{"id":3204,"date":"2018-12-13T08:40:59","date_gmt":"2018-12-13T11:40:59","guid":{"rendered":"http:\/\/clinicajorgejaber.com.br\/novo\/?p=3204"},"modified":"2020-11-11T13:09:29","modified_gmt":"2020-11-11T16:09:29","slug":"grupo-de-ajuda-mutua","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/clinicajorgejaber.com.br\/novo\/2018\/12\/grupo-de-ajuda-mutua\/","title":{"rendered":"Grupo de Ajuda M\u00fatua"},"content":{"rendered":"<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Aluna: Simone Gisele Fina<\/strong><\/p>\n<p><strong>28\/11\/2018<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>Narc\u00f3ticos An\u00f4nimos, Grupo de Ajuda M\u00fatua\u00a0 &#8211;\u00a0 Aluna: Simone Gisele Fina<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>\u00cdNDICE<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ul>\n<li>Resumo&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.. 2<\/li>\n<\/ul>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ul>\n<li>Introdu\u00e7\u00e3o&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;. 3<\/li>\n<\/ul>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ul>\n<li>Defini\u00e7\u00e3o&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;. 4<\/li>\n<\/ul>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ul>\n<li>Adic\u00e7\u00e3o, Adoecimento e Cronicidade&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.. 4<\/li>\n<\/ul>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ul>\n<li>O Grupo Narc\u00f3ticos An\u00f4nimos&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;. 6<\/li>\n<\/ul>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ul>\n<li>Conclus\u00e3o&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230; 8<\/li>\n<\/ul>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ul>\n<li>Os Doze Passos&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230; 9<\/li>\n<\/ul>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ul>\n<li>As Doze Tradi\u00e7\u00f5es&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230; 10<\/li>\n<\/ul>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ul>\n<li>Bibliografia&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;. 10<\/li>\n<\/ul>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>RESUMO<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Os grupos de ajuda m\u00fatua est\u00e3o cada vez mais se tornando objetos de pesquisa das Ci\u00eancias Sociais. Este universo de intera\u00e7\u00f5es e rela\u00e7\u00f5es sociais permite analisar concep\u00e7\u00f5es acerca dos entendimentos sobre o que \u00e9 normal, desvio, sa\u00fade e doen\u00e7a. Dentro das atuais discuss\u00f5es sobre o uso e abuso de drogas; o lugar da sa\u00fade e as condi\u00e7\u00f5es dos sujeitos nesse universo, o grupo Narc\u00f3ticos An\u00f4nimos (NA) aparece como um lugar de grande potencial para investigar a ideia da cronicidade perante a adic\u00e7\u00e3o as drogas. Esses grupos s\u00e3o fortalecedores da autoafirma\u00e7\u00e3o, autocontrole e constru\u00e7\u00e3o de uma consci\u00eancia coletiva frente \u00e0 doen\u00e7a.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O NA \u00e9 formado por pessoas que se consideram &#8220;adictos \u00e0s drogas em recupera\u00e7\u00e3o&#8221; e que se auto denominam doentes precisando de tratamento.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Que se apropriam das t\u00e9cnicas do corpo apreendidas e elaboradas pelo grupo para tentar controlar o problema e viver socialmente. O car\u00e1ter de doen\u00e7a cr\u00f4nica \u00e9 prerrogativa para o tratamento da adic\u00e7\u00e3o, o grupo se vale desse pragmatismo para que os membros estejam sempre em cuidado de si. Desta forma, o estar \u201cadicto em recupera\u00e7\u00e3o\u201d coloca o indiv\u00edduo em situa\u00e7\u00e3o de adoecimento e de cronicidade. Ele ir\u00e1, da maneira como sua condi\u00e7\u00e3o \u00e9 re-significada a partir da experi\u00eancia com o grupo, elaborar formas de lidar com a doen\u00e7a, com o estado de abstin\u00eancia e com sua recupera\u00e7\u00e3o. Dentro da perspectiva de trabalhar a experi\u00eancia do adoecimento da adic\u00e7\u00e3o em um grupo de ajuda m\u00fatua, algumas das quest\u00f5es que norteiam essa proposta s\u00e3o: como se constituem significados acerca do processo sa\u00fade-doen\u00e7a? Em que medida o uso (abuso) de drogas \u00e9 considerado uma doen\u00e7a cr\u00f4nica precisando de tratamento? Portanto, na perspectiva te\u00f3rico-metodol\u00f3gico das pesquisas em Antropologia da Sa\u00fade, este trabalho apresenta a proposta de investigar o grupo de ajuda m\u00fatua como lugar de tratamento de uma doen\u00e7a que \u00e9 f\u00edsica, social e<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>2<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Narc\u00f3ticos An\u00f4nimos, Grupo de Ajuda M\u00fatua\u00a0 &#8211;\u00a0 Aluna: Simone Gisele Fina<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>sobretudo moral. Compreendendo os significados acerca da condi\u00e7\u00e3o do uso\/abuso de drogas e como isso passa a ser visto como doen\u00e7a, entendendo o &#8220;adicto em recupera\u00e7\u00e3o&#8221; enquanto sujeito no processo do adoecimento cr\u00f4nico, da manuten\u00e7\u00e3o da abstin\u00eancia e do tratamento. Que tem na experi\u00eancia do adoecimento, nas narrativas e nas t\u00e9cnicas do corpo a forma de alcan\u00e7ar a recupera\u00e7\u00e3o di\u00e1ria.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Palavras-chave: <\/strong>Adic\u00e7\u00e3o, Grupos, M\u00fatua, Ajuda, Narc\u00f3ticos, Espiritualidade<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>INTRODU\u00c7\u00c3O<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Os grupos de ajuda m\u00fatua tem se tornado cada vez mais objeto de estudo das Ci\u00eancias Sociais, sobretudo o Alco\u00f3licos An\u00f4nimos (AA). As principais discuss\u00f5es destes trabalhos tem sido a quest\u00e3o da constru\u00e7\u00e3o da pessoa (CAMPOS, 2005), do estigma enfrentado pelos membros dos grupos, a forma\u00e7\u00e3o da identidade (FR\u00d3IS, 2007) e at\u00e9 mesmo da ritualiza\u00e7\u00e3o existente. No entanto, na Antropologia h\u00e1 uma bibliografia m\u00ednima sobre o grupo Narc\u00f3ticos An\u00f4nimo (NA) em si.