u00f3lica, ap\u00f3s a ingest\u00e3o de subst\u00e2ncias t\u00f3xicas como as drogas, pela sensa\u00e7\u00e3o do prazer imediato, sufocando assim a sua inseguran\u00e7a ou at\u00e9 mesmo usando medica\u00e7\u00f5es que o leve para sonhos agrad\u00e1veis simplesmente dormindo.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>8<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em>A Depend\u00eancia Qu\u00edmica e o Dependente<\/em>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <em>\u2013<\/em>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <em>Aluna: Simone Gisele Fina<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>O CICLO DA COMPULS\u00c3O<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A compuls\u00e3o \u00e9 uma altera\u00e7\u00e3o da vontade. O ato compulsivo \u00e9 sentido como indesej\u00e1vel, pois o indiv\u00edduo se sente compelido a realizar. O al\u00edvio gerado pelo uso do objeto de compuls\u00e3o promove uma sensa\u00e7\u00e3o de recompensa pessoal. O bem-estar \u00e9 substitu\u00eddo pelo retorno do desconforto ao cessar o efeito.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Qual seria o papel das compuls\u00f5es?<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>As compuls\u00f5es impedem as reflex\u00f5es necess\u00e1rias ao desenvolvimento ps\u00edquico e moral. Respostas imediatistas e programadas retardam nosso avan\u00e7o, pois acabamos respondendo irrefletidamente as quest\u00f5es da vida.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Existe um padr\u00e3o comportamental que se manifesta nas compuls\u00f5es que se baseiam em baixa autoestima, sensibilidade \u00e0s frustra\u00e7\u00f5es e imediatismo.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Comportamentos compulsivos petrificam o indiv\u00edduo num est\u00e1gio dependente, o que denuncia a necessidade de desenvolvermos as emo\u00e7\u00f5es e educar os sentimentos para que se possa sair do automatismo pernicioso.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Dependentes emocionais t\u00eam dificuldade para aceitar que precisam autoanalisar-se, por temerem enfrentar o desgoverno da pr\u00f3pria vida.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Individuar-se n\u00e3o \u00e9 ver o caminho fora de si mesmo.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Quando buscamos nos objetos externos o aux\u00edlio para calarmos nossas agonias, nos distanciamos do processo de individualiza\u00e7\u00e3o consciente.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Os comportamentos compulsivos podem ser entendidos como resposta psicol\u00f3gica mal adaptada, cujo objetivo \u00e9 enfrentar ansiedades, ang\u00fastias e afastar os pensamentos inc\u00f4modos. Apesar de proporcionarem al\u00edvio num primeiro momento, normalmente o indiv\u00edduo apresenta um desconforto mental, f\u00edsico e social. Em realidade, o desconforto \u00e9 reflexo de uma confronta\u00e7\u00e3o \u00edntima entre o que este indiv\u00edduo est\u00e1 fazendo ao ceder aos apelos de seu imediatismo, com sua Ess\u00eancia Divina.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>9<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em>A Depend\u00eancia Qu\u00edmica e o Dependente<\/em>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <em>\u2013<\/em>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <em>Aluna: Simone Gisele Fina<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Obviamente, esses comportamentos trazem consequ\u00eancias negativas em nossas vidas, dificultando a conviv\u00eancia conosco, com os outros e com Deus.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O ato compulsivo impede que o indiv\u00edduo expresse seus sentimentos e a decis\u00e3o de abandonar h\u00e1bitos compulsivos significa que devemos assumir as fun\u00e7\u00f5es desempenhadas pela compuls\u00e3o. Sem decidir, n\u00e3o precisamos escolher e sem escolher n\u00e3o desagradaremos os outros. Todos os impedimentos e decis\u00f5es precisar\u00e3o ser revistos e enfrentados. Pode ser que existam enfrentamentos sem mudan\u00e7as, mas sem d\u00favida n\u00e3o h\u00e1 mudan\u00e7a sem enfrentamento.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Por tr\u00e1s das compuls\u00f5es existe uma <em>vida secreta<\/em>, que torna o indiv\u00edduo prisioneiro. \u00c9 a viv\u00eancia do escondido e dos segredos, que tem por objetivo evitar que as pessoas percebam as fragilidades. \u00c9 o medo de que os outros vejam as falhas; a perda de controle; um corpo com estrias e varizes; a dificuldade para administrar as finan\u00e7as; que, em \u00faltima an\u00e1lise, denuncia a falta de s\u00ed mesmo. Como poderemos nos transformar se n\u00e3o aceitarmos que temos algo a modificar? O medo pode se tornar uma barreira para a raz\u00e3o e para o amor.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A maneira como nos vemos implicar\u00e1 na forma de compromisso que estabelecer\u00e1 comigo, com as pessoas, coisas e ideais. \u00c0s vezes, perdemos oportunidades importantes, boas amizades, bons companheiros por n\u00e3o sabermos quem somos. N\u00e3o nos conhecemos a maneira certa e poderemos permanecer inseguros e respons\u00e1veis ao meio externo pelos trope\u00e7os da vida.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O medo e a inseguran\u00e7a nos agu\u00e7am o desejo de controlar, na tentativa de nos mantermos em estabilidade. Ledo engano, pois a experi\u00eancia tem nos mostrado que a viv\u00eancia do medo exagerado acaba provocando a ocorr\u00eancia do que se teme, e as tentativas de controle acabam em grandes frustra\u00e7\u00f5es. Tentar controlar, mesmo que seja uma pequena parte da situa\u00e7\u00e3o, \u00e9 uma experi\u00eancia pesada, derrotista e aprisionadora.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>10<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em>A Depend\u00eancia Qu\u00edmica e o Dependente<\/em>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <em>\u2013<\/em>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <em>Aluna: Simone Gisele Fina<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O controlador paga o pre\u00e7o de ficar distante de seus reais sentimentos, os quais poderiam denunciar sua fragilidade. N\u00e3o nos vemos enquanto controlamos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Hammed no livro <em>A Imensid\u00e3o dos Sentidos<\/em> diz que o controle tem por objetivo proteger o indiv\u00edduo, que por medo de ser ferido, n\u00e3o exp\u00f5e seus sentimentos. A carapa\u00e7a formada como t\u00e9cnica de sobreviv\u00eancia acaba por tornar um <em>analfabeto emocional<\/em>.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Controlador e controlado sofrem com a perda da liberdade. Nenhum controle nos dar\u00e1 a auto-imagem positiva que desejamos, o respeito que buscamos, a aceita\u00e7\u00e3o social que idealizamos, a seguran\u00e7a que perseguimos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A liberdade est\u00e1 em n\u00e3o termos medo de ser quem somos e assumirmos a responsabilidade da pr\u00f3pria vida. N\u00e3o precisamos imaginar ou organizar tudo, pois n\u00e3o podemos tudo, ningu\u00e9m pode. Fa\u00e7amos apenas o que nos cabe e deixemos que Deus fa\u00e7a o resto. O resultado desses intentos \u00e9 a falta de F\u00e9 em s\u00ed mesmo e no mundo, um descr\u00e9dito que aumenta e refor\u00e7a o ciclo compulsivo. Este quadro parece denotar a tentativa de negar a depend\u00eancia que est\u00e1 instalada. Brigamos porque n\u00e3o aceitamos que estamos dependentes e sofremos tamb\u00e9m por isso, pois a substitui\u00e7\u00e3o acaba se tornando mais dolorosa do que o sofrimento que a restituiu.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>As reca\u00eddas a comportamentos perniciosos s\u00e3o uma mostra da rebeldia em n\u00e3o aceitar a impot\u00eancia perante a droga, a comida, ao sexo, etc&#8230;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ul>\n<li>trabalhoso nos render ao fato de que n\u00e3o estamos no controle de nossas vidas; da vida das pessoas; das situa\u00e7\u00f5es. N\u00e3o importa o que fa\u00e7amos para aparentar que estamos no poder, pois, em algum lugar em nosso \u00edntimo, sabemos de nossas fraquezas. O resultado desta confronta\u00e7\u00e3o sobre nossos limites e possibilidades \u00e9 a descoberta de uma nova forma de viver.