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Jardel Loeck (2009), discutindo a representa\u00e7\u00e3o social da no\u00e7\u00e3o de &#8220;adic\u00e7\u00e3o&#8221; em trabalho com uma rede de grupos de NA em Porto Alegre, aponta para a escassez de trabalhos nesta \u00e1rea e para a peculiaridade do tema. Contudo, o estudo de grupos de ajuda m\u00fatua \u00e9 um lugar em potencial para a pesquisa antropol\u00f3gica, principalmente por ser um lugar que transita entra a normatividade e o desvio.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O grupo NA \u00e9 uma associa\u00e7\u00e3o comunit\u00e1ria formada por pessoas que se autodenominam \u201cadictos a drogas em recupera\u00e7\u00e3o\u201d. Narc\u00f3ticos An\u00f4nimos derivou do movimento de Alco\u00f3licos An\u00f4nimos, tendo suas primeiras reuni\u00f5es em Los Angeles, Calif\u00f3rnia, no in\u00edcio dos anos 1950. O primeiro grupo de NA estabeleceu-se no Brasil em 1985, no Rio de Janeiro. Ent\u00e3o em 1990 uniram-se \u00e0 irmandade mundial de NA3. O grupo aparece como um espa\u00e7o de troca de experi\u00eancias que ajuda os seus membros a encararem a doen\u00e7a atrav\u00e9s dos relatos, dos Doze passos, Doze tradi\u00e7\u00f5es e outras publica\u00e7\u00f5es dispon\u00edveis.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O NA tem por princ\u00edpio proteger o anonimato individual e a auto indica\u00e7\u00e3o no andamento das reuni\u00f5es e do cumprimento das atividades. Para participar do grupo \u00e9 necess\u00e1rio \u201co desejo de parar de usar\u201d, pois \u00e9 em torno da abstin\u00eancia que as rela\u00e7\u00f5es do grupo s\u00e3o estabelecidas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Para estudar grupos de ajuda m\u00fatua \u00e9 necess\u00e1rio pensar em rela\u00e7\u00f5es sociais e experi\u00eancias, perceber que cada cultura apresenta um leque de concep\u00e7\u00f5es do que seja \u201cnormal\u201d e o que seja \u201cdesvio\u201d. Compreender como sua atual condi\u00e7\u00e3o pode ser re-significada e reelaborada para ser vista no mundo social.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O universo da &#8220;adic\u00e7\u00e3o&#8221;, visto como uma doen\u00e7a cr\u00f4nica plaus\u00edvel de tratamento, este &#8211; no grupo NA &#8211; oferecido a partir da troca de experi\u00eancias e da<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>3<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Narc\u00f3ticos An\u00f4nimos, Grupo de Ajuda M\u00fatua\u00a0 &#8211;\u00a0 Aluna: Simone Gisele Fina<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>manuten\u00e7\u00e3o da abstin\u00eancia.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>DEFINI\u00c7\u00c3O<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>De in\u00edcio, \u00e9 importante destacar que, conforme o processo b\u00e1sico de funcionamento desses grupos, a denomina\u00e7\u00e3o mais adequada \u00e9 a de <em>ajuda m\u00fatua<\/em> (Sanchez Vidal, 1991). O autor prop\u00f5e uma integra\u00e7\u00e3o das duas express\u00f5es: s\u00e3o grupos de auto-ajuda (GAA) na medida em que mant\u00eam total autonomia em rela\u00e7\u00e3o as institui\u00e7\u00f5es e profissionais (ou seja, o grupo ajuda a si mesmo) e s\u00e3o grupos de ajuda m\u00fatua porque baseiam sua atua\u00e7\u00e3o na mutualidade (os participantes ajudam uns aos outros).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Encontra-se em Richadson e Goodman (1983, citado em Sanchez Vidal, 1991) a mais sucinta defini\u00e7\u00e3o de GAA: \u201cGrupos de pessoas que pensam ter um problema em comum e se re\u00fanem para fazer algo a respeito\u201d (p. 471).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A partir dos trabalhos de Borkman (1976), Jacobs e Goodman (1989), Levy (1976) e Rootes e Aanes (1992), reuniram-se mais informa\u00e7\u00f5es para melhor definir um GAA. Os crit\u00e9rios mais utilizados s\u00e3o os seguintes:<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ul>\n<li>autogest\u00e3o \u2013 os pr\u00f3prios integrantes encarregam-se de todos os procedimentos necess\u00e1rios para a manuten\u00e7\u00e3o do grupo;<\/li>\n<\/ul>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ul>\n<li>independ\u00eancia de institui\u00e7\u00f5es e profissionais de sa\u00fade \u2013 GAA s\u00e3o leigos e aut\u00f4nomos;<\/li>\n<\/ul>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ul>\n<li>participa\u00e7\u00e3o volunt\u00e1ria \u2013 a freq\u00fc\u00eancia ao grupo \u00e9 totalmente livre;<\/li>\n<\/ul>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ul>\n<li>nenhum interesse financeiro \u2013 GAA n\u00e3o visam lucro; sustentam-se com doa\u00e7\u00f5es espont\u00e2neas dos integrantes;<\/li>\n<\/ul>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ul>\n<li>dirigidos para um \u00fanico problema \u2013 os grupos t\u00eam um foco: alcoolismo, drogadi\u00e7\u00e3o, problemas emocionais, compuls\u00e3o alimentar;<\/li>\n<\/ul>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ul>\n<li>experi\u00eancias pessoais como principal fonte de ajuda \u2013 GAA n\u00e3o utilizam conhecimento cient\u00edfico ou literatura especializada; o conhecimento partilhado \u00e9 experiencial.