<\/li>\n<\/ul>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A abstin\u00eancia de um ato compulsivo \u00e9 uma estrat\u00e9gia para alcan\u00e7ar a sobriedade. Apenas a abstin\u00eancia n\u00e3o pode preencher nossas vidas, ela nos liberta da compuls\u00e3o para podermos buscar nossa <em>Ess\u00eancia Divina<\/em>.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Na tentativa de ressuscitar um poder que possa restituir a dignidade perdida, entramos em lit\u00edgio com Deus.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>11<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em>A Depend\u00eancia Qu\u00edmica e o Dependente<\/em>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <em>\u2013<\/em>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <em>Aluna: Simone Gisele Fina<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Jesus disse: \u201cEu sou o caminho, a verdade e a vida\u201d. Ele quis nos mostrar que a sa\u00edda est\u00e1 em s\u00ed mesmo, visto ser Ele o nosso modelo. Cada um de n\u00f3s \u00e9 o caminho, a verdade e a vida na constru\u00e7\u00e3o do Caminho Iluminativo.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>O V\u00cdCIO E A IDOLATRIA<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Embora muitos n\u00e3o assumem, a bebida e\/ou as drogas passaram a ocupar um lugar t\u00e3o importante em sua vida que psicologicamente j\u00e1 se tornou um v\u00edcio e espiritualmente se transformou no seu deus.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Podemos escolher entre as coisas e os relacionamentos. Quando elegemos as coisas, submetemos a nossa vida a deuses que nos escravizam em vez de nos libertar.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Jesus n\u00e3o tinha uma palavra para o v\u00edcio, mas Ele compreendia que, quando criamos deuses que exigem a nossa aten\u00e7\u00e3o a ponto de destruirmos os nossos relacionamentos com outras pessoas, certamente estamos com graves problemas. A palavra que Ele usava para isso era idolatria.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Enquanto as coisas ocuparem o centro das aten\u00e7\u00f5es dos homens e o centro de seus interesses, ele estar\u00e1 substituindo seus relacionamentos por coisas que idolatram e o homem tende a se viciar em seus \u00eddolos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Nenhum substituto do amor perdura.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O motivo pelo qual as pessoas n\u00e3o conseguem abandonar os seus v\u00edcios<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ul>\n<li>o fato de eles funcionam temporariamente. Voltar-se para algo que produz repetidamente uma esp\u00e9cie de conforto d\u00e1 \u00e0s pessoas uma falsa sensa\u00e7\u00e3o de seguran\u00e7a. Elas conseguem afastar a dor de n\u00e3o conseguirem satisfazer as suas necessidades mais profundas. Os relacionamentos s\u00e3o desafiantes e trabalhosos porque nos fazem exig\u00eancias. As coisas concretas s\u00e3o sempre as mesmas; sabemos o que esperar delas.<\/li>\n<\/ul>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>12<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em>A Depend\u00eancia Qu\u00edmica e o Dependente<\/em>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <em>\u2013<\/em>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <em>Aluna: Simone Gisele Fina<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>No entanto, a satisfa\u00e7\u00e3o proveniente do uso de coisas materiais como substitutas, n\u00e3o s\u00e3o duradouras. A dor das necessidades essenciais acaba reaparecendo, e por isso voltamos \u00e0 solu\u00e7\u00e3o mais f\u00e1cil, apesar de descobrirmos aos poucos que ela n\u00e3o \u00e9 suficiente. Passamos ent\u00e3o a precisar de uma quantidade cada vez maior, embora algo dentro de n\u00f3s saiba que n\u00e3o<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ul>\n<li>dela que realmente precisamos. \u00c9 por isso que o v\u00edcio \u00e9 chamado de doen\u00e7a progressiva.<\/li>\n<\/ul>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>TRATAMENTO<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A quest\u00e3o do uso e abuso de drogas deve ser visto e tratado com um todo, como uma doen\u00e7a f\u00edsica e mental. Um dos mais importantes passos para a recupera\u00e7\u00e3o \u00e9 escolher o caminho mais adequado para si pr\u00f3prio, n\u00e3o prevenir somente a reca\u00edda mais conquistar uma autonomia e um novo posicionamento diante do mundo Buchele, Marcatti e Rabelo (2004).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Szupszynski e Oliveira (2008) dizem que avaliar a motiva\u00e7\u00e3o para mudan\u00e7a, independentemente do tratamento utilizado, parece ser um aspecto importante para a utiliza\u00e7\u00e3o de interven\u00e7\u00f5es adequadas aos pacientes. O comportamento motivacional trata, ent\u00e3o, de engajar a pessoa em comportamentos positivos que se esperam ou a evitar comportamentos considerados negativos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Um modelo atual que atua na contribui\u00e7\u00e3o para a mudan\u00e7a de comportamento \u00e9 representado pelo Modelo Transte\u00f3rico de Mudan\u00e7a de Comportamento. Este modelo \u00e9 divido em est\u00e1gios.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>No est\u00e1gio de pr\u00e9-contempla\u00e7\u00e3o, n\u00e3o se observa nenhuma inten\u00e7\u00e3o do adicto de mudar comportamentos, dificilmente procuram ajuda para iniciar seu processo de mudan\u00e7a. No est\u00e1gio de contempla\u00e7\u00e3o, h\u00e1 n\u00edtida vontade de mudar, entretanto, surgem momentos de ansiedade e de d\u00favida. No est\u00e1gio de prepara\u00e7\u00e3o, h\u00e1 uma melhor conscientiza\u00e7\u00e3o do problema e o indiv\u00edduo constr\u00f3i um plano cuidadoso de a\u00e7\u00f5es orientadas para a mudan\u00e7a. No de a\u00e7\u00e3o, a pessoa inicia explicitamente a modifica\u00e7\u00e3o de seus comportamentos-problema, e no de manuten\u00e7\u00e3o \u00e9 o grande desafio no processo de mudan\u00e7a. \u00c9<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>13<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em>A Depend\u00eancia Qu\u00edmica e o Dependente<\/em>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <em>\u2013<\/em>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <em>Aluna: Simone Gisele Fina<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>necess\u00e1rio um esfor\u00e7o constante do indiv\u00edduo para consolidar os ganhos conquistados nos outros est\u00e1gios, al\u00e9m de um esfor\u00e7o para evitar reca\u00eddas (PROCHASKA; DICLEMENTE; NORCROSS apud SZUPSZVNSKI; OLIVEIRA, 2008).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Segundo Szupszynski e Oliveira (2008) esses est\u00e1gios de mudan\u00e7as est\u00e3o diretamente ligados \u00e0s atividades nas quais as pessoas engajam-se para alterar afeto, pensamento, comportamento ou relacionamentos relativos ao comportamento-problema. Sendo, qualquer atividade que ajude na modifica\u00e7\u00e3o do comportamento, sentimento ou forma de pensar \u00e9 um processo de Modelo Transte\u00f3rico no tratamento da depend\u00eancia qu\u00edmica.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>CONCLUS\u00c3O<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A ORIGEM DOS CONCEITOS E A REVIS\u00c3O NECESS\u00c1RIA<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>In\u00fameros indiv\u00edduos tomam as mais diferentes atitudes diante da vida, porque diferentes informa\u00e7\u00f5es lhes foram transmitidas quando eram crian\u00e7as e todas se desenvolvem acreditando que est\u00e3o completamente certas e convencidas de que as outras est\u00e3o totalmente erradas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O v\u00edcio pode ser um \u201cerro de conceito\u201d ou \u201cerro de c\u00e1lculo\u201d na procura de paz e serenidade, por que todos n\u00f3s queremos ser felizes e ningu\u00e9m, conscientemente busca de prop\u00f3sito viver em desprazer, afli\u00e7\u00e3o e infelicidade.