<\/li>\n<\/ul>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Fique claro que esses s\u00e3o os crit\u00e9rios mais comumente utilizados para definir um GAA; entretanto, considerando-se a quantidade e a variedade de grupos existentes (principalmente nos EUA), nem todos se encaixam precisamente nessa defini\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>&#8220;ADIC\u00c7\u00c3O&#8221;, ADOECIMENTO E CRONICIDADE<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A quest\u00e3o que permeia o uso de drogas \u00e9 complexa e envolve muitas condi\u00e7\u00f5es, como cita Sim\u00f5es (2008): &#8220;Drogas&#8221; n\u00e3o s\u00e3o somente compostos dotados de propriedades farmacol\u00f3gicas determinadas, que possam ser natural e definitivamente classificadas como boas ou m\u00e1s. Sua exist\u00eancia e seus usos envolvem quest\u00f5es complexas de liberdade e disciplina, sofrimento e prazer,<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>4<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Narc\u00f3ticos An\u00f4nimos, Grupo de Ajuda M\u00fatua\u00a0 &#8211; \u00a0Aluna: Simone Gisele Fina<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>devo\u00e7\u00e3o e aventura, transcend\u00eancia e conhecimento, sociabilidade e crime, moralidade e viol\u00eancia, com\u00e9rcio e guerra.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Desta forma h\u00e1 aqueles que em algum momento v\u00e3o apresentar condutas onde o uso, que pode ser visto como problem\u00e1tico e abusivo, trar\u00e1 implica\u00e7\u00f5es sociais.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A ideia de doen\u00e7a \u00e9 colocada primeiramente a partir da concep\u00e7\u00e3o do pr\u00f3prio grupo, que entende que assumir a adic\u00e7\u00e3o como uma doen\u00e7a \u00e9 o primeiro passo para conseguir viver em abstin\u00eancia. J\u00e1 a perspectiva da cronicidade se entende como uma categoria mais subjetiva que envolve os sujeitos no processo de um tratamento.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O cr\u00f4nico aqui est\u00e1 afirmado, sobretudo, pelo cotidiano do grupo, e pelas quest\u00f5es individuais geradas pela busca de uma abstin\u00eancia longa e duradoura, mas concebida sobre uma determina\u00e7\u00e3o e uma manuten\u00e7\u00e3o di\u00e1ria do corpo e das normas &#8211; &#8220;S\u00f3 por hoje&#8221;.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Deste modo pensar que a quest\u00e3o de tratar a &#8220;adic\u00e7\u00e3o&#8221; ao uso (abuso) de drogas como uma doen\u00e7a \u00e9 necess\u00e1rio entender que o NA aborda o tema da seguinte forma: \u201cA nossa experi\u00eancia com a adic\u00e7\u00e3o \u00e9 que, quando aceitamos que ela \u00e9 uma doen\u00e7a sobre a qual somos impotentes, tal aceita\u00e7\u00e3o fornece uma base para a recupera\u00e7\u00e3o atrav\u00e9s dos Doze Passos. Tratamos adic\u00e7\u00e3o como uma doen\u00e7a, porque isso faz sentido para n\u00f3s e funciona\u201d. Contribuindo com esta quest\u00e3o, Langdon (1995, p.12) diz que \u201ca doen\u00e7a n\u00e3o \u00e9 mais um conjunto de sintomas f\u00edsicos universais observados numa realidade emp\u00edrica, mas \u00e9 um processo subjetivo no qual a experi\u00eancia corporal \u00e9 mediada pela cultura\u201d. Portanto, conceber a \u201cadic\u00e7\u00e3o\u201d como uma doen\u00e7a f\u00edsica, social e moral, \u00e9 fundamental para a compreens\u00e3o do &#8220;adicto em recupera\u00e7\u00e3o&#8221; e sua busca por uma solu\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Ent\u00e3o, os Narc\u00f3ticos An\u00f4nimos tem se tornado cada vez mais uma alternativa para aqueles que querem \u201cse recuperar\u201d. Colocando a disciplina como ponto importante para o tratamento e para manter-se em abstin\u00eancia; como foi dito por um membro do grupo de NA em Natal\/RN: <em>\u201crecupera\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 pra neguinho<\/em> <em>n\u00e3o, \u00e9 pra neg\u00e3o. O cara tem que ser ra\u00e7udo\u201d. <\/em>Esta narrativa apresenta uma ideia de forma e resist\u00eancia como determinantes para alcan\u00e7ar a recupera\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Isto pode resgatar a ideia de cronicidade se relacionada ao processo de manuten\u00e7\u00e3o da abstin\u00eancia como algo que mesmo partilhado coletivamente, tem um determinante individual. Sobre a ideia de cronicidade e a sua perspectiva individual Adam e Herzlich (2001) citam que: &#8220;as doen\u00e7as cr\u00f4nicas n\u00e3o s\u00e3o acompanhadas de sintomas diretamente vis\u00edveis. \u00c0s vezes, apenas a pr\u00f3pria pessoa sabe de sua condi\u00e7\u00e3o de portadora de doen\u00e7a e esta situa\u00e7\u00e3o pode durar anos, ou a maior parte da vida do indiv\u00edduo, ou menos a vida inteira. (p.25)&#8221;.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Articulando essa argumenta\u00e7\u00e3o com a ideia das t\u00e9cnicas corporais (MAUSS, 2003) \u00e9 poss\u00edvel visualiz\u00e1-las como ferramentas de manuten\u00e7\u00e3o da abstin\u00eancia e da vida, sobretudo social. Pode-se perceber a &#8220;adic\u00e7\u00e3o&#8221; como uma doen\u00e7a que pode ser re-significada a partir das experi\u00eancias vividas e da constru\u00e7\u00e3o de uma identidade \u201cem recupera\u00e7\u00e3o\u201d e \u201cem supera\u00e7\u00e3o&#8221;. Deste modo, frequentar o NA \u00e9 uma alternativa encontrada por pessoas que, consideravelmente, t\u00eam problemas com o uso e abuso de drogas; na tentativa de \u201cmanter-se limpo\u201d e reintegrar-se na sociedade.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>5<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Narc\u00f3ticos An\u00f4nimos, Grupo de Ajuda M\u00fatua\u00a0 &#8211;\u00a0 Aluna: Simone Gisele Fina<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>O GRUPO NARC\u00d3TICOS AN\u00d4NIMOS<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A rotatividade das pessoas em grupos de ajuda m\u00fatua \u00e9 frequente.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A din\u00e2mica de organiza\u00e7\u00e3o e de manuten\u00e7\u00e3o dos grupos de NA s\u00e3o regidas por normas indicadas pelos Doze Passos e pelas Doze Tradi\u00e7\u00f5es, fazendo com que outros grupos sigam o mesmo crit\u00e9rio. Ent\u00e3o a fundamental import\u00e2ncia est\u00e1 na constitui\u00e7\u00e3o enquanto grupo e na preserva\u00e7\u00e3o do anonimato. Ent\u00e3o constitu\u00eddo de um universo de interpreta\u00e7\u00f5es e significados sobre a intera\u00e7\u00e3o social \u00e9 necess\u00e1rio considerar que o lugar do anonimato permite um controle de impress\u00f5es e de informa\u00e7\u00f5es que tamb\u00e9m se compreende enquanto dado metodol\u00f3gico.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Partindo da categoria de <em>outsiders<\/em> de Howard Becker (2008) entende-se que \u201cquando uma regra \u00e9 imposta, a pessoa que presumivelmente a infringiu pode ser vista como um tipo especial, algu\u00e9m de quem n\u00e3o se espera viver de acordo com as regras estipuladas pelo grupo. Esta pessoa \u00e9 encarada como um outsider\u201d (p. 15).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>No caso dos membros do NA essa condi\u00e7\u00e3o se coloca em duas vias; quando<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ul>\n<li>considerado o problema com drogas e no tipo de tratamento. O anonimato e o lidar com essa situa\u00e7\u00e3o, envolve uma s\u00e9rie de controles e negocia\u00e7\u00f5es que, por vezes, precisam de suporte para que se sustentem. Assim \u00e9 necess\u00e1rio compreender a rela\u00e7\u00e3o entre a manuten\u00e7\u00e3o da &#8220;recupera\u00e7\u00e3o&#8221; e a participa\u00e7\u00e3o no grupo de NA.<\/li>\n<\/ul>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Aqui, a observa\u00e7\u00e3o participante (MALINOWSKI, 1976; FOOTE-WHYTE, 1980; VELHO, 2008) \u00e9 o momento \u00edmpar onde pesquisador e pesquisado encontram-se em um &#8220;mesmo&#8221; contexto; no caso do trabalho com o Narc\u00f3ticos An\u00f4nimos \u00e9 poss\u00edvel pensar em como isso tudo \u00e9 <em>performado<\/em> (MOL, 2008) e gerenciado de acordo com os interesses m\u00fatuos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cN\u00e3o se pode pensar num trabalho de campo neutro. A forma de realiz\u00e1-lo revela as preocupa\u00e7\u00f5es cient\u00edficas dos pesquisadores que selecionam tanto os fatos a serem coletados como o modo de recolh\u00ea-los. Esse cuidado faz-nos lembrar mais uma vez que o campo social n\u00e3o \u00e9 transparente e tanto o pesquisador como os atores, sujeitos-objetos da pesquisa interferem dinamicamente no conhecimento da realidade\u201d. (MINAYO, 1999, p.107)<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Aqui est\u00e1 evidenciada a quest\u00e3o do anonimato do grupo NA e da participa\u00e7\u00e3o de uma pesquisadora <em>outsider<\/em> do contexto de adic\u00e7\u00e3o, mas <em>informada<\/em> (GOFFMAN, 1975) na perspectiva da familiaridade com o tema. Assim entre si, e etn\u00f3grafo e seus sujeitos s\u00e3o, simultaneamente, atores e p\u00fablico. T\u00eam que julgar os motivos e demais atributos de uns e dos outro com base em contato breve, mas intenso, e, em seguida, decidir que defini\u00e7\u00e3o de si mesmos e da situa\u00e7\u00e3o circundante desejam projetar; o que revelar\u00e3o e o que ocultar\u00e3o, e como ser\u00e1 melhor faz\u00ea-lo. (BERREMAN, 1980. P.141).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Esta cita\u00e7\u00e3o permite a reflex\u00e3o acerca do realizar pesquisa etnogr\u00e1fica e, sobretudo, instiga uma an\u00e1lise sobre os caminhos que se pretende tomar e aqueles que s\u00e3o direcionados pelo campo de pesquisa. Aqui \u00e9 necess\u00e1rio pensar as agruras que o campo nos oferece.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>As reuni\u00f5es acontecem em uma sala com cadeiras em forma de um semic\u00edrculo, com uma mesa grande onde ficam os folhetos que s\u00e3o vend\u00e1veis e os<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>6<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Narc\u00f3ticos An\u00f4nimos, Grupo de Ajuda M\u00fatua\u00a0 &#8211;\u00a0 Aluna: Simone Gisele Fina<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>chaveiros com a identifica\u00e7\u00e3o de quanto tempo se estava limpo (sem usar nenhuma droga). Nas paredes, est\u00e3o afixados quadros com as 12 tradi\u00e7\u00f5es e os 12 passos, al\u00e9m da ora\u00e7\u00e3o da serenidade e do quadro negro, onde est\u00e1 escrito o que se deve evitar (pessoas, lugares, h\u00e1bitos, procrastinar, mentira, 1\u00ba gole, fome, orgulho e medo) e o que se deve procurar (boa vontade, mente aberta, 90 dias \u2013 90 reuni\u00f5es, honestidade, ter apadrinhamento, humildade, partilhar, trabalhar os passos, ler a literatura e participar e n\u00e3o somente falar). Essas caracter\u00edsticas remetem ao movimento do exerc\u00edcio cont\u00ednuo pela manuten\u00e7\u00e3o da abstin\u00eancia, pela recupera\u00e7\u00e3o de uma doen\u00e7a e pela condi\u00e7\u00e3o de cronicidade do ser um &#8220;adicto em recupera\u00e7\u00e3o&#8221;.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O entendimento que se tem a partir da experi\u00eancia do tratamento da &#8220;adic\u00e7\u00e3o&#8221; traz uma s\u00e9rie de interpreta\u00e7\u00f5es para a pr\u00f3pria condi\u00e7\u00e3o do estar doente.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Langdon (1995), Alves e Rabelo (1999), Adam e Herzlich (2001) trazem discuss\u00f5es fundamentais para entender qual a import\u00e2ncia da experi\u00eancia com a doen\u00e7a para as re-significa\u00e7\u00f5es da vida, do corpo e do normal. Pode-se trazer para o contexto da &#8220;adic\u00e7\u00e3o&#8221; aquilo que Alves e Rabelo (1999, p.171) dizem sobre a enfermidade, que &#8220;n\u00e3o \u00e9 apenas uma &#8216;entidade biol\u00f3gica&#8217; que deva ser tratada como coisa; \u00e9 tamb\u00e9m experi\u00eancia que se constitui e adquire sentido no curso de intera\u00e7\u00f5es entre indiv\u00edduos, grupos e institui\u00e7\u00f5es.