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Nosso modo de ser no mundo est\u00e1 sendo moldado por nossas atitudes interiores; alias estamos, diariamente aprendendo como desenvolver atitudes cada vez mais adequadas e coerentes em favor de n\u00f3s mesmos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>H\u00e1bitos preferidos se formam atrav\u00e9s do tempo e se sedimentam com repetidas manobras mentais. O que funcionou muito bem em situa\u00e7\u00f5es importantes de nossa vida, mantendo nossa ansiedade controlada e, sob dom\u00ednio provavelmente ser\u00e1 reproduzido em outras ocasi\u00f5es.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>14<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em>A Depend\u00eancia Qu\u00edmica e o Dependente<\/em>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <em>\u2013<\/em>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <em>Aluna: Simone Gisele Fina<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A estrat\u00e9gia ps\u00edquica passa a ser: \u201cquando tenho um problema, preciso comer algo para resolv\u00ea-lo\u201d. O que a princ\u00edpio foi uma descoberta compensadora e ben\u00e9fica mas, &#8230; &#8230; mais tarde poder\u00e1 vir a ser um mecanismo desnecess\u00e1rio, tornando-se um impulso neur\u00f3tico e desagrad\u00e1vel em nosso dia-a-dia.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Os dependentes negam, seu medo e se escondem \u00e0 beira do caminho interrompendo a \u201cprocura existencial\u201d, dificultando assim, o fluxo do desenvolvimento espiritual que acontece atrav\u00e9s da busca do novo.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A evolu\u00e7\u00e3o tudo melhora, sempre esteve e sempre estar\u00e1 desenvolvendo, desde os menores reinos da Natureza at\u00e9 as mais complexas estruturas da consci\u00eancia humana.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>As criaturas assimilam conceitos simplesmente porque outras, que elas julgam importantes e entendidas, lhes disseram que s\u00e3o verdadeiros. As cren\u00e7as de toda esp\u00e9cie come\u00e7aram atrav\u00e9s de hist\u00f3rias e costumes criados por algu\u00e9m e com o passar do tempo se tornaram \u201cregras \u00e9ticas\u201d. Cren\u00e7a \u00e9 a a\u00e7\u00e3o de acreditar naquilo que convencionamos adotar como verdade, mas algumas n\u00e3o s\u00e3o verdadeiras!<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Devemos nos avaliar demoradamente nos conceitos antecedentes de nossas vidas, muitas vezes passados por familiares e amigos para que possamos nos promover uma autoan\u00e1lise proveitosa, para identificarmos nossos padr\u00f5es de pensamentos deficit\u00e1rios, diferenciando aqueles que nos s\u00e3o \u00fateis daqueles que n\u00e3o nos servem mais. Ser\u00e1 dessa forma que conseguiremos nos libertar das nossas compuls\u00f5es desgastantes e dos nossos h\u00e1bitos infelizes.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Precisamos revisar nossas concep\u00e7\u00f5es sobre n\u00f3s mesmos e sobre os v\u00edcios.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>As regras e costumes do passado pesam sobre n\u00f3s. Somos esp\u00edritos milenares, encarnando sucessivas vezes, adquirindo assim experi\u00eancias e assimilando cren\u00e7as, algumas verdadeiras, outras n\u00e3o! Essa \u00e9 a raz\u00e3o pela qual a necessidade de \u201crevisar\u201d nossos conceitos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>15<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em>A Depend\u00eancia Qu\u00edmica e o Dependente<\/em>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <em>\u2013<\/em>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <em>Aluna: Simone Gisele Fina<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A aceita\u00e7\u00e3o completa e inicia o objetivo da revis\u00e3o dos conceitos, nos abrindo a mente para novos conhecimentos e novas experi\u00eancias, abrindo m\u00e3o espontaneamente das velhas cren\u00e7as, sem julgamentos e nos entregarmos \u00e0 evolu\u00e7\u00e3o de n\u00f3s mesmos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Banindo o preconceito com rela\u00e7\u00e3o a n\u00f3s mesmos, poderemos a partir de ent\u00e3o aceitar nossa pr\u00f3pria comorbidade para que posteriormente nos conscientizarmos da import\u00e2ncia de se tratar e mais do que aceitar isso, se conscientizar da import\u00e2ncia disso n\u00e3o s\u00f3 para n\u00f3s mesmos, mas para com os outros tamb\u00e9m.