&#8221;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Ent\u00e3o, sendo o grupo de ajuda m\u00fatua um lugar de falar e ouvir o outro, uma das formas de entender o adoecimento \u00e9 analisar as narrativas da experi\u00eancia e significados da &#8220;adic\u00e7\u00e3o&#8221;. Buscando compreender em que medida o uso de drogas se tornou um problema e, de fato, uma doen\u00e7a precisando de tratamento e, quais as percep\u00e7\u00f5es do lidar com a abstin\u00eancia utilizando-se do corpo e tendo na cronicidade uma condi\u00e7\u00e3o subjetiva do sujeito em recupera\u00e7\u00e3o. Aqui cabe registrar como os indiv\u00edduos constituem suas narrativas do adoecimento e da &#8220;adic\u00e7\u00e3o&#8221; e o seu valor para um grupo de ajuda m\u00fatua. Neste aspecto, Claudine Herzlich (2004, p. me ajuda a pensar o papel das narrativas quando diz: &#8220;Os &#8216;discursos&#8217; dos pacientes acerca da sa\u00fade e da doen\u00e7a narram experi\u00eancias pessoais e privadas que s\u00e3o, no entanto, &#8216;socializadas&#8217;. Eles esclarecem alguns aspectos das rela\u00e7\u00f5es entre o indiv\u00edduo e seu grupo em contextos biogr\u00e1ficos espec\u00edficos marcados pela doen\u00e7a.&#8221;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Para compreender como a interlocu\u00e7\u00e3o entre o grupo \u00e9 lugar de constru\u00e7\u00e3o de um processo de tratamento, longo, cont\u00ednuo e duradouro devemos pensar que o sujeito e a sua experi\u00eancia com a &#8220;adic\u00e7\u00e3o&#8221; levando em considera\u00e7\u00e3o seus significados, rela\u00e7\u00e3o com a sociedade, com o corpo e o porqu\u00ea de procurar ajuda no NA.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Para isso podemos ver como pensando como as narrativas da experi\u00eancia com o uso de drogas e suas manifesta\u00e7\u00f5es s\u00e3o colocadas no processo de concep\u00e7\u00e3o das t\u00e9cnicas corporais (MAUSS, 2003), refletindo nas formas de construir um certo corpo para este sujeito vivendo a experi\u00eancia da abstin\u00eancia. Partindo do ponto que, para um \u201cadicto em recupera\u00e7\u00e3o\u201d, o corpo tem papel fundamental no conv\u00edvio com a condi\u00e7\u00e3o de \u201cs\u00f3 por hoje\u201d , aparecendo ora como o term\u00f4metro da recupera\u00e7\u00e3o, ora como a ferramenta para continuar em abstin\u00eancia. Le Breton (2008, p.31) elucida esse ponto, mostrando que na contemporaneidade o corpo \u00e9 julgado e classificado e, que \u201cnossas sociedades consagram o corpo como emblema de si. \u00c9 melhor constru\u00ed-lo sob medida para derrogar ao sentimento da melhor apar\u00eancia.\u201d Lema de alguns<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>7<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Narc\u00f3ticos An\u00f4nimos, Grupo de Ajuda M\u00fatua\u00a0 &#8211;\u00a0 Aluna: Simone Gisele Fina<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>grupos de ajuda m\u00fatua, entre eles o NA e o AA.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Quando se entendo que: estar &#8220;adicto em recupera\u00e7\u00e3o&#8221; \u00e9 um processo cr\u00f4nico e que nunca se d\u00e1 por encerrado, pois aquele que teve problemas com as drogas em alguma medida, dia ap\u00f3s dia &#8211; por mais tempo que se passe &#8211; estar\u00e1 em um momento de afirma\u00e7\u00e3o e manuten\u00e7\u00e3o da condi\u00e7\u00e3o de abstin\u00eancia. Nesta perspectiva esse processo pode ser relacionado ao conceito de <em>controle de<\/em> <em>informa\u00e7\u00f5es <\/em>trabalhado por Goffman (1975) e a sua rela\u00e7\u00e3o com a forma\u00e7\u00e3o da identidade pessoal, relacionando duas categorias que se encaixam para ilustrar o que est\u00e1 sendo dito: <em>identidades desacreditada<\/em> e <em>desacredit\u00e1vel<\/em>.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Deste modo: A quest\u00e3o que se coloca n\u00e3o \u00e9 a de manipula\u00e7\u00e3o da tens\u00e3o gerada durante os contatos sociais e, sim, da manipula\u00e7\u00e3o de informa\u00e7\u00e3o sobre o seu defeito. Exibi-lo ou ocult\u00e1-lo; cont\u00e1-lo ou n\u00e3o cont\u00e1-lo; revel\u00e1-lo ou escond\u00ea-lo; mentir ou n\u00e3o mentir; e, em cada caso, para que, como, quando e onde. (GOFFMAN, 1975, p.51).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Portanto, a experi\u00eancia \u00e9 aquela onde o indiv\u00edduo assume ou situa-se frente a essa forma de definir e identificar seu problema, fazendo com que algo, que at\u00e9 ent\u00e3o n\u00e3o fazia parte da sua condi\u00e7\u00e3o, seja interpretado como tal. Essa rede de interpreta\u00e7\u00f5es d\u00e1 margem a uma s\u00e9rie de significa\u00e7\u00f5es que s\u00e3o elaboradas em fun\u00e7\u00e3o da forma\u00e7\u00e3o das refer\u00eancias da cultura e da sociedade. Desta forma \u00e9 poss\u00edvel dizer que: as concep\u00e7\u00f5es, interpreta\u00e7\u00f5es e explica\u00e7\u00f5es de causa s\u00e3o uma forma privilegiada de acesso a outros significados mais complexos no que se refere \u00e0 experi\u00eancia da doen\u00e7a em suas explica\u00e7\u00f5es mais b\u00e1sicas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Os modelos explanat\u00f3rios sobre doen\u00e7a n\u00e3o se apresentam de forma coerente e dependem muito da interpreta\u00e7\u00e3o das pessoas que est\u00e3o envolvidas no contexto. (CAROSO <em>et al<\/em>, 2004, p.147).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Observa-se ent\u00e3o como a experi\u00eancia se transforma num fator importante para lidar com a recupera\u00e7\u00e3o dentro de um contexto social e para pensar um futuro.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>CONCLUS\u00c3O<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>De uma forma breve, gostaria de encerrar as considera\u00e7\u00f5es feitas nesse texto. Aqui foi fundamental entender que o trabalho exposto partiu de uma s\u00e9rie de questionamentos te\u00f3ricos e metodol\u00f3gicos acerca da realiza\u00e7\u00e3o de pesquisa com um grupo de ajuda m\u00fatua Narc\u00f3ticos An\u00f4nimos. Este instigado a partir de um campo realizado no ano de 2018, ainda na ocasi\u00e3o do curso de Forma\u00e7\u00e3o de Terapeutas em<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Depend\u00eancia Qu\u00edmica realizado na Cl\u00ednica Jorge Jaber.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A ideia central aqui abordada versa sobre a condi\u00e7\u00e3o de que o estar &#8220;adicto&#8221; em uma categoria definida por e para aqueles sujeitos que constituem o grupo NA e procurar ajuda com o grupo para recuperar-se de seus problemas como o uso e o abuso de drogas. De modo que para que isto ocorra a condi\u00e7\u00e3o latente \u00e9 que o indiv\u00edduo reconhe\u00e7a que est\u00e1 doente e precisa de tratamento.<\/p>\n<p>O tratamento, este, tem como objetivo alcan\u00e7ar a abstin\u00eancia total \u00e0s drogas<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>8<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Narc\u00f3ticos An\u00f4nimos, Grupo de Ajuda M\u00fatua\u00a0 &#8211;\u00a0 Aluna: Simone Gisele Fina<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>e uma reinser\u00e7\u00e3o na sociedade. Ent\u00e3o, aqui vemos a categoria de &#8220;adicto em recupera\u00e7\u00e3o&#8221;.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Este e\/ou aquela pessoa que est\u00e1 constantemente tentando viver livre das<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>drogas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ul>\n<li>exatamente nesta condi\u00e7\u00e3o que v\u00ea-se a quest\u00e3o subjetiva da id\u00e9ia de cronicidade para pensar no tratamento da adic\u00e7\u00e3o. Pois entendendo que as drogas podem voltar a tornar-se problema para a vida daquele indiv\u00edduo, ele estar\u00e1 sempre em constante processo de tratamento e em busca de sua abstin\u00eancia.<\/li>\n<\/ul>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Aqui a id\u00e9ia de doen\u00e7a e cronicidade se mostram categorias vindas de uma literatura biom\u00e9dica, mas que \u00e9 incorporado pelo grupo para que esse se entenda como tal e alcance os objetivos. Que, pela id\u00e9ia de processo, nunca s\u00e3o finalizados, mas que acompanham toda a hist\u00f3ria dos membros do grupo, sua vida, seu corpo e sua sa\u00fade.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Os doze Passos<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>1\u00ba. <\/strong>Admitimos que \u00e9ramos impotentes perante a nossa adic\u00e7\u00e3o, que nossas vidas tinham se tornado incontrol\u00e1veis.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>2\u00ba. <\/strong>Viemos a acreditar que um Poder maior do que n\u00f3s poderia devolver-nos \u00e0 sanidade.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>3\u00ba. <\/strong>Decidimos entregar nossa vontade e nossas vidas aos cuidados de Deus, da maneira como n\u00f3s o compreend\u00edamos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>4\u00ba. <\/strong>Fizemos um profundo e destemido invent\u00e1rio moral de n\u00f3s mesmos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>5\u00ba. <\/strong>Admitimos a Deus, a n\u00f3s mesmos e a outro ser humano a natureza exata das nossas falhas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>6\u00ba. <\/strong>Prontificamo-nos inteiramente a deixar que Deus removesse todos esses defeitos de car\u00e1ter.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>7\u00ba. <\/strong>Humildemente pedimos a Ele que removesse nossos defeitos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>8\u00ba. <\/strong>Fizemos uma lista de todas as pessoas que t\u00ednhamos prejudicado, e dispusemo-nos a fazer repara\u00e7\u00f5es a todas elas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>9\u00ba. <\/strong>Fizemos repara\u00e7\u00f5es diretas a tais pessoas, sempre que poss\u00edvel, exceto quando faze-lo pudesse prejudica-las ou a outras.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>10\u00ba. <\/strong>Continuamos fazendo o invent\u00e1rio pessoal e, quando est\u00e1vamos errados, n\u00f3s o admit\u00edamos prontamente.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>11\u00ba. <\/strong>Procuramos, atrav\u00e9s de prece e medita\u00e7\u00e3o, melhorar nosso contato consciente com Deus, da maneira como n\u00f3s O compreend\u00edamos, rogando apenas o conhecimento da Sua vontade em rela\u00e7\u00e3o a n\u00f3s, e o poder de realizar essa vontade.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>12\u00ba. <\/strong>Tendo experimentado um despertar espiritual, como resultado destes passos, procuramos levar esta mensagem a outros adictos e praticar estes princ\u00edpios em todas as nossas atividades.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>9<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Narc\u00f3ticos An\u00f4nimos, Grupo de Ajuda M\u00fatua\u00a0 &#8211;\u00a0 Aluna: Simone Gisele Fina<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>As doze Tradi\u00e7\u00f5es<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>1\u00ba. <\/strong>O nosso bem estar comum deve vir em primeiro lugar; a recupera\u00e7\u00e3o individual depende da unidade de NA.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>2\u00ba. <\/strong>Para o nosso prop\u00f3sito comum existe apenas uma \u00fanica autoridade \u2013 um Deus amoroso que pode se expressar na nossa consci\u00eancia coletiva. Nossos l\u00edderes s\u00e3o apenas servidores de confian\u00e7a, eles n\u00e3o governam.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>3\u00ba. <\/strong>O \u00fanico requisito para ser membro \u00e9 o desejo de parar de usar.