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A Lei da Causa e Efeito ou A\u00e7\u00e3o e Rea\u00e7\u00e3o tem sido esquecida e por esta raz\u00e3o a religi\u00e3o tamb\u00e9m tem sua suma import\u00e2ncia.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ul>\n<li>sempre bom reservar uns momentos para refletir, assim como uns momentos para juntar as pontas de nossos caminhos e avaliar nossa evolu\u00e7\u00e3o rumo aos objetivos pensados. Como tamb\u00e9m, \u00e9 bom reservar uns momentos para gozar em nossa paz interior os resultados alcan\u00e7ados e levantar um silencioso brinde \u00e0 nossa sa\u00fade f\u00edsica, mental, social e espiritual.<\/li>\n<\/ul>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>BIBLIOGRAFIA<\/strong>:<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Goulart, Elisa; Depend\u00eancias e Espiritismo<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Andr\u00e9 Luiz Ruiz; Relembrando a Verdade<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Francisco do esp\u00edrito Santo Neto; As Dores da Alma<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A B\u00edblia Sagrada<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Dra. Ana Beatriz Barbosa Silva; Mentes Inquietas<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Revista Sa\u00fade, \u201cO Rem\u00e9dio Est\u00e1 Na F\u00e9\u201d. Ed. Abril, n371, 2013.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>16<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em>A Depend\u00eancia Qu\u00edmica e o Dependente<\/em>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <em>\u2013<\/em>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <em>Aluna: Simone Gisele Fina<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Alexander Moreira Almeida, Harald G. Koening e Giancarlo Lucchetti. \u201cClinical Implications of Spirituality to Mental Health: review of evidence and practical guidelines\u201d.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol>\n<li>G. Koening, D. King e V. B. Carson. Handbook of religion and health.<\/li>\n<\/ol>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Juliane P. B. Gon\u00e7alves et al. \u201cAvalia\u00e7\u00e3o da pr\u00e1tica de terapia complementar spiritual\/religiosa em sa\u00fade mental\u201d.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Luz, Daniel C. \u2013 Insight, vol. III<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Biaggio, \u00c2ngela M. Brasil \u2013 Psicologia do Desenvolvimento<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>BUCHELE, F.; MARCATTI,M.; RABELO, D. R.. <em>Depend\u00eancia<\/em> <em>qu\u00edmica e preven\u00e7\u00e3o e reca\u00edda, <\/em>[s.n] Florian\u00f3polis, 2004.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Silveira DX. Considera\u00e7\u00f5es sobre a preven\u00e7\u00e3o ao uso indevido de drogas. Rev ABP-APAL 1993; 15(1):17-20.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>17<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Aluna: Simone Gisele Fina &nbsp; \u00cdNDICE &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Resumo&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.. 2 &nbsp; Introdu\u00e7\u00e3o&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230; 3 &nbsp; Depend\u00eancia Qu\u00edmica&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230; 4 &nbsp; Poss\u00edveis Causas da Adic\u00e7\u00e3o&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;. 6 &nbsp; O Ciclo da Compuls\u00e3o&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230; 9 &nbsp; O V\u00edcio e a Idolatria&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;. 12 &nbsp; Tratamento&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":4441,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[5],"tags":[],"class_list":["post-3202","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-artigos"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with 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