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>4\u00ba. <\/strong>Cada grupo deve ser aut\u00f4nomo, exceto em assuntos que afetem outros grupos ou NA como um todo.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>5\u00ba. <\/strong>Cada grupo tem apenas um \u00fanico prop\u00f3sito primordial \u2013 levar a mensagem ao adicto que ainda sofre.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>6\u00ba. <\/strong>Um grupo de NA nunca dever\u00e1 endossar, financiar ou emprestar o nome de NA a nenhuma sociedade relacionada ou empreendimento alheio, para evitar que problemas de dinheiro, propriedade ou prest\u00edgio nos desviem do nosso prop\u00f3sito primordial.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>7\u00ba. <\/strong>Todo grupo de NA dever\u00e1 ser totalmente auto-sustent\u00e1vel, recusando contribui\u00e7\u00f5es de fora.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>8\u00ba. <\/strong>Narc\u00f3ticos An\u00f4nimos dever\u00e1 manter-se sempre n\u00e3o profissional, mas nossos centros de servi\u00e7o podem contratar trabalhadores especializados.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>9\u00ba. <\/strong>NA nunca dever\u00e1 organizar-se como tal; mas podemos criar quadros de servi\u00e7o ou comit\u00eas diretamente respons\u00e1veis perante aqueles a quem servem.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>10\u00ba. <\/strong>Narc\u00f3ticos An\u00f4nimos n\u00e3o tem opini\u00e3o sobre quest\u00f5es alheias; portanto o nome de NA nunca dever\u00e1 aparecer em controv\u00e9rsias p\u00fablicas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>11\u00ba. <\/strong>Nossa pol\u00edtica de rela\u00e7\u00f5es p\u00fablicas baseia-se na atra\u00e7\u00e3o , n\u00e3o em promo\u00e7\u00e3o; na imprensa, r\u00e1dio e filmes precisamos sempre manter o anonimato pessoal.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>12\u00ba. <\/strong>O anonimato \u00e9 o alicerce espiritual de todas as nossas Tradi\u00e7\u00f5es, lembrando-nos sempre de colocar princ\u00edpios acima de personalidades.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>BIBLIOGRAFIA<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>ADAM, Philippe e HERZLICH, Claudine. <strong>Sociologia da doen\u00e7a e da<\/strong> <strong>medicina<\/strong>, Bauru, EDUSC. 2001.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>ALVES, Paulo Cesar; RABELO, Miriam C.M. Significa\u00e7\u00e3o e met\u00e1foras na experi\u00eancia da enfermidade. In: ALVES, Paulo et al. <strong>Experi\u00eancia da doen\u00e7a e<\/strong> <strong>narrativa. <\/strong>Rio de Janeiro: Editora Fiocruz. 1999.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>BECKER. Howard S. <strong>Outsiders<\/strong>: estudos de sociologia do desvio. 1.ed. Rio de Janeiro, Zahar.2008.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>BERREMAN. G. Por detr\u00e1s de muitas m\u00e1scaras. In: ZALUAR, Alba. <strong>Desvendando m\u00e1scaras sociais<\/strong>. Rio de Janeiro. Livraria Francisco Alves<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Editora. 1980.<\/p>\n<p>BOURDIEU, Pierre. <strong>O poder simb\u00f3lico<\/strong>. 8\u00aa ed. Rio de Janeiro, Bertrand<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>10<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Narc\u00f3ticos An\u00f4nimos, Grupo de Ajuda M\u00fatua\u00a0 &#8211;\u00a0 Aluna: Simone Gisele Fina<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Brasil. 2005.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>CAMPOS, Edemilson A. <strong>As representa\u00e7\u00f5es sobre o alcoolismo e uma<\/strong> <strong>associa\u00e7\u00e3o de ex-bebedores: os Alc\u00f3olicos An\u00f4nimos. <\/strong>Cad. Sa\u00fade P\u00fablica, Rio de Janeiro, 20(5), p.1379-1387, set-out, 2004.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Alcoolismo, doen\u00e7a e pessoa: <\/strong>uma etnografia da associa\u00e7\u00e3o de ex-bebedores Alco\u00f3licos An\u00f4nimos. 2005. Tese (doutorado em Ci\u00eancias Sociais) &#8212; (Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Ci\u00eancias Sociais, Universidade Federal de S\u00e3o Carlos). S\u00e3o Carlos 2005.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>CANESQUI, Ana Maria. <strong>Olhares socioantropol\u00f3gicos sobre os adoecidos<\/strong> <strong>cr\u00f4nicos<\/strong>. S\u00e3o Paulo. Hucitec: Fapesp. 2007.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>CAROSO, C.; RODRIGUES, N.; ALMEIDA-FILHO, N. \u201cNem tudo na vida tem explica\u00e7\u00e3o\u2019: explora\u00e7\u00f5es sobre causas e doen\u00e7as e seus significados.\u201d In: LEIBING, Anette (org.) <strong>Tecnologias do Corpo<\/strong> \u2013 Uma antropologia das medicinas no Brasil. Rio de Janeiro: NAU, 2004.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>DUARTE, Luiz Fernando Dias; LEAL, Ondina Fachel. (org). <strong>Doen\u00e7a,<\/strong> <strong>sofrimento, pertuba\u00e7\u00e3o<\/strong>: perspectivas etnogr\u00e1ficas. Rio de Janeiro, FIOCRUZ, 1998.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>FAVORETO, Cesar Augusto Orazem; CABRAL, Cristiane Cabral. Narrativas sobre o processo sa\u00fade-doen\u00e7a: experi\u00eancias em grupos operativos de educa\u00e7\u00e3o em sa\u00fade<strong>. Interface. Comunica\u00e7\u00e3o, sa\u00fade e educa\u00e7\u00e3o<\/strong>. Botucatu. jan\/mar<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>2009, vol.13, n.28. Dispon\u00edvel em: &lt; http:\/\/www.scielo.br\/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S1414-32832009000100002&amp;lng=pt&amp;nrm=iso&gt;. Acesso em: 02 dez. 2009.<\/p>\n<p>FR\u00d3IS, Catarina O. <strong>A reinven\u00e7\u00e3o do eu atrav\u00e9s do discurso<\/strong>: narrativa,<\/p>\n<p>estigma e anonimato nas fam\u00edlias an\u00f4nimas. MANA 13(1): 63-84, 2007 12.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>FIORE, Maur\u00edcio. <strong>Uso de &#8220;drogas&#8221;: controv\u00e9rsias m\u00e9dicas e debate<\/strong> <strong>p\u00fablico<\/strong>. Campinas. Mercado de Letras. 2006.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>FLICK, Uwe. Entrevista epis\u00f3dica. In BAUER, Martin W. &amp; GASKELL, George (org.): <strong>Pesquisa qualitativa com texto, imagem e som<\/strong>. p. 114-136. 3\u00aa edi\u00e7\u00e3o. Petr\u00f3polis: Vozes. 2004.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>FOOTE-WHYTE, W. <strong>Treinado a observa\u00e7\u00e3o participante<\/strong>. In: ZALUAR, Alba. Desvendando m\u00e1scaras sociais. Rio de Janeiro. Livraria Francisco Alves Editora. 1980.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>GEERTZ, Cliford. <strong>A interpreta\u00e7\u00e3o das culturas<\/strong>. Rio de Janeiro. LTC Editora. 1989.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>GOFFMAN, Erving. <strong>Estigma:<\/strong> notas sobre a identidade deteriorada. Rio de Janeiro, ZAHAR, 1975.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>A representa\u00e7\u00e3o do Eu na vida cotidiana<\/strong>. Petr\u00f3polis. Vozes, 2009. HERZLICH, Claudine. <strong>Sa\u00fade e Doen\u00e7a no In\u00edcio do S\u00e9culo XXI: Entre a<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Experi\u00eancia Privada e a Esfera P\u00fablica. <\/strong>PHYSIS: Rev. Sa\u00fade Coletiva, Rio de Janeiro, 14(2):383-394, 2004.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>LANGDON, E. Jean. <strong>A doen\u00e7a como experi\u00eancia<\/strong>: <strong>a constru\u00e7\u00e3o da doen\u00e7a<\/strong> <strong>e seus desafios para a pr\u00e1tica m\u00e9dica. <\/strong>Palestra oferecida na conferencia de 30 anos Xingu. Escola Paulista de Medicina, S\u00e3o Paulo. 23 agos. 1995.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>LE BRETON, David. <strong>Adeus ao corpo.<\/strong> Campinas. Papirus. 3\u00aaed. 2008.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>11<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Narc\u00f3ticos An\u00f4nimos, Grupo de Ajuda M\u00fatua\u00a0 &#8211;\u00a0 Aluna: Simone Gisele Fina<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>LOECK, Jardel Fischer. <strong>Adic\u00e7\u00e3o e ajuda m\u00fatua: estudo antropol\u00f3gico de<\/strong> <strong>grupos de narc\u00f3ticos an\u00f4nimos na cidade de Porto Alegre (RS). <\/strong>2009.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Disserta\u00e7\u00e3o (mestrado em Antropologia) &#8212; Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Antropologia Social, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, RS, 2009.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>MALINOWSKI, Bronislaw. <strong>Argonautas do Pac\u00edfico Ocidental<\/strong>: um relato do empreendimento e da aventura dos nativos nos arquip\u00e9lagos da Nova Guin\u00e9 Melan\u00e9sia. In: cole\u00e7\u00e3o os pensadores. S\u00e3o Paulo. Abril S.A. Cultural e industrial. 1976.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>MAUSS, Marcel. A express\u00e3o obrigat\u00f3ria dos sentimentos (1921). In: OLIVEIRA, Roberto C de<strong>. Mauss: antropologia.<\/strong> Cole\u00e7\u00e3o grandes cientistas sociais. S\u00e3o Paulo. \u00c1tica. 1979.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>As t\u00e9cnicas do corpo. In: <strong>Sociologia e Antropologia<\/strong>. S\u00e3o Paulo. Cosac Naify. 2003.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>MINAYO, Maria C. de Souza. <strong>O desafio do conhecimento: pesquisas<\/strong> <strong>qualitativas em sa\u00fade<\/strong>. S\u00e3o Paulo. Abrasco. 1999. 13.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>MOL, Annemarie. 2008. \u201c<strong>Pol\u00edtica ontol\u00f3gica: algumas ideias e v\u00e1rias<\/strong> <strong>perguntas<\/strong>\u201d. In Nunes, Jo\u00e3o Arriscado e Roque, Ricardo (org.) <em>Objectos impuros.<\/em> <em>Experi\u00eancias em estudos sociais da ci\u00eancia<\/em>. Porto: Edi\u00e7\u00f5es Afrontamento. Tradu\u00e7\u00e3o de Gon\u00e7alo Pra\u00e7a. pp.63-77.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>RABELO, Miriam Cristina e ALVES, Paulo C\u00e9sar. Corpo, experi\u00eancia e cultura. In: LEIBING, Anette (org.) <strong>Tecnologias do Corpo<\/strong> \u2013 Uma antropologia das medicinas no Brasil. Rio de Janeiro. NAU, 2004.<\/p>\n<p>SIM\u00d5ES, J\u00falio Assis. Pref\u00e1cio. In: LABETE, Beatriz C. et al (orgs). <strong>Drogas<\/strong><\/p>\n<p><strong>e cultura: novas perspectivas<\/strong>. Salvador. EDUFBA. 2008.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>OLIVEIRA, Roberto Cardoso de. <strong>O trabalho do antrop\u00f3logo<\/strong>. 2. ed. S\u00e3o Paulo, Editora Unesp. 2006.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>VELHO, Gilberto. <strong>Individualismo e cultura<\/strong>: notas para uma antropologia da sociedade contempor\u00e2nea. Rio de Janeiro. Zahar. 2008.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>12<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; Aluna: Simone Gisele Fina 28\/11\/2018 \u00a0 Narc\u00f3ticos An\u00f4nimos, Grupo de Ajuda M\u00fatua\u00a0 &#8211;\u00a0 Aluna: Simone Gisele Fina &nbsp; \u00cdNDICE &nbsp; &nbsp; &nbsp; Resumo&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.. 2 &nbsp; Introdu\u00e7\u00e3o&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;. 3 &nbsp; Defini\u00e7\u00e3o&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;. 4 &nbsp; Adic\u00e7\u00e3o, Adoecimento e Cronicidade&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.. 4 &nbsp; O Grupo<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":4440,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[5],"tags":[],"class_list":["post-3204","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-artigos"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.4 - 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